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Fabião Nunes é o novo secretário de Cultura de Santos

O professor Fábio Nunes, o Fabião, será o novo secretário da Cultura de Santos, de acordo com jornais da Região. A Tribuna revelou que o titular da pasta, Raul Christiano, terá sua exoneração anunciada até o próximo sábado, dia 10. Segundo o Jornal da Orla, o secretário “tem dito que aceita com naturalidade a alteração e que já recebeu convites para integrar a equipe do governador Geraldo Alckmin”.

A mudança também é acompanhada da saída da secretária-adjunta, Cristina Barletta. Já o jornalista Luiz Gustavo Klein Carlan foi transferido no último dia 30 do gabinete do prefeito para a coordenação de Museus e Galerias, Departamento de Cine, Teatro e Espaços Culturais de Santos. O atual responsável por este departamento também é jornalista: Murilo Netto, que, por sua vez, vai chefiar o Departamento de Formação e Pesquisa Cultural.

[Errata dia 4/jan às 12h49: errei anunciando que o jornalista Sérgio Willians também sairia da presidência da Fundação Arquivo e Memória de Santos. Ele é diretor técnico. Vera Raphaelli é quem está a frente da instituição]

O novo secretário é uma indicação do PSB, que recém integra a base de governo do prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB). A alteração foi confirmada segundo A Tribuna em reunião na manhã do dia 2 de janeiro, em que o partido também garantiu a Secretaria de Meio Ambiente. As posses devem ocorrer na próxima semana.

Gestão de Raul Christiano

01Durante a gestão de Raul Christiano na Secretaria da Cultura, ocorreram a reforma do Teatro Coliseu, primeiro com AVCB em Santos, e o início de obras pontuais no Teatro Gurany e de revitalização do Teatro Braz Cubas. Também começou a revitalização do Teatro Rosinha Mastrângelo e da Concha Acústica, fechados respectivamente desde 2010 e 2001. Houve ainda a modernização do Museu da Imagem e do Som de Santos e projeto teatral no Casa Trem Bélico.

Na formação cultural, a Secult celebrou convênio com a organização social Poiesis – Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura, beneficiando 1200 alunos de atividades artísticas em Santos. Além disso, foram lançados os Portos de Cultura da Caruara, Morro São Bento e Zona Noroeste, sendo este inaugurando o Centro Cultural da Zona Noroeste, onde há destaque para o primeiro cinema público da região e para capacitações de carnavalescos.

Também estão previstos Portos de Cultura na Vila Progresso, na Praça da Paz Universal (Zona Noroeste), na Vila Nova (região do Mercado) e no Morro da Penha. Cada um deles contará com cinema, teatro, biblioteca, cursos e oficinas. Ainda, foi avançada a Lei Municipal de compartilhamento de gestão com Organizações Sociais (OS) nas seguintes áreas:

A música, que compreende a Orquestra Sinfônica Municipal, o Quarteto de Cordas Martins Fontes, a Camerata Villa Lobos, o Coral Municipal e a Orquestra Jovem; a dança, com o Corpo de Baile de Santos, a Escola de Bailado Municipal, a Escola Livre de Dança, a Escola de Dança Contemporânea e a Escola de Dança em Cadeira de Rodas; os cursos e oficinas, que incluem a formação e o desenvolvimento das atividades de iniciação e aperfeiçoamento artísticos, com as bibliotecas de suporte; o Teatro Guarany com a Escola de Artes Cênicas; e o Teatro Coliseu.

 

Cinco razões para Cadeia Velha não se prender a um museu

A partir de setembro de 2015, a Cadeia Velha de Santos poderá ser reaberta como Museu da Baixada Santista. A possibilidade se deu numa reunião do conselho do Sistema Estadual de Museus de São Paulo. Segundo matéria de A Tribuna, o Governo Estadual já estaria sondando o repasse da gestão compartilhada (SP e Prefeitura) para uma organização social, o Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração (Inci).

