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Em Santos, venda dos ingressos para desfile de Carnaval inicia dia 6

Prefeitura de Santos

A venda de ingressos para o Desfile Oficial das Escolas de Samba de Santos 2019 tem início nesta quarta-feira (6/fev), a partir das 9h, no Teatro Municipal Braz Cubas (Av. Pinheiro Machado, 48, Vila Mathias). O evento ocorre nos dias 22 e 23/fev, quando as 17 agremiações desfilam na Passarela Dráuzio da Cruz (Av. Afonso Schmidt, Areia Branca).

Este ano a novidade é a volta das arquibancadas. Os convites para esse setor custam R$ 10, mas quem doar 1kg de alimento não-perecível, exceto sal e açúcar, paga R$ 5. Os mantimentos serão encaminhados ao Fundo Social de Solidariedade. Também há venda de ingressos para as frisas, que custam R$ 40 – e R$ 20 para quem doar alimentos. Informações sobre venda de camarotes: (13) 3226-8027, em horário comercial.

Quem levar menores de 2 anos para o desfile, deve retirar o ingresso da criança, gratuito, no ato da compra do bilhete do responsável legal. Até esta sexta (8/fev), a bilheteria do Municipal funciona das 9h às 18h. A partir de 11/fev, a venda de ingresso ocorre das 9h às 12h e das 14h às 18h. É aceito apenas pagamento em dinheiro. O limite de convites é de quatro por pessoa.

Ordem dos desfiles

A primeira noite de desfile, dia 22/fev, será aberta com as escolas do Grupo 1 na seguinte ordem: Dragões do Castelo, Unidos da Baixada, Imperatriz Alvinegra, Bandeirantes do Saboó e Império da Vila. No mesmo dia vão desfilar as agremiações do Grupo de Acesso. Confira a sequência: Unidos da Zona Noroeste, Padre Paulo, Brasil e Mãos Entrelaçadas.

Na noite do dia 23, entra na avenida a elite do samba santista, com apresentação das oito escolas do Grupo Especial. Pela ordem do sorteio, apresentam-se Mocidade Dependente do Samba, Vila Mathias, Amazonense, União Imperial (atual campeã), X-9, Unidos dos Morros, Sangue Jovem e Real Mocidade Santista.

Cia. PlastikOnírica pauta teatro lambe-lambe em roda de conversa

Informações do Tescom

O teatro lambe-lambe é tema de roda de conversa gratuita nesta próxima terça-feira (29/jan), das 20h às 22h, na Escola de Teatro Tescom (Av. Cons. Rodrigues Alves, 195/Santos). A atividade formativa será ministrada por Pedro Cobra e Larissa Miyashiro, ambos da Cia. PlastikOnírica. Informações: (13) 3233-6060.

Esta linguagem teatral de formas animadas apresenta um espetáculo de curta duração que se utiliza de objetos e bonecos em miniatura dentro de uma caixa para apenas um(a) espectador(a) por vez. O formato breve e exclusivo de cada sessão implica um pensamento criativo profundo sobre questões como síntese dramatúrgica, autogestão, mistério, singularidade, intimismo e ocupação do espaço público.

Criada em 2014, a Cia. PlastikOnírica nasce entre artes visuais, música e teatro. A companhia se dedica ao desenvolvimento do teatro de formas animadas. Formado por Pedro, Larisa e Felipe Zacchi, o coletivo cênico participou de festivais no Brasil, Chile e Europa. Atualmente, o grupo teatral tem como base a Oficina de Devaneios, em Santos.

Atriz Tamirys O’hanna vence no voto popular o Prêmio Aplauso Brasil

Por Lincoln Spada | Atualizado 25/jan às 23h07

Direto da Baixada Santista, a atriz cubatense Tamirys O’hanna foi a vencedora pelo voto popular na categoria melhor atriz coadjuvante no segundo semestre de 2018, alcançando 1.978 votos. Assim, participa da próxima fase relacionada a escolha do júri técnico. Aos 25 anos, a artista vive em São Paulo e foi indicada após encenar em ‘Os 3 Mundos’, peça com dramaturgia do santista Nelson Baskerville junto de Paula Picarelli, também protagonista e idealizadora do espetáculo.

Primeira obra teatral dos aclamados quadrinistas Fábio Moon e Gabriel Bá, ‘Os 3 Mundos’ é um espetáculo multimídia que mescla artes cênicas e marciais, histórias em quadrinhos e audiovisual. Em um cenário distópico pós-apocalíptico, dois grupos de hábitos distintos se confrontam em meio ao fanatismo e à sobrevivência, diante de líderes que permeiam lágrimas e hipocrisia.

