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Em Guarujá, alunos de cursos da Secult apresentam seus trabalhos

Por Prefeitura de Guarujá

Em dezembro diversos pontos de Guarujá foram palcos para as apresentações de encerramento do semestre dos cursos oferecidos pela Secretaria de Cultura. O público pôde prestigiar encenações teatrais, apresentações de ballet, piano, violão, mostras de artesanatos, entre outras atividades. E, para finalizar a programação artística e cultural de 2018, os alunos de canto e violão do Anfiteatro Ferreira Sampaio (Av. Oswaldo Aranha, 80, Jd. Maravilha) se apresentam nesta na quarta (19/dez) às 19h.

O Teatro Municipal teve seus assentos lotados pelo público para assistir aos alunos do Ballet, também recebeu entre 3 e 5/dez, a mostra de artesanato, encenações teatrais e audição de piano. No Perequê, os alunos de artesanato confeccionaram um presépio e decorações de natal, e o grupo de violão também se reuniu na última sexta (14/dez) para fechar o ciclo.

Os alunos da Usina Hip Hop, no último sábado (15/dez), escolheram a Praça 14 Bis como palco para apresentações de teatro, canto, musicalização e discotecagem. No Anfiteatro Ferreira Sampaio, nos dias 15 e 17/dez, a mostra de espetáculos infantis apresentou ‘O Natal em OZ’, ‘O Mistério de Feiurinha’ e ‘Peter Pan no Sítio do Pica Pau Amarelo’ encantando o público.

 

‘Som na Ocupação’ nesta sexta-feira na EE Azevedo Júnior

‘Som na Ocupação’ é o nome do projeto cultural que se apresentará na Escola Estadual Azevedo Júnior, em Santos, em frente ao número 65 da Rua Dom Pedro I, esquina com a Rua Marquês de Olinda Santos, na Vila Belmiro. No encontro gratuito a ser realizado nesta sexta-feira (dia 11), das 16 às 20 horas, estarão se apresentando o músico Rafael Palmieri, o coletivo Percutindo Mundos, o DJ Luiz Dias Lufer (Futuráfrica), Bakka (Piratas do Maxixe) e Dino Menezes (audiovisual).

Para valorizar e fortalecer esse momento de dificuldades na ocupação da Escola Estadual Azevedo Junior, os alunos convidaram artistas para se apresentar dentro da escola. A intenção é atrair as pessoas que estão vendo esse movimento de longe para dialogarem e acompanhar de perto o que está acontecendo. Os estudantes estão precisando de comida e tintas para continuarem a pintar a escola, então é importante que quem tiver a possibilidade levar uma lata de tinta ou rangos para a galera poder cozinhar lá! Vamos participar e dialogar, o espaço é aberto.

Carta dos alunos sobre a ocupação

Aos pais e à população,

Nós ocupantes da Escola Estadual Professor Azevedo Júnior, queremos através desta nota esclarecer os acontecimentos ocorridos nos últimos dias. No dia 23 de novembro deste ano a Escola Estadual Professor Azevedo Júnior foi ocupada por nós, estudantes e apoiadores, como forma de protesto à Proposta de Reorganização do Ensino, feita pelo governador Geraldo Alckmin nas últimas semanas.

Desde então, nós ocupantes temos nós dividido em grupos para realizar as diversas melhorias estruturais necessárias no prédio da escola (pintura, manutenção das salas, limpeza em geral, resgate materiais abandonados e etc). Todos os dias às 07hrs, o portão é aberto para que as pessoas entrem e participem das atividades propostas, sejam elas pedagógicas (aulas que nós ocupantes trazemos através de professores aliados) ou de manutenção; às 22hrs o portão é fechado para que nós possamos organizar a escola e então descansar.

Hoje pela manhã, enquanto ainda estávamos dormindo, a polícia chegou e abordou a todos a respeito de um cadeado num portão que dá acesso do pátio à secretaria, nós ocupantes agimos de forma pacífica ao apenas acompanhar o procedimento, quando ao cantarmos uma música de protesto fomos atingidos com spray de pimenta e ameaçados por um deles a apanhar de borracha quando o Juiz chegasse com o documento da reintegração.

Este, pais e população, é o diálogo proposto a nós pela polícia e pelo estado, estamos sendo ameaçados de agressão sempre que entramos em negociação com os mesmos; escutamos inclusive, que se não sairmos por vontade própria hoje, seríamos tirados a força pela Tropa de Choque da Polícia Militar. Agora, respondam para nós: qual risco um grupo de estudantes, dispostos a lutar pela educação, oferecem à população para que seja necessário o auxílio da Tropa de Choque? Todos estes dias estávamos aqui com o tal portão (que hoje foi lacrado pela polícia no episódio da manhã) aberto e em nenhum momento ultrapassamos o “limite” a fim de não atrapalhar o andamento dos trabalhos da diretoria, secretaria e coordenação da escola, então novamente perguntamos:

Qual risco oferecemos à população? Desde o início temos deixado o portão principal aberto para qualquer cidadão (seja ele pai de aluno ou não) que quisesse, entrar e acompanhar o andamento das atividades e processos de revitalização que por nós foram iniciados e as visitas foram poucas, quase que inexistentes. Queremos então, pedir para que, antes de acreditar no que a mídia corporativista está dizendo para vocês sobre as ocupações, venham nos perguntar pessoalmente, pois somos nós que estamos vivendo tudo na pele, nós que estamos sentindo a repressão por lutar por nossos direitos.

A ocupação continuará até que consigamos o que queremos: A queda do Plano de Reorganização do Ensino no Estado de São Paulo. Estamos unidos e focados neste mesmo objetivo é ameaçados ou não, resistiremos, pois aqui não tem arrego! NÃO TEM ARREGO!