Por sua vez, em nota, o instituto garantiu no jornal que “há projetos em discussão para 2015 e, quando se tornarem uma realidade, com cronograma e recursos associados, ambas as partes terão o maior prazer em trazer a púbico a novidade”. Diante desse panorama, sou contrário a essa decisão ainda não ter sido amplamente discutida pela Baixada Santista.  Explico abaixo.

Seria o quinto museu em um raio de 2 Km

foto_jaqueCom a oficialização do Museu da Baixada Santista, este seria o quinto museu num raio de 2 Km no Centro da Cidade – já há o Museu Pelé (Ama Brasil), Casa do Trem Bélico (Prefeitura de Santos), Palácio Saturnino de Brito (Sabesp) e Bolsa do Café (também da Inci), todos instalados em equipamentos restaurados e antigos, volumosos, de indiscutível valor.

Mas qual é a demanda da centralização de mais um prédio do gênero, se sabemos que nem todos estes locais recebem públicos a centenas por mês?  Se há necessidade de um museu regional sobre o assunto e se é uma política de governo incentivar o turismo regional, não seria mais apropriado repassar este projeto a outras cidades, onde não desfrutam de um espaço para guardar sua memória?

Baixada Santista perde um espaço de formação cultural

Durante as últimas décadas, a Cadeia Velha sediou a Delegacia Regional de Cultura e, em seguida, a Oficina Cultural Pagu, gerenciada pelo Instituto Poiesis. Foi a partir daí que aproximou gerações de anônimos com as artes. De fato, pode-se discutir se o amplo espaço não podia ser melhor aproveitado pela organização, mas também ressaltemos que o prédio por anos necessitava de restauro e o salão do piso superior estava tomado de mais de 80 baldes por questão de goteiras. E precisava funcionar.

39681Os cursos da Oficina Cultural Pagu têm uma qualificação inegável. Para Santos, o município há mais tempo com cursos livres de artes da região, talvez seja mais interessante a política de descentralização das atividades formativas.

No entanto, os outros três quartos da população regional precisam de um local central para se aprofundarem nas artes, e a Cadeia Velha é o prédio centenário ao lado da Rodoviária Municipal, onde circulam ônibus de Santos e Litoral Sul, além de ser a duas quadras próximo de pontos de ônibus do Litoral Centro e São Vicente. Ou seja, enquanto a Oficina fazia morada lá, tornava-se em uma casa de fomento cultural para toda a Baixada.

Após a reforma da Cadeia Velha, continuar a manter a sede das Oficinas Culturais numa bela casa (e põe bela nisso) próxima à Avenida Ana 2Costa, no Campo Grande, em Santos, é facilitar o acesso das atividades aos santistas, mas afastá-la  o mesmo direito aos moradores de outras cidades – algo em torno de 1,2 milhão de pessoas. Porque por mais que haja atividades em outros municípios, a centralidade geralmente ocorre na sede regional.

É bom lembrar também que o entorno da Cadeia Velha, na Praça dos Andradas, é formado pelo Terminal Rodoviário, pela Escola de Artes Cênicas Wilson Geraldo – Teatro Guarany, pela Vila do Teatro e pelo futuro prédio da Secretaria da Educação. Ou seja, o público que circula o espaço aproveitaria muito mais o prédio enquanto ponto de fomento artístico qualificado e formação de público, do que no papel de espaço de patrimônio público e formação de público.

Museus do Inci não têm cursos livres artísticos

02Se a gestão da Cadeia Velha for repassada ao Inci, o histórico efervescente de cursos livres artísticos pode ficar no passado. Apesar do Museu da Imigração e da Bolsa do Café promoverem oficinas, workshops e palestras, não têm prioridade, costume e know-how de gerir cursos livres artísticos. Portanto, por mais que no Museu da Baixada Santista se promovam atividades assim, haveria um tempo natural de transição para que essas experiências tenham o devido resultado adequado.