Tamyris teve formação profissional no Teatro do Kaos e cursou a Escola de Arte Dramática (USP), também fazendo aulas de dança na Broadway Dance Center (Nova York, EUA). Nos palcos da Baixada Santista, participou de ‘Caminhos da Independência’, ‘Encenação da Fundação da Vila de São Vicente’, ‘A Falecida’ e sendo a última passagem em ‘O Sertanejo e o Tinhoso’ (2016).

Entre os seus trabalhos internacionais, participou do maior teatro musical de rua de Portugal, a encenação ‘Um Porto para o Mundo’, dirigida por Amauri Alves: “Hoje ganha a Tamirys, e também a cultura e o teatro de Cubatão e da Baixada Santista”. Ainda, é possível ver a atriz no Netflix: ela interpreta a guarda Marta da segunda temporada da série original do streaming, ‘3%’.

O Prêmio Aplauso Brasil vem da plataforma digital homônima especializada em teatro, criada há 15 anos. O que diferencia a premiação de outras é o seu formato. Por semestre, há um sistema de votações de dinâmica compartilhada, com participação de júri técnico e voto popular durante a indicação e escolha de artistas e equipe técnica em cada uma das 18 categorias.

A ‘cara’ do Revelando SP: Conheça participantes do evento

Por Secretaria de Cultura de São Paulo
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Dona Lúcia, de Cruzeiro: “Não tem como mudar a história, porque a história não muda”
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Foi por causa do Revelando São Paulo que a dona Lúcia, de 64 anos, se “especializou” na produção do arroz vermelho com suã, comida típica de Cruzeiro. Em uma das primeiras edições do festival, há 20 anos, foi quando a culinarista ouviu falar do prato e começou a sua pesquisa para aprender a iguaria.
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“O suã é a coluna do porco. Eu e minha amiga fomos atrás dos mais velhos, perguntamos como que fazia. Aí um contava uma versão, outro contava outra e foi enriquecendo”, explica.
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Diz a história que o prato é uma herança dos tropeiros, que no Brasil colonial faziam o comércio entre o sul e sudeste. “Quando eles passavam na região, eles iam em uma fazendinha que tinha na época que plantava esse arroz e iam comer essa comida, porque ela dá sustância. E é verdade, se você almoçar o arroz vermelho, você não janta”.
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Produção local
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Todos os ingredientes que dona Lúcia utiliza no preparo do arroz vermelho com suã são adquiridos de produtores locais. “O produto tem mais qualidade, dura mais e não tem veneno”, diz.
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A primeira vez que dona Lúcia preparou o prato foi para a família. “Fizemos do jeitinho que a história conta, acompanhado de mandioca, couve e torresmo”. O próximo passo foi levar o arroz com suã para o Revelando. E o sucesso foi tanto que, quem for a Cruzeiro hoje, pode provar a iguaria aos domingos, no Bosque Municipal.

