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Vernissage e lançamento de livro no IHGSV neste sábado

Prefeitura de São Vicente

Lançamento de livro, exposição artística e, para acompanhar, o tão famoso café da Casa do Barão. Essas serão as atrações do Instituto Histórico e Geográfico de São Vicente (Rua Frei Gaspar, 280 – Centro), neste sábado (23/fev), a partir das 16h.

A primeira atividade será o lançamento do livro “Alma Persona In Utopia Condicional”, de Adílson Maraucci Pacheco: “No meu livro consta uma variedade de estilos literários, entre eles sonetos, poesias, poemas, pensamentos, prosas, letras de música e até desenhos. Todos com temas diferentes.”

Ele ainda ressalta que seu livro também pode ser classificado como de consciência política, ao escrever os sonetos ‘Sois Vos’ e ‘Os Capacetes de Aço’, que se referem a esse tema. Ao mesmo tempo, os visitantes podem conferir o vernissage do artista plástico Paulo Bernardes. A exibição segue até 27/fev, e conta com a exposição de quadros, tapetes e objetos de decoração.

Para acompanhar essas atrações, os visitantes poderão também desfrutar do café do Barão, com quatro opções diferentes: aromatizados de baunilha com nozes, creme brulee, chocolate e de amêndoas. Além da receita tradicional do cappuccino, que é servido quente, com chantilly, ou frio, e com uma bola de sorvete.

 

A ‘cara’ do Revelando SP: Conheça participantes do evento

Por Secretaria de Cultura de São Paulo
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Dona Lúcia, de Cruzeiro: “Não tem como mudar a história, porque a história não muda”
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Foi por causa do Revelando São Paulo que a dona Lúcia, de 64 anos, se “especializou” na produção do arroz vermelho com suã, comida típica de Cruzeiro. Em uma das primeiras edições do festival, há 20 anos, foi quando a culinarista ouviu falar do prato e começou a sua pesquisa para aprender a iguaria.
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“O suã é a coluna do porco. Eu e minha amiga fomos atrás dos mais velhos, perguntamos como que fazia. Aí um contava uma versão, outro contava outra e foi enriquecendo”, explica.
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Diz a história que o prato é uma herança dos tropeiros, que no Brasil colonial faziam o comércio entre o sul e sudeste. “Quando eles passavam na região, eles iam em uma fazendinha que tinha na época que plantava esse arroz e iam comer essa comida, porque ela dá sustância. E é verdade, se você almoçar o arroz vermelho, você não janta”.
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Produção local
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Todos os ingredientes que dona Lúcia utiliza no preparo do arroz vermelho com suã são adquiridos de produtores locais. “O produto tem mais qualidade, dura mais e não tem veneno”, diz.
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A primeira vez que dona Lúcia preparou o prato foi para a família. “Fizemos do jeitinho que a história conta, acompanhado de mandioca, couve e torresmo”. O próximo passo foi levar o arroz com suã para o Revelando. E o sucesso foi tanto que, quem for a Cruzeiro hoje, pode provar a iguaria aos domingos, no Bosque Municipal.

