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Filme sobre cantora Elis Regina será exibido em Santos

Por Ivan de Stefano
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Nesta sexta-feira (10/11), o Instituto Querô e o Sesc Santos realizam mais um Encontro Cinematográfico, trazendo personalidades do audiovisual para a região. Desta vez, o filme exibido será o “Elis”, uma tarde para recordarmos uma das maiores intérpretes da música brasileira, Elis Regina. Após a exibição, tem bate-papo com o produtor executivo do filme, Fábio Zavala. O encontro acontece das 15h às 19h, com entrada é gratuita. O encontro acontece no Auditório do Sesc Santos (Rua Conselheiro Ribas, 136 – Bairro Aparecida)
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Com direção de Hugo Prata, o filme foi exibido e premiado no Festival de Gramado, sendo vencedor dos prêmios de Melhor Atriz (Andreia Horta), Melhor Montagem e Melhor Filme (Júri Popular). Foi exibido e premiado também na Associação Paulista de Críticos de Arte, ganhando o prêmio Troféu APCA de melhor atriz (Andreia Horta).
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Fábio Zavala atuou como produtor executivo na Academia de Filmes, na Delicatessen Filmes e na Zulu Filmes. Atualmente, é sócio-produtor na Bravura Cinematográfica, atuando em diversas áreas, como: criação, execução, organização, planejamento estratégico, business plan, visão jurídica-econômica, licenciamentos, leis de incentivo e fundos, orçamentos, coordenação, controller, produção e execução de projetos para cinema, TV, brand entertainment, projetos culturais e multiplataforma. Além do filme Elis, já trabalhou em outros filmes que contam histórias de músicos brasileiros, como “Titãs – A Vida Até Parece uma Festa” e Marginal Alado, filme ainda em produção, que conta a história do cantor Chorão (Charlie Brown Jr).
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Sinopse
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Cantora desde a infância, Elis Regina Carvalho Costa (Andreia Horta) entra na vida adulta deixando o Rio Grande do Sul para espalhar seu talento pelo Brasil a partir do Rio de Janeiro. Em rápida ascensão, ela logo conquista uma legião de fãs, entre eles o famoso compositor e produtor Ronaldo Bôscoli (Gustavo Machado), com quem acaba se casando. Estrela de TV, polêmica, intensa e briguenta, a “Pimentinha” não tarda a ser reconhecida como a maior voz do Brasil, em carreira marcada por altos e baixos.

No Galpão de Artes, Cia Mungunzá partilha experiências em ciclo de estudos

Por Lincoln Spada 

Em mais de uma década de história, as conquistas e os caminhos da paulistana Cia. Mungunzá de Teatro pautarão a palestra ‘A Experiência do Teatro de Grupo’, que integra o Ciclo de Estudos do Coletivo 302. A atividade formativa será no próximo sábado (dia 15), às 10 horas, gratuitamente, no Galpão de Experimentos Artísticos, localizado no Parque Novo Anilinas.

Iniciando suas atividades em 2006, a companhia paulistana recebeu mais de 30 prêmios, e usando diversas linguagens, como teatro-documentário e teatro épico, o grupo já fez temporada na Europa e foi laureado com o Prêmio Governador do Estado de São Paulo, o Prêmio Shell de Teatro, o da Associação Paulista de Críticos de Arte e o da Cooperativa Paulista de Teatro.

Com sete integrantes e sem a figura de um diretor e produtor fixo, a Mungunzá de Teatro compartilhará suas experiências de uma gestão artística e administrativa pautada no trabalho colaborativo e cooperativo. O ciclo de estudos do Coletivo 302 faz parte de uma iniciativa realizada em conjunto com o Governo Estadual por meio do ProAC – Programa de Ação Cultural, com apoio da Prefeitura Municipal de Cubatão, através da Secretaria de Cultura.

Cia. Truks de Teatro de Bonecos faz apresentação gratuita em PG

Por Lorena Flosi

A premiada Cia. Truks de Teatro de Bonecos volta à Praia Grande, na próxima sexta-feira (21), às 16 horas, para uma sessão gratuita de seu espetáculo infantil Zôo-Ilógico. Em cartaz desde 2004, a produção já foi apresentada mais de 1200 vezes por todo o país e exterior, com grande aceitação de crítica e público. O espetáculo, que chega através do Circuito Cultural Paulista, acontece no Salão de Eventos do Palácio das Artes (Av. Costa e Silva, 1600), e os ingressos começam a ser distribuídos às 15 horas.

