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#Manufatura de Monólogos: No palco, ‘Nostalgia do Amor Ausente’

Por Luiz Fernando Almeida | Foto: Bruna Quevedo

A obra cênica ‘Nostalgia do Amor Ausente’ compõe a mostra Manufatura de Monólogos, prevista para os dias 20 e 24/fev. A sessão gratuita será neste sábado (23/fev), às 21h, no Teatro do Sesc Santos (R. Conselheiro Ribas, 136/Aparecida). Não recomendado para menores de 16 anos. Baseado no conto do autor gaúcho, Walmor Santos, ‘Nostalgia do Amor Ausente’ que segue integralmente o nome dado na publicação, traz à tona a reflexão sobre a ausência do amor perdido. A montagem do monólogo propõe entre a loucura e a realidade que o espectador através de seu olhar, perceba e se sinta a vontade para mergulhar de modo poético nas dores ora da personagem, ora da atriz, ora de nós mesmos.

Perdão e amor, então, são os únicos sentimentos capazes de atenuar a crítica que, inevitavelmente impiedosa, não deverá jamais ser estéril ou esterilizante. Em tempos que militamos por tantas questões óbvias, ‘Nostalgia’ busca a reflexão de quanto ainda necessário a discussão sobre o amor e suas tantas nuances se fazem presentes, mesmo que ausentes. Na linha tênue em que traz a figura de Lúcifer, completamente entregue à dor do amor perdido, se choca com a dura realidade de nós humanos vomitando suas dores reais que simbolicamente todos mesmo sem permissão emocional já sentimos ou iremos experimentar.

A peça tem direção de Déia Oliveira e tem o texto adaptado e protagonizado por Pri Calazans. Orientação de Nelson Baskerville, iluminação e sonoplastia de André Cajaíba, operação de som por Emerson dos Santos, figurino de Gisele Bilotte e maquiagem assinada por Carol Sthanke e Felipe Sthan. A coreografia e orientação corporal de Lucas Onofre, o músico convidado e a preparação vocal de Marcelo Marinho, o bonequeiro Wagner Bastos e o apoio do Sirena Salon.

Realizada pelo Sesc Santos, a Mostra Manufatura de Monólogos reúne 11 espetáculos inéditos e autorais, criados e desenvolvidos entre jun/18 e jan/19 por artistas da Baixada Santista. O projeto voltado para as potencialidades criativas na área teatral da classe artística local conta com a orientação dos santistas Nelson Baskerville e Luiz Fernando Marques Lubi, diretores renomados na cena teatral brasileira contemporânea. No dia 26/fev, às 20h, no Sesc Santos, os artistas e os orientadores realizam bate-papo aberto ao público, com mediação da dramaturga Dione Carlos.

 

#ManufaturaDeMonólogos: ‘Benjamin’ aborda circo-teatro e identidade negra

Por Corina de Assis e Felipe Veiga (Sesc Santos) | Foto: Rodrigo Montaldi Morales

A obra cênica ‘Benjamin – O Filho da Felicidade’ compõe a mostra Manufatura de Monólogos, prevista para os dias 20 e 24/fev. A sessão gratuita será neste sábado (23/fev), às 18h, no Teatro do Sesc Santos (R. Conselheiro Ribas, 136/Aparecida). Não recomendado para menores de 16 anos.

Um dos criadores do circo-teatro brasileiro, Benjamin de Oliveira era negro, palhaço, ator, compositor, ensaiador, figurinista, autor e produtor cultural. O espetáculo apresenta um recorte da história deste importante artista como ponto de partida para levantar questões relacionadas à afirmação da identidade negra no Brasil, com foco maior no campo das artes. A peça tem direção de Miriam Vieira e dramaturgia de Ronaldo Fernandes.

No palco, Jair Moreira, Hugo Henrique, Kevelin Santos e Emanuella Alves. Orientação de Nelson Baskerville, preparação corporal e assistência de direção de Emanuella Alves, preparação vocal de Anderson Avelino. O desenho técnico do cenário é de José Murilo, cenografia de Miriam Vieira, visagismo de Anderson de Oliveira, figurino de Cida Ferreira e Simone Lopes, maquiagem de Jair Moreira e Danny Pereira, iluminação de Juliana Sousa, aderecistas são Rodrigo Caesar e Wagner Galdino, produção de bonecos por Márcia Alves, audiovisual de Fabiano Keller, preparação circense com Fausto Franco, assistência de produção com Danny Pereira, Lucas Magalhães, Amauri Alves e Caio Xavier, produção visual de Betinho Neto e fotografia de Rodrigo Montaldi Morales.

Realizada pelo Sesc Santos, a Mostra Manufatura de Monólogos reúne 11 espetáculos inéditos e autorais, criados e desenvolvidos entre jun/18 e jan/19 por artistas da Baixada Santista. O projeto voltado para as potencialidades criativas na área teatral da classe artística local conta com a orientação dos santistas Nelson Baskerville e Luiz Fernando Marques Lubi, diretores renomados na cena teatral brasileira contemporânea. No dia 26/fev, às 20h, no Sesc Santos, os artistas e os orientadores realizam bate-papo aberto ao público, com mediação da dramaturga Dione Carlos.

 

Vem aí o Festival Fluxxo com bandas independentes no Centro de Santos

Por Prefeitura de Santos

A itinerância do Festival Fluxxo chega a Santos para oferecer, entre os dias 18 e 23, programação gratuita com oficina sobre o mercado musical e encerramento com shows de artistas independentes. Contemplado pelo Programa de Ação Cultural (ProAC), o festival, que tem encerramento em Santos, promoveu uma turnê de 19 dias, com cinco novas bandas circulando por cidades paulistas: São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Sorocaba, São José dos Campos e São Paulo.

Um dos objetivos do Fluxxo é reunir profissionais do mercado musical como artistas, produtores, técnicos e comunicadores para se conhecer e trocar ideias e aprendizados. A agenda tem início na próxima segunda-feira (18) com a oficina ‘O Show como Espetáculo’, que traz ao palco do Teatro Guarany (Praça dos Andradas, 100, Centro Histórico) o músico Maurício Pereira, que fez dupla com André Abujamra no grupo Os Mulheres Negras. Exclusivo para as bandas selecionadas pelo festival, o painel segue até a sexta-feira (22).

No sábado (23), na Praça Mauá, no Centro Histórico, a partir das 20h, é a vez das apresentações do Obinrin Trio, com sua mistura de coco, maracatu e baião; Judas no Deserto, que faz um pop contemporâneo com letras que abordam problemas sociais; Suco de Lúcuma, que mescla nuances de hip hop, neo soul e rock psicodélico à retórica da literatura beatnik. Também tem Sujeito Coletivo, que busca unir letras politizadas e ácidas com uma pegada rítmica e melódica que passa por acid jazz, reggae e trap (vertente do hip hop), e Meire D’Origem, rapper que tem um extenso currículo na cultura de rua.