Cia Aplauso e ‘Abajur Lilás’ reabrem Teatro Braz Cubas nesta semana

O Teatro Municipal Braz Cubas (Av. Pinheiro Machado, 48/Santos) será reaberto na próxima quinta-feira (dia 12), após estar em reformas desde julho de 2014. Neste período, o equipamento recebeu novo sistema de refrigeração, tubulação em PVC e torres de resfriamento.

Além de revisão geral das varas cênicas e da iluminação e cabine de som e luz, nova iluminação na fachada, reforma das cortinas do palco e da plateia e manutenção dos 589 assentos destinados ao público.

‘Santos de Frente para o Mundo’

A solenidade de abertura gratuita terá início às 19h30 e, na sequência, haverá apresentação do espetáculo “Santos de Frente Para o Mundo”, da Aplauso Cia. de Dança. Com músicas do pianista Tarso Ramos e coreografia de Suka Cherbino e Luciana Raccini, a produção narra em dez cenas, o cotidiano santista em diversas paisagens e a influência do porto em todas elas.

Realizado pela Aplauso Cia. de Dança, traz no elenco bailarinas experientes como Daniela Guasti, Samara Paschoal, Elaine Vasques, Célia Faustino, Rita Nascimento e Sandra Cabral. A coreografia busca a ‘atemporalidade’ artística para promover o resgate da alma caiçara e a vanguarda no cenário mundial.

‘Abajur Lilás’

Na sexta-feira (14) e sábado (15), em sessões às 21h e 19h, estará em cartaz a peça “O Abajur Lilás”, com texto do dramaturgo santista Plínio Marcos, direção de Tanah Corrêa e Nuno Leal Maia no elenco. Os ingressos custam entre R$ 5 e R$ 20.

No elenco, todo de atores santistas, estão: Nuno Leal Maia (Giro), Orleyd Faya (Dilma), Rosane Paulo (Célia), Monica Camillo (Leninha) e Felipe Dias (Osvaldo). A equipe técnica tem como diretor geral o também santista Tanah Corrêa; Karla Lacerda como assistente de direção e Mariana de Castro, na produção.

Escrita em 1969, “O Abajur Lilás” conta a história das prostitutas Dilma, Célia e Leninha, exploradas pelo homossexual Giro, dono do mocó em que toda a ação se desenvolve.

Embora dividam o mesmo quarto e a mesma sórdida realidade, as três mulheres pouco têm em comum na maneira de lidar com a arbitrária dominação de Giro, cafetão que para mantê-las sob controle se vale da violência praticada pelo truculento e impotente guarda-costas Osvaldo.

*Lincoln Spada

 

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