A peça traz para os palcos uma prática fundamental para as crianças: o estímulo à criatividade. A partir do uso e da transformação de simples objetos do cotidiano, desfilam pela cena mais de uma dezena de divertidas e inusitadas criaturas animadas: uma galinha feita com um bule e um espanador de pó, uma tartaruga composta por uma saladeira e uma colher, um gato simbolizado por uma peneira, entre tantas outras.

É o que se chama de “teatro com objetos”, onde utensílios se transformam nos personagens do enredo, do jeito que muitas vezes as crianças fazem em casa. Quem nunca brincou de “espetar” a tampa da caneta em uma régua e brincar que aquilo é um o avião? Tudo começa quando pai e filho resolvem fazer um piquenique no Zoológico.

Ao encontrarem as portas do parque fechadas, o pai não se intimidará em criar, com muita criatividade, o seu zoológico particular, um presente ao filho. Bichos serão feitos de pratos, panos, garrafas, talheres e tudo o mais que estiver ao alcance de suas mãos. As nada comuns criaturas viverão situações cômicas ou poéticas. Estará criado o Zôo-ilógico, possível na imaginação de todos.

Circuito Cultural Paulista

Com a missão de ampliar o acesso à cultura de forma descentralizada, o projeto do governo do Estado promove espetáculos sediados em cidades parceiras, valorizando os teatros e centros culturais locais, além de espaços alternativos. A qualidade e a variedade dos espetáculos norteiam a programação do Circuito. Entre música, dança, circo, teatro adulto e programação infantil, o público tem acesso ao melhor do que está sendo produzido nos palcos de São Paulo e do Brasil – de nomes consagrados a criações experimentais.

Aos artistas, o Circuito dá a chance de visitar várias regiões e de encontrar um público diversificado, aberto ao novo e ao diálogo entre as linguagens artísticas. Por tudo isso, o Circuito Cultural Paulista é um dos mais importantes programas de difusão cultural e de formação de plateias dentre os mantidos pela Secretaria da Cultura.

 

Com Matheus Nachtergaele, FESTA 58 inicia no próximo dia 1º

A abertura do FESTA 58 – Festival Santista de Teatro terá como destaque a sessão gratuita do espetáculo ‘Processo de Conscerto do Desejo’, com Matheus Nachtergaele, ator e diretor consagrado no palco, cinema e TV. Monólogo concebido pelo próprio artista, Matheus é acompanhado em cena pelos músicos Luã Belik e Henrique Rohrmann, respectivamente no violão e no violino. A apresentação será na quinta-feira (dia 1º), às 21 horas, no Teatro Guarany (Praça dos Andradas, 100/Santos).

O espetáculo é uma releitura do ator sobre os versos de sua mãe, Maria Cecília Nachtergaele. Ele era um bebê de três meses quando a perdeu em 1968. Assim, a obra deixada pela poetisa é reverenciada pelo filho, numa peça que mescla recital de poemas e interpretação de canções prediletas de sua mãe: do conterrâneo Paulinho Nogueira ao italiano Sergio Endrigo. Após a peça, haverá o lançamento do livro ‘A Mariposa’ no foyer do teatro. Publicado pela Polvilho Edições, o título reúne 28 poemas de Maria Cecília Nachtergaele e uma poesia assinada por seu filho.

Além do Teatro Guarany, a abertura do FESTA 58 será marcado desde às 19 horas por apresentações artísticas na Praça dos Andradas, na Vila do Teatro e no Centro Cultural Cadeia Velha. Será a primeira vez que estes espaços serão ocupados simultaneamente pelo festival, graças ao empenho do Movimento Teatral e de outros segmentos para a reabertura da Cadeia Velha como centro de artes integradas.