Dona Irene – Paraíbuna: “Eu amo fazer bolinho de chuva. E eu acho que uma pitadinha de amor acrescenta sabor”
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A família de Irene Fernandes Neves veio de Minas Gerais para São Paulo, em Paraíbuna, onde ela nasceu, há 62 anos. Original da roça, dona Irene é muito ligada às tradições passadas da avó para a mãe e, por fim, para ela. E, a principal delas, a arte de fazer bolinho de chuva.
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“As pessoas que trabalhavam na roça, quando voltavam cansadas para casa no final do dia, o que elas podiam fazer para comer? Tinha que ser uma coisa prática, rápida. E, principalmente, quando chegava na época da chuva, parecia que pedia o bolinho de chuva”, conta.
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Dona Irene cresceu, casou e, quando tinha 32 anos, se mudou para a cidade. A tradição permaneceu e ela continuou fazendo o doce para a família, amigos, vizinhos. E, apesar de afirmar que sua receita não leva nenhum ingrediente secreto, seus bolinhos fizeram tanto sucesso que logo ela foi convidada para participar de feiras regionais do Vale do Paraíba. “Eu amo fazer bolinho de chuva e eu acho que uma pitadinha de amor acrescenta sabor”.
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Foi por causa de seu bolinho, servido com café torrado, socado no pilão, coado no coador de pano e servido na canequinha de ágata que ela foi convidada para participar da primeira edição do Revelando São Paulo, representando a região, em 1997. “Mesmo morando na cidade, eu não perdi o jeito da roça. Eu uso todas as minhas panelas de ferro, minha chaleira de ágata. Você vai ver quando a gente estiver em São Paulo! Eu e meu marido conservamos tudo porque sempre soubemos que um dia nós iríamos usar. E nós usamos. Eu levo para todas as edições do Revelando”, diz.
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Kambuquira, de Guararema: “Se você for ao Revelando e não comer a minha galinhada, é como se você não tivesse ido”
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Há 30 anos quando conheceu Emília, hoje sua esposa, Denílson José Ferreira, 49, se mudou de Lagoinha, no Vale do Paraíba, para Guararema. A cidade, que fica aos pés da Serra da Bocaína, possui o único centro de peregrinação brasileiro de São Longuinho, santo popular “achador” das coisas e causas perdidas. Realizado uma vez por ano, devotos de todo o Brasil vão até a cidade pagar suas promessas e graças dando pulinhos e comendo a tradicional galinhada de São Longuinho.
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A relação de Denílson com a galinhada teve início há quase 13 anos. Ele, que foi dono de bar e de uma confecção de sapatos, teve um problema de saúde que o obrigou a ficar em casa. Foi aí que Kambuquira, como é conhecido, se interessou pelo prato típico. “Quando eu tive esse problema de saúde tive que ficar em casa de repouso. Para não ficar parado, eu fui até o restaurante de um amigo para aprender a fazer o prato. Falei com a minha esposa e começamos a fazer em casa”, conta Kambuquira.
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Aprovada pela família e amigos, a galinhada fez tanto sucesso que o casal abriu um restaurante. Além do carro chefe, eles fazem também a paella caipira.
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“A galinhada é uma só, mas cada um faz do seu jeito. Na minha receita eu uso só a sobrecoxa, sem pele para não ficar com muita gordura. A primeira parte é cozinhar o frango e tudo é feito no carvão, para ficar com aquele gostinho de feito no fogão à lenha. A gente usa a paellera aí vai azeite, cebola, tomate, pimentão e alho. Colocamos um tempero nosso caseiro que vai salsinha e cebolinha. Coloco a sobrecoxa sem pele e vai mais açafrão e coloral para dar aquela corzinha bonita. Aí já acrescenta o arroz e parmesão ralado. Por último faço a decoração”, explica.
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O sucesso foi tanto que Denílson foi convidado a representar Guararema e levar sua galinhada para o Revelando São Paulo. “Todo mundo que fala em galinhada em Guararema fala que a minha é a melhor que tem. Se você for ao Revelando e não comer a minha galinhada, é como se você não tivesse ido”, se orgulha.

Cinema ao vivo com aroma e sabor de café neste dia 25

Por Eduardo Ricci
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Uma deliciosa mistura para promover experiências em torno do café, da comida, do cinema imersivo e da boa música. Assim é o Café Soul Blues, uma cine imersão sobre a memória afetiva na cultura do café a partir de seus aromas, sabores e da experiência do cinema ao vivo. A estreia acontecerá dia 25 de novembro, às 16h, no Museu do Café (Centro Histórico de Santos/SP), ingressos a R$ 35,00.
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A história central se passa nos dias atuais, mas convida o espectador a reconstruir a memória de uma cantora que desapareceu em 1922, na tarde de inauguração do imponente prédio da Bolsa do Café. O público ajudará a descobrir o misterioso sumiço e a reconstruir a memória afetiva da cantora, durante um delicioso passeio pelo Museu do Café, onde serão servidos alimentos surpresas e harmonizados com diferentes tipos de café.
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Haverá live cinema, instalações sensoriais, cine performance e realidade virtual. Tudo integrado com a paisagem sonora com Jazz, Soul e Blues ao vivo, com Alice Mesquita, Adinan Moraes, Johnny e Bruno Robalo. Realização da Ricci Filmes em parceria com o Museu do Café e apoio cultural da Vídeo Paradiso, Universidade Santa Cecília e Fórum da Cidadania de Santos.
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Os interessados podem comprar o ingresso nos locais descritos abaixo ou fazer sua reserva com antecedência via transferência bancária. As inscrições terminam em 20 de novembro ou até completar as 40 vagas disponíveis. O valor é de R$35,00 e dará ao espectador o direito de participar das ações durante o filme ao vivo, a degustar dois cafés de sabores diferentes, um pedaço de bolo e um croissant. A pré-reserva pode ser pelo e-mail: cinericci@yahoo.com.br ou telefone: (13) 98230-4599, falar com Eduardo Ricci.
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Locais de venda do ingresso:
Museu do Café (Rua XV de Novembro, 95 – Centro Histórico, Santos/SP – Tel.: 3213-1750)
Estação da Cidadania (Avenida Ana Costa, 340 – Campo Grande, Santos/SP – Tel.: 3221-2034)