Santistas recusaram três vezes fazer da Cadeia Velha um museu 

Já ocorreram três recusas da Cidade em tornar a Cadeia Velha em museu. Enquanto Museu Santista, Museu dos Andradas (entre as décadas de 60 até 80) e, no ano passado, pela própria Secretaria da Cultura de Santos que propôs em tornar o espaço multiuso em vez de um prédio para acervos. A própria classe artística também refutou a ideia em protestos e manifestações no ano passado.

Aliás, a ideia do secretário municipal Raul Christiano em tornar a Cadeia em um espaço plural sempre me foi mais atraente do que o museu. Em abril de 2013, ele propôs que o local mantivesse auditório e cafeteria, além de uma livraria, o Museu da Imagem e do Som de Santos (MISS), uma oficina de restauro, uma parte do Museu da Língua Portuguesa e salas livres para cursos artísticos. Com exceção do MISS, podendo ser trocado pela sede da Oficina Pagu, creio pessoalmente que todos os outros espaços poderiam ser instalados lá com maior êxito e fluxo do que no provável Museu da Baixada Santista.

PSDB deve respeitar a sua trajetória democrática

???????????????????????Não sou filiado a partidos, mas entendo que são poucos que despontam com popularidade em nível nacional como o PT, PSDB e PMDB há tantas décadas. A principal bandeira destes partidos é a democracia, portanto, o exercício de escutar a população para tomada de decisões.

Estamos falando do futuro rumo de um dos prédios centenários mais antigos de Santos e, provavelmente, até então o mais importante politicamente – desde a sua localização, como a sua trajetória em sediar os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário ao longo dos séculos 19 e 20.

Portanto, pela relevância do prédio e pela bandeira do partido e dos governantes, é mais que necessário o processo de transparência sobre a discussão do uso da Cadeia Velha, até mesmo porque essa foi uma questão da Secult a ser discutida com os artistas em 2015. Ao meu ver, não deveria ser debatida apenas pelo movimento cultural, Prefeitura e Governo de SP – a gestão será compartilhada na reabertura do espaço.

Na terra natal de Mário Covas, ex-governador e padrinho do atual governador Alckmin, o debate sobre o uso e futuro da Cadeia deveria ser ainda mais ampliado também em audiências públicas, junto a conselhos municipais e estaduais, à Comissão Especial de Vereadores e às instâncias do legislativo estadual e atender o que a população de Santos e região decidir qual o melhor projeto de ocupação da Cadeia Velha de Santos.

*Lincoln Spada

Cadeia Velha de Santos deverá ser Museu da Baixada Santista

A Cadeia Velha de Santos deverá ser reaberta como Museu da Baixada Santista no último trimestre de 2015. A novidade foi confirmada por três pessoas que participaram do Sistema Estadual de Museus de São Paulo. O anúncio foi ventilado em uma reunião em setembro do conselho. “Está fechado que lá será um espaço para contar a história do litoral paulista”, comemorou um dos membros, que garante que a ideia partiu do próprio secretário estadual da Cultura, o museólogo Marcelo Araújo.

Por três vezes o prédio centenário foi sugerido para sediar um acervo permanente. Em 1967, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional desejava que lá se tornasse o Museu Histórico e Pedagógico dos Andradas. A Cadeia como o Museu Santista foi discutida até 1984, quando passou a ser gerida pelo Governo Estadual.

> Conheça o histórico da Cadeia Velha

foto_jaqueJá em 2013, o próprio secretário estadual sugeriu que lá se tornasse no Museu da História de Santos. Marcelo Araújo é especialista na área de preservação do patrimônio histórico. Antes de assumir a pasta, foi diretor do Museu Lasar Segall entre 1997 e 2001, e diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo entre 2002 e 2012.