Dona Irene – Paraíbuna: “Eu amo fazer bolinho de chuva. E eu acho que uma pitadinha de amor acrescenta sabor”
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A família de Irene Fernandes Neves veio de Minas Gerais para São Paulo, em Paraíbuna, onde ela nasceu, há 62 anos. Original da roça, dona Irene é muito ligada às tradições passadas da avó para a mãe e, por fim, para ela. E, a principal delas, a arte de fazer bolinho de chuva.
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“As pessoas que trabalhavam na roça, quando voltavam cansadas para casa no final do dia, o que elas podiam fazer para comer? Tinha que ser uma coisa prática, rápida. E, principalmente, quando chegava na época da chuva, parecia que pedia o bolinho de chuva”, conta.
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Dona Irene cresceu, casou e, quando tinha 32 anos, se mudou para a cidade. A tradição permaneceu e ela continuou fazendo o doce para a família, amigos, vizinhos. E, apesar de afirmar que sua receita não leva nenhum ingrediente secreto, seus bolinhos fizeram tanto sucesso que logo ela foi convidada para participar de feiras regionais do Vale do Paraíba. “Eu amo fazer bolinho de chuva e eu acho que uma pitadinha de amor acrescenta sabor”.
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Foi por causa de seu bolinho, servido com café torrado, socado no pilão, coado no coador de pano e servido na canequinha de ágata que ela foi convidada para participar da primeira edição do Revelando São Paulo, representando a região, em 1997. “Mesmo morando na cidade, eu não perdi o jeito da roça. Eu uso todas as minhas panelas de ferro, minha chaleira de ágata. Você vai ver quando a gente estiver em São Paulo! Eu e meu marido conservamos tudo porque sempre soubemos que um dia nós iríamos usar. E nós usamos. Eu levo para todas as edições do Revelando”, diz.
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Kambuquira, de Guararema: “Se você for ao Revelando e não comer a minha galinhada, é como se você não tivesse ido”
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Há 30 anos quando conheceu Emília, hoje sua esposa, Denílson José Ferreira, 49, se mudou de Lagoinha, no Vale do Paraíba, para Guararema. A cidade, que fica aos pés da Serra da Bocaína, possui o único centro de peregrinação brasileiro de São Longuinho, santo popular “achador” das coisas e causas perdidas. Realizado uma vez por ano, devotos de todo o Brasil vão até a cidade pagar suas promessas e graças dando pulinhos e comendo a tradicional galinhada de São Longuinho.
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A relação de Denílson com a galinhada teve início há quase 13 anos. Ele, que foi dono de bar e de uma confecção de sapatos, teve um problema de saúde que o obrigou a ficar em casa. Foi aí que Kambuquira, como é conhecido, se interessou pelo prato típico. “Quando eu tive esse problema de saúde tive que ficar em casa de repouso. Para não ficar parado, eu fui até o restaurante de um amigo para aprender a fazer o prato. Falei com a minha esposa e começamos a fazer em casa”, conta Kambuquira.
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Aprovada pela família e amigos, a galinhada fez tanto sucesso que o casal abriu um restaurante. Além do carro chefe, eles fazem também a paella caipira.
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“A galinhada é uma só, mas cada um faz do seu jeito. Na minha receita eu uso só a sobrecoxa, sem pele para não ficar com muita gordura. A primeira parte é cozinhar o frango e tudo é feito no carvão, para ficar com aquele gostinho de feito no fogão à lenha. A gente usa a paellera aí vai azeite, cebola, tomate, pimentão e alho. Colocamos um tempero nosso caseiro que vai salsinha e cebolinha. Coloco a sobrecoxa sem pele e vai mais açafrão e coloral para dar aquela corzinha bonita. Aí já acrescenta o arroz e parmesão ralado. Por último faço a decoração”, explica.
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O sucesso foi tanto que Denílson foi convidado a representar Guararema e levar sua galinhada para o Revelando São Paulo. “Todo mundo que fala em galinhada em Guararema fala que a minha é a melhor que tem. Se você for ao Revelando e não comer a minha galinhada, é como se você não tivesse ido”, se orgulha.

‘A Terra pode ser chamada de Chão’ em cartaz no Teatro Braz Cubas

Por ONG TamTam
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Mais de 70 pessoas, entre técnicos, elenco e direção participam da nova sessão do espetáculo ‘A Terra pode ser chamada de Chão’. A peça será apresentada no dia 22/out, às 19h, no Teatro Municipal Braz Cubas (Av. Pinheiro Machado, 48/Santos). Os ingressos a R$ 15 podem ser obtidos na ONG TamTam, no mesmo endereço. Informações: 97408-7395.
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Concebida e dirigida por Renato Di Renzo, a obra de teatro físico é pensada a partir da ‘Carta da Terra’ (Unesco/2000), refletindo sobre o fio condutor do documento internacional: “Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a Humanidade deve escolher o seu futuro.”
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A partir do próprio figurino e objetos cênicos – completamente reutilizados -, o diretor propõe um olhar ampliado e sensível sobre a geração de uma sociedade sustentável global, baseada no respeito a natureza, nos direitos humanos universais, na justiça e na cultura da paz e da inclusão.
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A primeira edição deste trabalho esteve no Festival Internacional de Teatro em Portugal no ano de 2009 e foi apresentada numa versão menor, com 23 participantes, sendo totalmente entendida e absorvida pelo público presente, que demonstrou emoção e sensibilidade com uma altíssima receptividade, por crianças, jovens, adultos e idosos, no Teatro São Pedro na cidade de Abrantes.
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Ficha Técnica |  Concepção e Direção: Renato Di Renzo; Assistência: Thays Ayres; Produção: Claudia Alonso; Iluminação: Jeferson Silva; Sonoplastia e Sonorização: Genesis Robson, Sol Martinez, Luiz Arcas, Rogério Dias e Rosângela Santos; Preparação Corporal: Claudia Alonso; Maquiagem: Thays Ayres e equipe; Fotografia: Fernando Alonso e Priscilla Novaes; Técnica e Cenotécnica: Mariana Salgado, Gilvan Xavier, Jucilene Bueno, e Angela Fortes.