Agenda: ‘O Azar do Valdemar’, circo e teatro de bonecos no Sesc Santos

Por Sesc Santos

Confira a programação entre os dias 27 e 29 de janeiro no Sesc Santos (Rua Conselheiro Ribas, 136).

Teatro: Por uma estrela

Trata-se da história de um casal de crianças que cresce junto em uma pequena aldeia de pescadores e que aprendem a amar uns aos outros. Entretanto, de repente, são separados pelas contingências da vida. Veremos então o menino sofrer pela saudade, pela dor da separação, até que se decidirá por uma verdadeira “virada” em sua vida, para ir atrás do seu amor. Com 25 anos de estrada, a Cia. Truks ganhou reconhecimento pelo trabalho na animação de bonecos e objetos. A história “Por Uma Estrela” não utiliza diálogos e é assinada pelo diretor Henrique Sitchin. Livre | Grátis. 27/01. Sexta, das 17h às 18h. 28 de Janeiro de 2017, sábado.

Teatro: O Azar do Valdemar

Uma trupe de artistas mambembes conta, em expediente farsesco, a história do desaparecimento de Valdemar e, com o público, tenta recriar a sua trajetória. Livremente inspirada no romance “Viva o Povo Brasileiro” de João Ubaldo Ribeiro. O espetáculo tem o formato do Teatro de Variedades, com banda e “palco” em cima de uma van e disposição do público em semi-arena. Praça Dr. Caio Ribeiro de Moraes e Silva (Pça em frente ao Sesc) . Em caso de chuva, o espetáculo será transferido para o Saguão do Ginásio do Sesc Santos. Na praça em frente ao Sesc. Em caso de chuva, o espetáculo será transferido para o Saguão do Ginásio do Sesc Santos. Livre | Grátis. 28/01. Sábado, das 19h às 20h.

Contação de Histórias: Brincadeiras de Bumbá

Nesta apresentação, com muita dança, brincadeiras e música, compartilharemos a trajetória de Catirina e Francisco. Estes tão famosos personagens, em busca de reviver o Bumba meu Boi, levarão as crianças pelas riquezas da cultura maranhense e do nordeste brasileiro. Livre | Grátis. 28/01. Sábado, das 17h30 às 18h30. Foyer.

Filme: Café, um dedo de prosa

Um casal de amigos, apaixonados por café, encontram-se em uma cafeteria e iniciam uma conversa sobre a bebida mais popular do país, repleta de fatos históricos. Direção de Maurício Squarisi, 72 min, 2015. Com Vera Holtz e Wandi Doratiotto. Auditório Livre | Grátis. 29/01. Domingo, às 11h e às 16h,

Circo: Brasilidades no Picadeiro

Brasilidades no Picadeiro é um espetáculo que conta a trajetória de Ari Rabelo, um locutor se aventurando nas andanças do circo durante 30 anos em território nacional, conhecendo o folclore brasileiro, doando artes circenses e recebendo cultura popular. Entre causos e prosas surge uma história de paixão inseparável pelo microfone e o circo. Ficha técnica: Elenco: Jan Leca, Lucas Gurbanov, Natalia Medeiros, Reco reco, Robert Marcos, Lais Dantas, Arisvaldo Rabelo. Teatro | Livre. Direção Artística: Ronaldo Aguiar. R$ 17,00. R$ 8,50 (meia). R$ 5,00 (credencial plena). 29/01. Domingo, das 17h30 às 18h30.