A Cadeia Velha ainda continua sendo gerida pelo Governo de São Paulo até sua reabertura, quando terá uma gestão compartilhada com a Prefeitura de Santos. Assim, enquanto o primeiro promoverá atividades artísticas no local, funcionários municipais farão serviços de manutenção e limpeza.

De acordo com a Secretaria do Estado, “o uso do local está sendo definido pela Secretaria da Cultura em conjunto com a Prefeitura de Santos”. Já a secretaria municipal afirma que: “a obra na Cadeia Velha é executada pela Secretaria de Estado da Cultura. O imóvel pertence àquela secretaria, que pode lhe informar sobre a destinação que será dada”.

Mesmo assim, havia uma vontade de mobilizar um debate com a classe artística sobre o projeto de uso em 2015, conforme entrevista com o secretário municipal da pasta Raul Christiano para o jornal A Tribuna no ano passado.

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Multiuso

Erguida entre 1838 e 1868, a Cadeia Velha de Santos já foi Câmara Municipal, presídio, fórum, Tribunal da Justiça, hospital e até quartel-general até ser desativada em nível municipal em 1958. Durante esse período, ela foi tombada em nível federal, estadual e municipal e foi reaberta em 1984 como delegacia regional de cultura. Até seu fechamento em dezembro de 2011, era a sede das Oficinas Culturais Pagu, hoje instalada numa casa em Campo Grande.

Restauração

O Governo Estadual investiu em março desse ano uma verba de R$ 7,5 milhões para obras de restauro realizadas pelas empresas Erbauen e Gepas. Com mais de 2 mil m² de área construída, o prédio terá: salas de produção de áudio e vídeo, auditório, memorial, recepção, administração, salão de exposições e banheiros.

As fachadas, esquadrias e pinturas ornamentais serão totalmente restauradas. O projeto inclui a adaptação de todas as áreas para receber pessoas com deficiência e a implantação de um elevador para acesso ao pavimento superior. A previsão é que o local seja reaberto no último trimestre de 2015.

*Fotos: Divulgação

A história da versátil Cadeia Velha de Santos

Câmara Municipal, presídio, fórum, Tribunal da Justiça, hospital, quartel-general, ponto de manifestações e centro cultural. Tantas utilidades em quase 15 décadas para um prédio que desde o início de 2012 está de portas fechadas à população: a antiga Casa de Câmara e Cadeia, mais conhecida como Cadeia Velha de Santos.

“Ainda mais, porque é uma construção típica do Brasil, com pedra, cal, argila, areia e melado de cana-de-açúcar”, detalha Luciana Sans de Menezes, arquiteta responsável pelo projeto executivo de restauro do local que guarda muitas memórias em seus 2 mil metros quadrados, contemplando 13 salas (dessas, oito antigas celas) no térreo e outros sete ambientes no andar superior.

> A Cadeia vai virar Museu! Leia aqui!

“A Cadeia Velha é o nome popular, mas, na verdade, ela era chamada antes de Cadeia Nova, porque foi a segunda da Cidade”, destaca Luciana. O primeiro presídio de Santos também concentrava os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e foi erguido ainda no século 19, bem na Praça da República, mas demolido devido a sua pequena estrutura, em 1870. Assim, os serviços do Paço Municipal, da Câmara e do Fórum foram transferidos ao novo equipamento.

Já em 1820, as lideranças da futura cidade (a emancipação seria em 1839) de quatro mil habitantes cogitavam a construção de um local de maiores proporções, bem no Largo de São Jerônimo, terra da família dos Andradas (por isso, a futura praça ganhou esse nome).

01Em 1831, o projeto original sem autoria previa a cadeia nova com dois pavimentos em todo o prédio, sem os alpendres (sacadas) no pátio interno, sequer janela central na fachada: no lugar, haveria um brasão do Império. Com o decorrer das obras, iniciadas em 1838, o prédio foi ampliado e sofrendo alterações, até ser concluído 30 anos depois.