*Rafael Palmieri

 

Polo do Projeto Guri de SV se apresenta nesta semana

As Oficinas Culturais Professor Oswaldo Névola Filho receberão no final do mês as apresentações de encerramento do ano dos alunos do polo vicentino do Projeto Guri. A próxima sessão será nos dias 24 e 26 de novembro, às 18 horas, no auditório do local (Rua Tenente Durval do Amaral, 72, Catiapoã).

PROJETO GURI

É um programa de educação musical que completa 20 anos atendendo a 30 mil crianças e adolescentes em 370 espaços do estado de São Paulo. O polo vicentino do Projeto Guri é uma iniciativa em parceria com a Secretaria da Cultura de São Vicente que oferece a infraestrutura das Oficinas Culturais para a realização das aulas.

*Lincoln Spada

 

Alunos farão contação de histórias neste sábado em SV

01Um local para ser morada do lúdico e de contação de histórias. Este é o objetivo da oficina de confecção de caixas de histórias realizada pela Secretaria da Cultura de São Vicente com apoio da Associação dos Artistas. A apresentação do resultado será no próximo dia 17 (sábado), às 16 horas, nas Oficinas Culturais Professor Oswaldo Névola Filho (Rua Tenente Durval do Amaral, 72, Catiapoã).

No evento, ocorrerá a apresentação dos alunos, que farão contação de histórias para o público infantil. O curso gratuito foi oferecido durante o segundo semestre pelo professor Beto Vieira. A sessão também será gratuita ao público.

Beto é chefe de departamento de artes cênicas da Secult, ator, arte-educador e contador de histórias, faz parte da Cia Histórias do Baú e já representou o Brasil em festivais internacionais de teatro. Ao longo de sua carreira já recebeu diversos prêmios como ator e diretor dentre eles o da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

*Lincoln Spada

 

Exposição gratuita de cartonagem e papietagem em São Vicente

O resultado das aulas de cartonagem e papietagem ministradas em São Vicente está em exposição gratuita até o dia 3 de julho, nas Oficinas Culturais Professor Oswaldo Névola Filho (Rua Tenente Durval do Amaral, 72, Catiapoã). A atividade é realizada pela Secretaria Municipal da Cultura com a Oficina Cultural Pagu.

Cartonagem é a arte de confeccionar obras de cartão. Já papietagem é a técnica de produzir objetos por meio do papel. Durante o curso, os alunos aprenderam com a professora Márcia Alves a fazer máscaras e bonecos utilizando a técnica.

*Lincoln Spada

 

‘O Rei e a Coroa Enfeitiçada’ é destaque nesta quarta-feira em Cubatão

Crianças da cidade acompanham na próxima quarta-feira (20), às 15h, a peça teatral “O Rei e a coroa enfeitiçada”. Será no Bloco Cultural da Cidade (Pça. dos Emancipadores, s/nº), voltado para alunos da rede pública de ensino. A apresentação faz parte do Projeto Circuito Cultural Paulista, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.

No palco, a Cia Mesa 2 Produções conta a história do reino da Felizlândia, que é governado por Nicolau I, um rei honesto e de bom coração, que faz questão de viver com simplicidade e só pensa no bem-estar de seu povo. Nicolau I e sua esposa Margarida têm uma linda filha, Irene, que herdará o trono quando atingir a maioridade. Aos 17 anos, Irene namora seu professor de equitação, Augusto Valente, um jovem plebeu sério, astuto e trabalhador.

Mas o rei é enfeitiçado por conta da ideia maléfica de seu próprio irmão. E de uma hora para outra, Nicolau I se transforma: proíbe o casamento da filha, diz coisas absurdas e toma decisões estapafúrdias. A loucura é tal que o Conselho da Corte decide depor o rei, que é posto numa camisa de força, e determina que o irmão dele seja coroado. O reino só será defendido pelo namorado da princesa e seu inseparável amigo Pulga.

Com direção de Débora Falabella e Cynthia Falabella, a peça fala do papel do governante e de sua imensa responsabilidade, apresentando ao público infantil temas como poder, bem comum, inveja, ganância, comprometimento, esperteza, oportunismo, trapaça e solidariedade – sempre de maneira lúdica e divertida.

*Prefeitura de Cubatão

 

Casa da Música recebe reforma para aprimorar atendimento, em Itanhaém

A Casa da Música recebe desde o início de janeiro investimentos em infraestrutura para aprimorar o atendimento a estudantes matriculados nas Oficinas Culturais oferecidas em Itanhaém. A unidade passa por manutenção e mudança de visual com a troca de telhados, modernização nas instalações elétricas e hidráulicas, reforma de banheiros, além de pintura em todo o prédio.

O andamento da reforma está acelerado, com previsão de término para a segunda semana de março. Os alunos, que frequentam a Casa da Música de segunda a sexta-feira, têm à disposição aulas gratuitas de violão, contrabaixo elétrico, bateria, teclado, piano, flauta doce e transversal, saxofone, guitarra, flugel, trompa, trompete, trombone, euphonium, tuba, percussão, desenho, pintura, canto coral e linha de frente.

 Os trabalhos de manutenção do prédio foram elogiados pelos alunos. “É uma reforma que trará conforto para as aulas. Trata-se de um investimento que beneficiará os cursistas de agora e os que virão. Participo há três anos das atividades, e posso garantir que os professores são maravilhosos”, conta a estudante das aulas de teclado e desenho, Vandarci da Silva Ignácio, de 67 anos.

 “A intervenção proporcionará ambientes saudáveis, com condições físicas para o desenvolvimento do estudo, contribuindo para um melhor desempenho no processo de ensino-aprendizagem”, ressalta o diretor de Cultura de Itanhaém, Rodrigo Zanella.

*Prefeitura de Itanhaém