A noite de quinta-feira contará com as intervenções teatrais ‘Zig Zig Zaa’, dos alunos da Escola de Artes Cênicas Wilson Geraldo, ‘Querô – Uma Reportagem Maldita’, da Cia Veritas, ‘A Mancha Roxa’, da Cia Teatral Libero e a performance circense, dos alunos do núcleo Os Panthanas. A agenda também abrange roda do Coletivo Santista de Capoeira, a dança contemporânea com ‘Diálogos Ocultos’, de Natasha Mello, as linguagens do hip hop com ‘Cypher Night’, do Mad Feeling Crew e Prazer Meu Nome É Hip Hop!. Até o final da noite, o local também recebe a festa pop de ocupação artística ‘A Praça é Nossa’, do Coletivo 15..

Mais antigo festival de teatro em atividade do País, o FESTA 58 é uma realização do Movimento Teatral da Baixada Santista, tendo toda a sua programação de 1º a 7 de setembro com entrada franca. Símbolo dos movimentos abolicionista e pró-república noutros séculos, a Praça dos Andradas e seus edifícios sediam o festival que, neste ano, tem como tema ‘Que Democracia Queremos?’. Informações: fb.com/festivalsantistadeteatro.

Matheus Nachtergaele

Iniciou sua carreira em 1989, trabalhando com Antunes Filho e o Teatro da Vertigem, além de ingressar nos estudos de artes dramáticas na USP. Nos anos 90, interpretou nos palcos ‘O Livro de Jó’, ‘Paraíso Perdido’ e ‘Da Gaivota’, entre outros, consagrando-se com os prêmios Shell, Mambembe e APCA de teatro. Desde 1997, atuou em mais de 30 filmes, como ‘O Auto da Compadecida’, ‘Febre do Rato’, ‘Amarelo Manga’ e ‘Big Jato’, recebendo inúmeros prêmios, APCAs e dois Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.

Como cineasta e roteirista, estreou em ‘A Festa da Menina Morta’, longa exibido em Cannes e premiado nos festivais do Rio, Gramado e Chicago. Em 2014, dirigiu o espetáculo ‘O País do Desejo e do Coração’, pelo grupo mineiro Entre & Vista. Na TV, destacou-se em várias produções, como as minisséries ‘Hilda Furacão’ e ‘Zé do Caixão’ e as novelas ‘Da Cor do Pecado’ e ‘Saramandaia’.

*Lincoln Spada

Alunos farão contação de histórias neste sábado em SV

01Um local para ser morada do lúdico e de contação de histórias. Este é o objetivo da oficina de confecção de caixas de histórias realizada pela Secretaria da Cultura de São Vicente com apoio da Associação dos Artistas. A apresentação do resultado será no próximo dia 17 (sábado), às 16 horas, nas Oficinas Culturais Professor Oswaldo Névola Filho (Rua Tenente Durval do Amaral, 72, Catiapoã).

No evento, ocorrerá a apresentação dos alunos, que farão contação de histórias para o público infantil. O curso gratuito foi oferecido durante o segundo semestre pelo professor Beto Vieira. A sessão também será gratuita ao público.

Beto é chefe de departamento de artes cênicas da Secult, ator, arte-educador e contador de histórias, faz parte da Cia Histórias do Baú e já representou o Brasil em festivais internacionais de teatro. Ao longo de sua carreira já recebeu diversos prêmios como ator e diretor dentre eles o da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

*Lincoln Spada

 

Guarujá reinaugura Teatro Procópio Ferreira neste sábado

Após um amplo processo de reconstrução, o Teatro Municipal Procópio Ferreira abrirá suas portas novamente ao público. A Prefeitura de Guarujá realizará a reinauguração do teatro neste sábado (25), às 10 horas, com uma semana de programações totalmente gratuitas. Todos os dias, 200 ingressos estarão disponíveis gratuitamente para o público na bilheteria do Teatro (Avenida Dom Pedro I, 350 – Enseada), das 9 às 17 horas. Para as atividades do dia 1º de maio, os interessados devem retirar no dia anterior.

02No dia da abertura, haverá solenidade com apresentação da Banda Municipal de Guarujá, intervenções com a poetisa Márcia Guedes e abertura da Galeria de Artes Plásticas Wega Nery, com exposição de artistas locais. Já no período noturno, às 21 horas. O público ganhará de presente o espetáculo “Gandhi, um líder servidor”, monólogo com João Signorelli, com roteiro e direção de Miguel Filiage. Na sinopse, em nome da paz mundial, Ghandi anuncia o início de mais um jejum, para que as pessoas deixem de se alimentar com pensamentos desiquilibrados, preconceitos e sentimentos sombrios.