Simpósio virtual partilha iniciativas criativas entre Santos e Portugal

Por Santos Cidade Criativa
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No dia 11 de outubro, 10h, dentro da programação da Primavera Criativa, acontecerá no auditório do Museu Pelé um simpósio virtual com a cidade do Porto em Portugal. “A Criatividade como fator de desenvolvimento na cidade – Santos, Brasil e Porto, Portugal” visa realizar a troca de experiências relacionadas a programas embasados na criatividade e na cultura como políticas públicas que fortalecem e transformam a cidade, auxiliando no seu desenvolvimento.
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De Portugal, os professores Hugo Barreira e Maria Leonor Botelho abordarão o tema Cidades e Patrimônio Digital. Já Pedro Alves falará sobre o Plano Nacional de Cinema, que trabalha o cinema nas escolas e atua na formação de público para o setor audiovisual. A atividade, realizada pela Prefeitura Municipal de Santos, através do Escritório de Inovação Econômica, será aberta ao público em geral. A entrada é livre.
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Programação

>> 10h | Abertura | Rogério Pereira dos Santos (Secretário de Governo);
>> 10h10 | Moderação do Painel | Niedja de Andrade (Dir. Escritório de Inovação Econômica);
>> 10h15 | Plano Nacional de Cinema de Portugal | Dr. Pedro Alves (Prof. Convidado da Univ. Católica Portuguesa);
>> 10h35 | Cidades e Patrimônio Digital | Drª. Maria Leonor Botelho e Dr. Hugo Barreira (Professores auxiliares da Faculdade de Letras da Univ. do Porto)
>> 11h | Cinemas Públicos em Santos | Raquel Pellegrini (Sec. Adjunta de Cultura de Santos);
>> 11h05 | Santos Film Commission | Maria Francisca Romão (Coord. da Santos Film Commission);
>> 11h10 | Escola Total | Ligia Maria di Bella Costa (Supervisora do Programa Escola Total);
>> 11h15 | Eco Fábrica Criativa | Selley Storino (Ass. Téc. do FSS);
>> 11h20 | Projeto Rádio Jovem | Wellington Araújo (Coord. Políticas para Infância e Juventude de Santos);
>> 11h25 | Semana Caiçara | Catharina Apolinário de Souza (Coord. Economia Criativa de Santos);
>> 11h30 | Vila Criativa e População vulnerável | Debora Scheffer Marques (Coord. de Desenvolvimento Social de Santos);
>> 11h35 | Redes internacionais | Paula Quagliato (Coord. Assuntos Internacionais de Santos);
>> 11h40 | Sessão de perguntas e respostas.

Centenário da estada de Milhaud no Brasil é celebrado no Sesc Santos

Por Leonardo Zufo

O Sesc Santos realiza nos dias 2 e 3 de agosto, quarta e quinta-feira, evento comemorativo do centenário da vinda do compositor francês Darius Milhaud (1892-1974) ao Brasil. Das 18h30 às 20h30 haverá discussões e reflexões no auditório, e das 20h30 às 22h apresentações musicais comentadas no teatro e no auditório. A entrada é franca.

O objetivo é promover a reflexão em torno da conexão de Milhaud com o cenário artístico nacional e o diálogo com a música e os músicos brasileiros, apenas possível pela sua estadia no Rio de Janeiro entre fevereiro de 1917 a novembro de 1918, período em que trabalhou junto ao escritor Paul Claudel, então embaixador da França.

Por outro lado, o evento é uma ampliação do debate musical no momento em que a cidade de Santos torna-se, momentaneamente, a capital da musicologia internacional ao sediar o III Congresso da Associação Regional para América Latina e Caribe da Sociedade Internacional de Musicologia (ARLAC/IMS), que acontece pela primeira vez no Brasil.

As discussões/reflexões acontecem com os profs. Drs. Heloisa Duarte Valente, Diósnio Machado Neto, Tânia Garcia e Profa. Ms. Cibele Palopoli, com mediação da profa. Dra. Lina Noronha. As apresentações musicais contam com a pianista Danieli Longo Benedetti e o Quarteto de Cordas Martins Fontes.

Serviço
2 e 3 de agosto de 2017.
18h30 às 20h30 discussões/ 20h30 às 22h apresentações musicais
Sesc Santos. Auditório e teatro. Grátis.
Rua Conselheiro Ribas, 136/Santos
Programação completa: http://bit.ly/2tRRzts