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#ManufaturaDeMonólogos: ‘Benjamin’ aborda circo-teatro e identidade negra

Por Corina de Assis e Felipe Veiga (Sesc Santos) | Foto: Rodrigo Montaldi Morales

A obra cênica ‘Benjamin – O Filho da Felicidade’ compõe a mostra Manufatura de Monólogos, prevista para os dias 20 e 24/fev. A sessão gratuita será neste sábado (23/fev), às 18h, no Teatro do Sesc Santos (R. Conselheiro Ribas, 136/Aparecida). Não recomendado para menores de 16 anos.

Um dos criadores do circo-teatro brasileiro, Benjamin de Oliveira era negro, palhaço, ator, compositor, ensaiador, figurinista, autor e produtor cultural. O espetáculo apresenta um recorte da história deste importante artista como ponto de partida para levantar questões relacionadas à afirmação da identidade negra no Brasil, com foco maior no campo das artes. A peça tem direção de Miriam Vieira e dramaturgia de Ronaldo Fernandes.

No palco, Jair Moreira, Hugo Henrique, Kevelin Santos e Emanuella Alves. Orientação de Nelson Baskerville, preparação corporal e assistência de direção de Emanuella Alves, preparação vocal de Anderson Avelino. O desenho técnico do cenário é de José Murilo, cenografia de Miriam Vieira, visagismo de Anderson de Oliveira, figurino de Cida Ferreira e Simone Lopes, maquiagem de Jair Moreira e Danny Pereira, iluminação de Juliana Sousa, aderecistas são Rodrigo Caesar e Wagner Galdino, produção de bonecos por Márcia Alves, audiovisual de Fabiano Keller, preparação circense com Fausto Franco, assistência de produção com Danny Pereira, Lucas Magalhães, Amauri Alves e Caio Xavier, produção visual de Betinho Neto e fotografia de Rodrigo Montaldi Morales.

Realizada pelo Sesc Santos, a Mostra Manufatura de Monólogos reúne 11 espetáculos inéditos e autorais, criados e desenvolvidos entre jun/18 e jan/19 por artistas da Baixada Santista. O projeto voltado para as potencialidades criativas na área teatral da classe artística local conta com a orientação dos santistas Nelson Baskerville e Luiz Fernando Marques Lubi, diretores renomados na cena teatral brasileira contemporânea. No dia 26/fev, às 20h, no Sesc Santos, os artistas e os orientadores realizam bate-papo aberto ao público, com mediação da dramaturga Dione Carlos.

 

Atriz Tamirys O’hanna vence no voto popular o Prêmio Aplauso Brasil

Por Lincoln Spada | Atualizado 25/jan às 23h07

Direto da Baixada Santista, a atriz cubatense Tamirys O’hanna foi a vencedora pelo voto popular na categoria melhor atriz coadjuvante no segundo semestre de 2018, alcançando 1.978 votos. Assim, participa da próxima fase relacionada a escolha do júri técnico. Aos 25 anos, a artista vive em São Paulo e foi indicada após encenar em ‘Os 3 Mundos’, peça com dramaturgia do santista Nelson Baskerville junto de Paula Picarelli, também protagonista e idealizadora do espetáculo.

Primeira obra teatral dos aclamados quadrinistas Fábio Moon e Gabriel Bá, ‘Os 3 Mundos’ é um espetáculo multimídia que mescla artes cênicas e marciais, histórias em quadrinhos e audiovisual. Em um cenário distópico pós-apocalíptico, dois grupos de hábitos distintos se confrontam em meio ao fanatismo e à sobrevivência, diante de líderes que permeiam lágrimas e hipocrisia.

Tamyris teve formação profissional no Teatro do Kaos e cursou a Escola de Arte Dramática (USP), também fazendo aulas de dança na Broadway Dance Center (Nova York, EUA). Nos palcos da Baixada Santista, participou de ‘Caminhos da Independência’, ‘Encenação da Fundação da Vila de São Vicente’, ‘A Falecida’ e sendo a última passagem em ‘O Sertanejo e o Tinhoso’ (2016).