A programação segue no domingo (26), às 20 horas, com o espetáculo “Sabor da Bossa”, no qual o músico Paulo Costa, conhecido como o embaixador da Bossa Nova, traz, ao público, clássicos deste gênero musical. A partir de segunda-feira, os artistas locais e o teatro infantil das escolas ganham o palco do Procópio.

Na segunda-feira (27), às 9h30, a Cia de Teatro Troupe D’Arte preparou, dentro do “Projeto Escola”, o espetáculo infantil “A Pipa Sumiu”, de Lilian Zanzzinni. A atração é reapresentada às 15 horas. Já às 18 horas o Coletivo de Teatro de Guarujá apresenta Mostra de Cenas com atores independentes. A classificação etária é de 12 anos. No mesmo dia, às 21 horas, a performance Egos, da Cia Quem sabe faz a hora, com texto e direção de Fátima Góes, leva ao público o universo cênico.

No dia 28, às 9 horas, a peça infantil “O Mistério de Feiurinha no Vale Encantando”, do Projeto de Atividades Motoras e Ações Recreativas (Amar), realizado na rede municipal de ensino, é apresentada ao público misturando o universo da Disney à história de Pedro Bandeira. A direção fica a cargo de Cátia de Souza e Renata Coghe. A atração fica em cartaz até dia 1º, às 9h30 nos dias que seguem, sendo às 10 horas no último dia.

03Às 15 horas, a peça “Cinderela Brasileira”, do diretor Marcelo Wallez, da Casa 3, retrata a clássica história, em forma de farsa, e ambientada no sertão nordestino, tendo como protagonista a Gata Cangaceira. Já às 21 horas, o monólogo “Um bravo canto para desatar os perversos nós” está em cartaz, com texto e direção de Luiz de Assis Monteiro. A classificação é de 16 anos. A atração é reapresentada no dia 1º/5, às 16 horas.

No dia 29, as atrações prosseguem com “Chapeuzinho Vermelho e o caderno mágico”, às 15 horas, infantil assinado por Fátima Góes. Uma releitura do Clube da Esquina e de artistas do 14 Bis e Skank compõe o show “Cheiro de Minas”, com Débora Paiva e Medusa Trio, fechando o dia, às 21 horas. A fantasia do circo ganha o coração do público no dia 30, às 15 horas, quando o Grupo Os Panthanas – Núcleo de Pathifarias Circenses de Santos apresenta o espetáculo “Repescagem”, composto de esquetes de palhaços.

04E às 21 horas, com direção de Eduardo Silva e texto de Odair Dias Filho e Dina Alves, a cena teatral “Darluz” é conduzida por uma mulher homônima, que entrega os filhos a terceiros a fim de livrá-los da extensão de sua miséria. Eduardo Silva é premiado com seis “Mambembes” (dois como melhor ator); três vezes eleito melhor ator pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e Associação dos Produtores de Espetáculos do Estado de São Paulo (APETESP), além dos prêmios Shell e Moliére, como melhor ator.

Além de “O Mistério de feiurinha no Vale Encantado”, às 10 horas, e “Cinderela Brasileira”, 16 horas, no dia 1º de maio acontece o show “Voz e Suor”, com Bruno de La Rosa, às 21 horas, em homenagem ao Dia do Trabalhador. O show “Sambas de Outrora” é a pedida de 2 de maio, às 17 horas, com o músico guarujaense Renato Passarinho, trazendo choro e samba de raiz. Já às 21 horas, acontece o Sarau Bodega Brasil, com apresentação de 10 artistas de cultura popular nordestina na linguagem do cordel, repente, aboio e dança.

No dia 3 de maio, às 15 horas, o Ballet Municipal de Guarujá apresenta o espetáculo “Festa no Arraiá”, misturando música clássica com Música Popular Brasileira (MPB). Já às 20 horas, fechando a programação de reinauguração do Teatro Municipal, será realizado o show “Fados e Guitarradas”, com Marly Gonçalves (fadista), Ricardo Araújo (guitarra portuguesa), Renato Araújo (viola do fado) e Heitor Tenório (contra-baixo).