 

Cinema e gastronomia com afeto é o foco do Cineme-se 2016; veja a programação

Por Eduardo Ricci

O Cineme-se 2016 – Bienal Transmídia da Experiência do Cinema chega a sua 9ª edição e propõe uma ocupação imersiva sobre cinema afetivo, no jardim da Estação da Cidadania (Av. Ana Costa, 340, Santos/SP), com filmes, realidade virtual, música ao vivo, food bikes, gastronomia criativa, performance e rodas de conversa ao ar livre. O Festival acontecerá de 30 de novembro a 3 de dezembro, sempre no período da tarde e a noite, com entrada gratuita. Um espaço criado para o espectador dialogar com suas escolhas, com a mobilidade urbana e com sua capacidade de sentir e de negociar com os próprios sentimentos a partir da experiência da sétima arte e da gastronomia.

O festival passa por profundas mudanças este ano, as quais serão debatidas com convidados nas rodas de conversas temáticas de cada sessão. Sem patrocínio nesta edição, os organizadores chegaram a pensar numa pausa, mas decidiram realizar a ação cultural como espaço para vivenciar a “pausa”. Contando com a economia colaborativa, uma forma de dar luz a momentos importantes de autocrítica e reflexões necessárias para seguir em frente. Uma busca por novos horizontes para continuar a expandir e seguir a troca de experiências com cinema feito em tempo real por realizadores nacionais e internacionais.

Noite de Abertura | No dia 30 de novembro, às 20h, será realizada a gravação de uma parte do documentário em 360° “Alice Reverbera”. Filme sobre a música e suas narrativas na vida da cantora Alice Mesquita. Alice nasceu em Santa Maria, no Rio Grande do Sul e já morou em outras cidades no Brasil e no exterior, hoje vive no Guarujá e tem a música como parte importante de sua trajetória e como estratégia para ser protagonista de si mesmo. Antes da gravação, serão exibidos os curtas “Reino”, de Sebastian Ulriksen (Sidney, Austrália, 2015) e o documentário “Aqueles anos em dezembro”, de Felipe Poroger (São Paulo, Brasil, 2016).

Cinema ao ar livre em 360° | Neste ano além do tema central sobre a “Narrativa imersiva no cinema interativo”, haverá ações sobre realidade virtual e o cinema imersivo em 360°, com temas paralelos que farão parte das rodas de conversas após a exibição dos filmes, serão temas como: “Narrativas de um mundo sem fronteiras”, “A infância no cinema”, “A educação audiovisual”, entre outros assuntos.

Cinema de Santos e Sidney | O Cineme-se 2016 promove um intercâmbio internacional entre escolas de cinema de Santos e Sydney, com o objetivo de aproximar as realidades sobre o fazer cinema em ambas as cidades portos e abordar a educação audiovisual e sua expansão em tempos de filmes realizados com celulares. O diretor do Festival, Eduardo Ricci, morou por oito meses na Austrália, entre 2015 e 2016, para gravar seu longa-metragem em live cinema “Verticidades”. Neste período firmou várias parcerias, entre elas este intercâmbio que já deu fruto nesta edição do Festival e continuará nos próximos anos.

2ª Bicicletada Audiovisual de Santos | A Bicicletada Audiovisual é uma ocupação urbana com bicicletas iluminadas com leds, registros audiovisuais, performances, graffiti digital, música ao vivo e projeções de curtas. Com o objetivo de chamar a atenção para questões diversas sobre a mobilidade na cidade e outros temas relacionados ao convívio urbano.

Cine Bike Café | Uma das novidades da Bicicletada será a estreia oficial do Projeto “Cine Bike Café”. Que consiste num mix de ações e produtos sobre a experiência do cinema e a cultura do café, a partir de vídeos de realidade virtual em 360°, com sabores e aromas do café. Atividade realizada pela produtora Ricci Filmes.