DE QUARTEL A PRISÃO

A demora nas intervenções está relacionada com a Guerra do Paraguai. Com os combates, a economia do Império previa poucos recursos aos edifícios públicos. Além de que as obras foram paralisadas entre 1865 e 1866, justamente para que o lugar se tornasse em quartel das tropas brasileiras.

Somente nos anos seguintes, é que ele centralizaria os três poderes da Cidade. De acordo com atas oficiais, seria até visitada pelo imperador Dom Pedro II, a princesa Isabel e seu marido Conded’Eu, em 1888. A solenidade também homenagearia a princesa, autora da Lei Áurea, já que metade da população santista (na época, já eram 10 mil habitantes) era formada por negros. E, desde então, seu nome batizou a plenária dos vereadores.

Luciana explica o funcionamento do espaço: “Nas Casas de Câmara e Cadeia, era bem comum que nas salas do pavimento superior funcionassem o Legislativo e o Fórum, e o primeiro andar fossem reservados aos presos. O atual jardim central, no térreo, na época, era o pátio dos prisioneiros”.

03Na lista de presidiários, tanto assaltantes quanto presos políticos, entre eles, a modernista Patrícia Galvão, a primeira mulher presa por razões políticas, ao participar de uma greve sindical no Porto de Santos, em 1930.

O prédio permaneceu recebendo presos até 1958, quando o local já sofria de uma superlotação carcerária: eram 300 pessoas para 80 vagas. Daí, foi desativado, restaurado e tombado como patrimônio histórico em nível federal. Em 1973 e 1974, o espaço também foi tombado respectivamente em níveis municipal e estadual.

SEGUNDO RESTAURO

Destinado a se tornar Museu dos Andradas, a Cadeia Velha fechou as portas até ser repassada ao Governo Estadual e restaurada, em 1984. Assim, desde a década seguinte, tornou-se o lar do projeto paulista Oficina Cultural Pagu.

W DE WALLACE

Segundo a arquiteta Luciana Sanz de Menezes, durante o trabalho de restauro, “fizemos a prospecção de cerca de 80 centímetros quadrados nas paredes e achamos pinturas murais, algumas repetitivas e outras artísticas”. Umas ainda do século 19, e outras do século 20, todas camufladas de tinta branca na última reforma.

Por estarem nas bordas das paredes, não é possível reconhecer os desenhos. O único símbolo que Luciana identificou foi uma letra W. “Penso que pode ser uma homenagem ao vereador Wallace”. Inácio Wallace da Gama Cochrane foi o presidente da Câmara que concluiu as obras da Cadeia Velha.

*Publicado em A Tribuna em 26 de agosto de 2013

 

Inscrições para conselho cultural de São Vicente encerram sexta

Os artistas de diversos segmentos de São Vicente podem até sexta-feira (dia 12), candidatar-se ao Conselho Municipal de Política Cultural da Cidade (CMPC-SV) para a gestão de 2014/2016. Estão abertas vagas em 13 áreas: artes circenses, artes plásticas, artes visuais, artesanato, audiovisual, cultura negra, culturas populares, culturas tradicionais, dança, literatura, música, pontos de cultura e teatro.

A eleição dos novos conselheiros será no próximo dia 20, das 9 às 14 horas, nas Oficinas Culturais de São Vicente. Interessados precisam comparecer ainda nesta semana, das 9 às 17 horas, na sede da Secretaria da Cultura (Av. Emb. Pedro de Toledo, 593, Gonzaguinha), ou por e-mail: culturasv2014@gmail.com.

Todas as pessoas podem se inscrever como eleitoras ou candidatas ao CMPC-SV, desde que comprove residência na Cidade há pelo menos dois anos e apresente documento de identidade oficial com foto (RG, CNH, carteira de trabalho ou Identidade Profissional).

*Secretaria de Cultura de São Vicente