Entre os seus trabalhos internacionais, participou do maior teatro musical de rua de Portugal, a encenação ‘Um Porto para o Mundo’, dirigida por Amauri Alves: “Hoje ganha a Tamirys, e também a cultura e o teatro de Cubatão e da Baixada Santista”. Ainda, é possível ver a atriz no Netflix: ela interpreta a guarda Marta da segunda temporada da série original do streaming, ‘3%’.

O Prêmio Aplauso Brasil vem da plataforma digital homônima especializada em teatro, criada há 15 anos. O que diferencia a premiação de outras é o seu formato. Por semestre, há um sistema de votações de dinâmica compartilhada, com participação de júri técnico e voto popular durante a indicação e escolha de artistas e equipe técnica em cada uma das 18 categorias.

Secretários de Cultura da região debatem no Sesc Santos nesta quinta

Por André Azenha

Com o objetivo de traçar uma reflexão sobre os últimos quatro anos na cultura da Baixada Santista e um prognóstico para o futuro, o 5º CulturalMente Santista – Fórum Cultural de Santos, evento que integra o calendário oficial do município, promove um debate com os Secretários de Cultura da Região, quinta-feira, 16h, na sala 1 do Sesc Santos (Rua Conselheiro Ribas, 136, Aparecida). A entrada é franca.

Já estão confirmados os secretários Fabião Nunes (Santos), Amauri Alves (São Vicente) e Wellington Borges (Cubatão), Odair Dias Filho (Guarujá), além do diretor executivo da Agência Metropolitana de Santos, Hélio Hamilton. A mediação será da jornalista Nara Assunção.

 

Revista Relevo entrevista secretário de cultura de São Vicente, Amauri Alves

Por Lincoln Spada

Um dos principais nomes da trajetória da Encenação da Fundação da Vila de São Vicente, Amauri Alves participou da produção das primeiras edições dos anos 80, foi um dos articuladores da sua recriação em lei municipal nos anos 90, e, na mesma década, capitaneou o atual formato do maior teatro em areia de praia do mundo: atores globais, mil atores da comunidade, temporada de sessões, etc.

Premiado internacionalmente como diretor da Cia Histórias do Baú, Amauri assumiu a Secult na virada do milênio, durante os ‘500 anos do Brasil’ – época em que as ações culturais evidenciaram historicamente a Cidade. Desde que Bili chegou a Prefeitura em 2013, Amauri retornou à pasta. E em entrevista virtual à Revista Relevo, o gestor aborda sobre a atuação de uma das raras secretarias que não mudou o titular durante todo o mandato do prefeito.

Na atual gestão, a Secult conseguiu reabrir as Oficinas Culturais Prof. Oswaldo Névola Filho e manter diversas atividades formativas, seja convênio com OSs, comissionados, professores voluntários ou parcerias com coletivos da cidade. A transferência do prédio foi benéfica? E a partir das experiências, qual seria o melhor modelo de gestão para o local?

a8A adequação do espaço com conforto, acessibilidade, praticidade e segurança foi essencial para a realização das atividades nas Oficinas Culturais durante nossa gestão. O local atraiu centenas de interessados nas atividades formativas, eventos e apresentações artísticas.

Sobre o modelo de gestão, acredito que uma equipe de técnicos da Secretaria da Cultura pode gerenciar as oficinas em parceria com uma OS, que efetuaria as contratações dos professores e atividades e compra de materiais de consumo. Nesse formato, temos agilidade para substituir modalidades, fornecer material para o desenvolvimento das atividades e programar apresentações artisticas.

Já é muito forte a relação da Encenação de São Vicente com o calendário municipal e a Secult. O secretário já iniciou com elas nos anos 80 e, nestes anos, dirigiu-a enquanto musicais. Neste ano, a crise financeira gerou o cancelamento da edição e o IHGSV decidiu criar o seu próprio evento na sede. Como a Secult vê a alternativa dada pelo instituto e como observa a gestão e o rumo das próximas edições?

Toda e qualquer manifestação cultural é importante para o desenvolvimento do cidadão e da cidade. Qualquer grupo ou instituição pode contar teatralmente uma mesma história. Tradicionalmente, a Encenação da Fundação da Vila de São Vicente é o maior espetáculo de teatro realizado em areia de praia do mundo, no local, onde hipoteticamente os fatos históricos aconteceram. O espetáculo do Instituto Histórico teve outro formato e foi realizado em outro local.