A Bienal é realizado pela produtora Ricci Filmes, com parceria do Fórum da Cidadania e Cultura de Santos e apoio cultural da Prefeitura Municipal de Santos, Unimonte, Okida Arte e Design, Grupo TuMobgrafia, Revista Mundo360°, Vídeo Paradiso, Grupo Era Transmídia, American Ciclo, Site Juicy Santos e Grupo Pedal Noturno. Confira a programação gratuita do Cineme-se 2016 na Estação da Cidadania de Santos:

>> 30/nov | 20h | Exibição dos curtas-metragens ‘Aqueles anos em dezembro’ (documentário de Felipe Poroger) e ‘Kingdon’ (performance de Sebastian Ulriksen), além da gravação do documentário 360º ‘Alice Reverbera’. Todas as noites haverão food bikes e gastronomia criativa na estação;
>> 1º/dez | 14h30 | Exibição do longa ‘O Menino e o Mundo’ (de Alê Abreu), seguido de roda de conversa ‘A infância no cinema’;
>> 1º/dez | 20h | Exibição dos curtas ‘Feliz Ano Novo’ (de Mônica Donatelli) e ‘Anseios que permeiam meus tempos de paz’ (de Eduardo Ferreira), seguido de roda de conversa sobre ‘O Ensino audiovisual expandido’;
>> 2/dez | 15h | Curta surpresa, seguido de roda de conversa ‘Acessibilidade nas salas de cinema’;
>> 2/dez | 20h | Exibição de curtas ‘Por Trás do Cartão Postal’ (de Junior Castro) e ‘Ocupado’ (direção coletiva), além de longa ‘Taxi Driver’ (de Scorcese), seguido de roda de conversa ‘Narrativas criativas em cinema e gastronomia’, além de apresentações musicais de Muniz Crespo, Tanauan Nogueira e Jota Amaral;
>> 3/dez | 14h | Exibição dos curtas ‘Estado Itinerante’ (de Ana Carolina Soares), ‘Oniro’ (de Ariel Quintela e Mateus Mattara), ‘Sutura’ (de Larissa Melo), ‘Convívio’ (de Bruno Arrivabene), ‘Sobre Rodas’ (de Beatriz Lima e Walter Henry) e curtas-surpresas, seguido de roda de conversa sobre ‘Narrativas de um mundo sem fronteiras’.
>> 3/dez | 18h | 2º Bicicletada Audiovisual de Santos | Concentração na Praça dos Andradas, segue até a Estação da Cidadania. Lá, às 20h30, haverá foodbike, gastronomia criativa, performances de Erika Karnauchovas, Idelfonso Torres, projeções de grafite e presentação de Zerobeto Freire em ‘Triciclo Cine Band’.

 

‘Café com Arte’ é dica de tarde agradável no Super Centro Boqueirão dia 19

Por Rafael Forte

“Você não quer entrar e tomar uma xícara de café?”. Clichê nas telinhas, o produto mais famoso do país é sempre um sinônimo de encontro e boas conversas. Assim, na companhia de apresentações musical e iconográfico, baristas da cidade se reúnem com os amantes desta bebida no agradável ‘Café com Arte’, neste próximo sábado (dia 19), às 15 horas, no Super Centro Boqueirão (Rua Oswaldo Cruz, 319, loja 44).

“Grande parte da tradição e da história cafeeira no Brasil tem relação com Santos”, comenta Renata Aulicino, proprietária da loja Loucos por Café, responsável pela iniciativa. “Essa história se construiu não só com a passagem e transporte pelo porto, mas também com estabelecimentos que se tornaram referências para degustação”.

O encontro contará com as demonstrações de Latte Art da barista Alícia Baptista, coroando com belas imagens na superfície de ‘expressos’ saborosos. Ainda, a Fundação Arquivo e Memória de Santos contextualiza a bebida na exposição ‘Do café ao cafezinho’. E direto da Austrália, onde gravou o álbum ‘Feeling The Street’, o violinista santista Robson Perez dará o tom da tarde.

Hábito nacional

Grão que impulsionou a economia paulista já nos idos do século 19, o café hoje é a segunda bebida mais apreciada pelos brasileiros (a primeira é a água), de acordo com pesquisa de 2014 da associação nacional da indústria do setor, a Abic. Segundo o levantamento, o seu consumo já compõe 98% dos lares do país.

 

Erodelia, Depois da Tempestade, ESC e Gabe no ‘Blog n’ Roll Party #2′

Por Lucas Krempel

Neste domingo, a partir das 19h, o Blog n’ Roll Party #2 recebe os shows explosivos das bandas Erodelia, Depois da Tempestade, ESC e o músico e humorista Gabe Cielici no Studio Rock Café (Av. Marechal Deodoro, 110/Santos). Os ingressos custam R$ 15.

Conheça mais sobre o blog.