O secretário municipal de Cultura, Odair Dias Filho, aponta que Guarujá passou a ter um novo Teatro Municipal, não somente em sua estrutura física, mas também conceitual. “Depois deste tempo de reforma é importante inaugurar o principal equipamento cultural da Cidade, mas também seguir o novo modelo de gestão. A diretriz não é só o entretenimento. Nosso foco é a formação de público, o diálogo com a classe artística. Estamos de portas abertas para os artistas locais, da Região e espetáculos de expressão nacional. Queremos uma programação de alta qualidade. Temos tudo para que o Procópio se torne um importante corredor das mais diversas linguagens e expressões das artes cênicas, da música, dança, circo, fotografia e artes plásticas”, apontou o secretário.

*Prefeitura de Guarujá

 

Falece Vladimir Capella, diretor e dramaturgo de teatro infanto-juvenil

O dramaturgo e diretor teatral Vladimir Roberto Capella faleceu aos 63 anos na manhã desta terça-feira, 21/abr, no Hospital Maria Braido, em sua cidade natal (São Caetano do Sul). Ele já estava internado desde o início do mês por problemas de saúde. É um dos principais nomes do teatro infanto-juvenil, linguagem que adotou desde o início de sua carreira.

03Nascido em 31 de julho de 1951, Capella cursou a Fundação das Artes de São Caetano do Sul e, em 1978, escreveu e dirigiu ‘Panos e Lendas’, peça que rendeu os prêmios Mambembe, Governador do Estado de São Paulo e Molière. Dois anos depois, apresenta ‘Forrobodó’ (ganhador do SNT), com o Grupo Pasárgada, iniciando uma série de montagens assemelhadas: ‘Como a Lua’ (contemplado com os troféus APCA e Inacen), ‘Quem É Que Pode Quando Um Bode Pode?’, (1982, APCA, Apetesp) ‘Do Outro Lado’ (1983, Prêmio Inacen), ‘Avoar’ (1985). Para o público adulto cria dois espetáculos: ‘Filme Triste’ (1983), de sua autoria, e ‘Louco Circo do Desejo’ (1985), de Consuelo de Castro.

05Também dirige ‘Antes de Ir ao Baile’ (1987, Apetesp, Sated-RJ e Prêmio João Ceschiatti) e seu primeiro grande sucesso de público e crítica, ‘Maria Borralheira’ (1987, Governador do Estado, Apetesp e APCA). O texto chega a ser remontado por ele anos mais tarde, em 1994 (Sharp, APCA e Mambembe), com produção do Teatro Popular do Sesi. Para adolescentes põe em cena seu próprio texto, ‘O Dia de Alan’ (1989, Prêmio SEC-SP, Apca, Apetesp, mambembe, Fundacen).

02Ainda monta ‘O Saci’ (1993, Apetesp), ‘Chinbirins e Chimbirons’ (1994, APCA) e com o Teatro do Sesi ‘Píramo e Tisbe’ (1995, Apetesp). No ano seguinte, dirige Gabriela Rabello, no monólogo ‘Ana Paz’, texto de Lygia Bojunga. ‘O Homem das Galochas’, sobre a vida e obra de Andersen, de 1997 (APCA e Mambembe), e ‘Clarão nas Estrelas’ (1998, APCA, Mambembe, e Funarte), ambas de sua autoria, reafirmando a sua qualidade poética na dramaturgia e na estética do palco.

01Em 2002, estréia, em parceria com o Teatro Imprensa, ‘O Clone do Visconde’, a partir das histórias de Monteiro Lobato; ‘O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá’ (2003, APCA), adaptação do livro de Jorge Amado; e, ainda, ‘O Colecionador de Crepúsculos’ (2003, Tatiana Belinky), baseado na vida e obra de Luís da Câmara Cascudo, todos com autoria e direção de Capella. No repertório mais recente, ‘Imagens’ (1999), ‘Miranda’ (2003), ‘A Flauta Mágica’ (2007), ‘Tristão e Isolda’ (2007, Coca-Cola Femsa) e ‘O Meu Amigo Pintor’ (2010).

*Informações do Itaú Cultural/Teatropédia