De toda a região, a Secult de São Vicente foi a que mais investiu em ações de intercâmbio, seja com as cidades-irmãs Zacatecas (México) e Naha (Japão), seja com atividades com artistas da Espanha, Portugal, Argentina e Paraguai, tendo vivenciado um festival internacional de teatro infantil. Como a secretaria analisa o legado desse intercâmbio para os artistas locais?

a2Acrescento ainda Peru, Equador, Suécia e Nigéria. Essa política gera muitas possibilidades. A possibilidade de troca de saberes, aperfeiçoando o conhecimento de artistas locais e potencializando currículos e projetos futuros. A possibilidade de intercâmbios com apresentações, exposições e formações em outros países, fortalecendo o movimento cultural de São Vicente que ganha notoriedade e repercussão também em terras brasileiras.

A possibilidade de divulgação de nossa cidade através da circulação dos artistas estrangeiros que, ao passarem por São Vicente, divulgam suas realizações na imprensa de seus países de origem, gerando mídia espontânea e fomentando nosso turismo. E a possibilidade de divulgação de nossa cidade através da circulação dos artistas vicentinos em outros países, divulgando nossa arte, nossa história e fomentando a cultura da paz.

a4Nossa gestão proporcionou possibilidades para diversos artistas dos mais variados segmentos, onde alguns deles viajaram para outros países e outros criaram vínculos profissionais e afetivos com artistas que por nossa cidade passaram.

As artes urbanas e a dança foram os segmentos que mais despontaram em projetos de apoio, como o Vias Vivas, Festival de Quadrilhas Juninas, cursos e intercâmbios. Neste ano, a tatuagem ganhou agenda e o artesanato reocupou o Parque Vila de SV. Na avaliação da Secult, o que mudou no panorama dessas quatro áreas nos últimos anos?

a3A grande mudança aconteceu na organização do movimento cultural. Todos tiveram voz e foram ouvidos. Os que se organizaram conseguiram maiores apoios, pois estavam mais envolvidos em busca de resultados e melhorias contínuas em suas áreas de atuação.

Além das novas Oficinas Culturais, a Prefeitura reabriu a Casa da Cultura Afro-Brasileira, mas iniciou ou continuou obras ainda não previstas. Está prevista a entrega neste ano do Cine 3D, Teatro Municipal ou CEU das Artes no Humaitá? Se sim, já há alguma discussão sobre como deve ser o uso desses espaços?

A atual gestão não somente reabriu espaços. Eles foram reestruturados na forma física e no conteúdo. As Oficinas Culturais são o melhor exemplo, e após o restauro do antigo Museu do Escravo, atendendo os anseios da comunidade e entidades envolvidas do seguimento da cultura negra, o local foi rebatizado como Casa da Cultura Afro-Brasileira – Memorial ao Escravizado, que, além da exposição permanente, passou a contar com palestras, encontros, sessões de cinema e eventos relacionados ao tema.

a5Já o Parque Cultural Vila de São Vicente abriu suas portas para o desenvolvimento do artesão local, com espaços para venda e oficinas permanentes, além de reestruturar a Casa da Encenação conforme foi concebida, com exposições de figurinos, fotos, vídeos e adereços do espetáculo.

A reforma no Cine 3D, que estava com sua estrutura totalmente comprometida, teve início com recursos oriundos do DADE, mas não há previsão para o término da obra, da mesma forma que o CEU das Artes no Humaitá. Acredito que a sociedade civil organizada, por meio dos coletivos artísticos e do Conselho Municipal de Políticas Culturais devam participar de discussões para o direcionamento dos novos espaços quando estiverem prontos.

Desde 2013, reportagens citam que São Vicente sofre com vandalismo em patrimônios públicos. Mais recentemente, o Conselho de Defesa do Patrimônio foi à imprensa abordar sobre a Casa Martim Afonso e estátuas na orla. De fato, há uma situação de abandono por parte do Poder Público aos patrimônios históricos?

a3Há uma situação de vandalismo generalizada em todo o Brasil. Cotidianamente recebemos notícias sobre depredação de patrimônios históricos, mobiliário urbano, esculturas, etc, inclusive em nossas cidades vizinhas. O que faltou em São Vicente foram recursos (tanto materiais, quanto humanos) para que as repostas aos atos de vandalismo fossem feitas de forma rápida.

Acredito que um trabalho de educação deva ser realizado nas escolas, tanto públicas quanto privadas, para tentar fazer com que crianças, jovens e adultos compreendam que o que é público é um bem que pertence a todos. Somente assim, através da educação, o problema de vandalismo será resolvido.

A Prefeitura reduziu a verba prevista para a Secult nestes quatro anos em 40%. Ainda assim, do montante estimado na lei em R$ 37 mi, só foram investidos nesse período R$ 14 mi (menos de dois terços). Neste ano, dos R$ 7,8 mi previstos, a Secult só recebeu R$ 1,2 mi (corte de 85%), segundo Portal da Transparência. Até que ponto pode ser atribuído esses índices pela crise financeira, erro de gestão ou a cultura não ser prioridade do prefeito?

O orçamento da pasta de cultura quase nunca é respeitado, municipal, estadual ou de forma federal. É uma das primeiras pastas a sofrer cortes em momentos de crise. Em meu entendimento, o grande problema da falta de recursos para a área da cultura em São Vicente foi decorrente da crise financeira municipal, amplificada pela crise nacional.

Ao reativar o Conselho de Políticas Culturais, a Secult conseguiu articular as leis do Sistema e do Plano Municipal de Cultura, a efetivação do Fundo Pró-Cultura e de legislações sobre o Film Comission e a permissão de bilheteria nos auditórios municipais. Como a secretaria avalia a relação com a sociedade civil e como são oportunas essas leis aprovadas?

a2Desde nossos primeiros meses de gestão, procuramos abrir canais de diálogo entre os fazedores e consumidores de cultura em São Vicente. O desenvolvimento e crescimento do setor está intrinsecamente ligado à organização desses segmentos. Um movimento de cultura onde os objetivos principais sejam coletivos, e não individuais.

Estimulamos o Conselho Municipal de Politicas Culturais a atuar de forma correta, sem a intromissão direta do Poder Público. Em parceria com a equipe da Secult, a cidade ganhou e avançou muito e em pouco tempo na elaboração de leis para o setor cultural. E o mais importante, de forma horizontal.

 

Vai ter 4º Festival de Quadrilhas Juninas de SV no fim de semana

Direto de São José dos Campos, a Quadrilha Show pretende empolgar o público do 4º Festival de Quadrilhas Juninas de São Vicente neste final de semana, no Ginásio Poliesportivo Dondinho (Travessa do Parque, s/nº, Catiapoã). O evento é uma realização da Prefeitura Municipal através da Secretaria da Cultura.

Neste sábado (dia 18), às 20 horas, o grupo do interior paulista apresenta o tema ‘Entre Riscos e Rabiscos, o Destino nos guiou’ com coreografia assinada por Marlon Mantoani e Raherbeson Xavier. Às 21 horas, acontece o show da Fazenda São Pedro comemorando 20 anos de sua trajetória. Em seguida, às 22 horas, será a vez do grupo Arraial das Flores, que há 30 anos anima a população.

E no domingo (dia 19), às 19h30, a programação inicia com a convidada Quadrilha Infantil Tralalá, com o tema ‘Um Balão para recordar o São João’. O grupo foi criado em 2015 a partir da parceria da Secult com o Cecof Pompeba, da Secretaria da Educação. Neste ano, as crianças e adolescentes foram acompanhadas pela Cia de Dança The Best of Dance, com coreografia de Lennon Raphael de Jesus.

Em seguida, em sessões às 20h30, 21h30 e 22h30 serão reencenadas as apresentações das três quadrilhas juninas mais votadas pelo júri durante a semana, formado por Aline Ferreira Ril, Jair Moreira, Cida Cunha e Anderson de Oliveira. A premiação será em forma de troféus criados pelo artista Wagner Galdino.

>> Dia 18 – Quadrilha Show (São José dos Campos), Fazenda São Pedro, Arraiá das Flores;
>> Dia 19 – Junina Mirim Tralálá, apresentação das três quadrilhas juninas finalistas.

*Lincoln Spada

 

Sexta-feira será o dia mais agitado do 4º Festival de Quadrilhas Juninas de SV

Esta sexta-feira (dia 17) promete ser o dia mais agitado do 4º Festival de Quadrilhas Juninas de São Vicente. Ao todo, cinco grupos marcarão presença na festa que inicia às 19 horas e segue até à meia-noite no Ginásio Poliesportivo Dondinho (Travessa do Parque, s/nº, Catiapoã). O evento é realizado pela Prefeitura Municipal através da Secretaria da Cultura.

A primeira apresentação será da Quadrilha Junina Andy e Angel, às 19h30. Com o tema ‘De onde vem a alegria dessa gente’, o grupo atuante há 16 anos conta a história de um forasteiro que ama a dança junina e se apaixona pela filha do prefeito que proíbe festanças na cidade. O amor vence tudo na coreografia assinada por Andy e Angel.

Às 20h30, apresenta-se a Paixão Caiçara. Fundado em 2012, o grupo com mais de 60 componentes tem neste ano o tema ‘Museu Junino’, revisitando ícones das noites de São João e da cultura nordestina, como Lampião e Maria Bonita. A coreografia é de Will Rebles.

Já ‘As maravilhas do meu sertão, num São João de emoção’ é o tema da apresentação às 21h30 da junina Pegada Nordestina. Por sua vez, o grupo da Tia Chalico faz a sua festa no palco às 22h30, seguida da alegria dos jovens da Tia Valdelice, às 23h30, encerrando com a programação.

>> Dia 17 – 19h30 – Andy e Angel, Paixão Caiçara, Pegada Nordestina, Tia Chalico, Tia Valdelice;
>> Dia 18 – Quadrilha Show (São José dos Campos), Fazenda São Pedro, Arraiá das Flores;
>> Dia 19 – Junina Mirim Tralálá, apresentação das três melhores quadrilhas juninas.

*Lincoln Spada

 

Em SV, mais de 400 artistas celebram 4º Festival de Quadrilhas Juninas

Mais de 400 brincantes enaltecem a cultura nordestina no 4º Festival de Quadrilhas Juninas de São Vicente. O evento realizado pela Prefeitura Municipal através da Secretaria da Cultura reúne 11 coletivos da cidade que é a capital das quadrilhas juninas do estado de São Paulo e uma junina de São José dos Campos. A tradicional mostra acontece gratuitamente entre quinta-feira e domingo (16 a 19), a partir das 19 horas, no Ginásio Poliesportivo Dondinho (Travessa do Parque, s/nº, Catiapoã).

Idealizado e mantido pela Administração Municipal, “o festival continua este ano devido à articulação e sensibilização das quadrilhas juninas da Cidade, como também de demais apoiadores ao evento”, ressalta o secretário da Cultura, Amauri Alves. Nesta edição, o festival será aberto quinta-feira, às 19h30, com a Quadrilha Junina Mirim Fazenda São Pedro, mostrando que o ritmo nordestino segue nos passos de crianças e adolescentes.

Em seguida, às 20h30, será a vez da Junina Tia Bola. Fundada em 2007, o tema deste ano do grupo será ‘Do Velho ao Novo São João, o que não falta é Amor e Emoção’, que resgata a trajetória dos festejos juninos. Encerrando a noite, às 21h30, acontece a apresentação do Arraiá do Tio Cris. Com o tema ‘Não há lugar melhor que o nosso lar’, o grupo criado há 13 anos dança a coreografia assinada por Paulo Ricardo Cunha, o Galo Love. Confira toda a programação:

>> Dia 16 – 19h30 – Junina Mirim Fazenda São Pedro, Tia Bola, Arraiá do Tio Cris;
>> Dia 17 – 19h30 – Andy e Angel, Paixão Caiçara, Pegada Nordestina, Tia Chalico, Tia Valdelice;
>> Dia 18 – Quadrilha Show (São José dos Campos), Fazenda São Pedro, Arraiá das Flores;
>> Dia 19 – Junina Mirim Tralálá, apresentação das três melhores quadrilhas juninas.

*Lincoln Spada