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Cine Letras exibe comédia sobre inclusão nesta quinta-feira

Por Secult Santos
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Em parceria entre as secretarias de Cultura e de Relações Institucionais e Cidadania, o projeto Cine Letras, em sua 7ª edição itinerante, chega ao Cine ZN – Sala Toninho Dantas (Centro Cultural da Zona Noroeste – Av. Afonso Schmidt, s/nº, Areia Branca) para exibir o filme ‘Colegas’. A sessão ocorre na quinta-feira (19), a partir das 14h, com entrada franca.
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O ‘Leia Santos’ estará presente com a ação Adote um Livro, que oferece publicações que serviram de roteiro para filmes, além de biografias de cineastas e atores. O Cine Letras oferece gratuitamente pipoca e refrigerante. Após a exibição ocorre bate-papo com o coordenador de Defesa de Políticas para Pessoas com Deficiência, Daniel Monteiro, e com a jornalista Roseane Arrocho e o filósofo Rodrigo Lucheta, ambos servidores da Secult.
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O filme
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Comédia premiada, ‘Colegas’ trata de forma poética coisas simples da vida por meio dos olhos de três personagens com síndrome de Down. ‘Colegas’ é um filme que aborda de forma inocente a importância da simplicidade e da leveza da vida.
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Seus três protagonistas (Stalone, Aninha e Márcio) se comunicam basicamente por frases célebres de cinema, resultado dos anos em que trabalharam na videoteca do Instituto Madre Tereza, local onde vivem.
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Um dia, inspirados pelo filme ‘Thelma & Louise’, resolvem fugir no carro velho do jardineiro em busca de seus sonhos: Stalone quer ver o mar, Márcio deseja voar e Aninha busca um marido. Nessa viagem, enquanto experimentam o sabor da liberdade, envolvem-se em inúmeras confusões e aventuras.

Centro Cultural da Zona Noroeste recebe inscrições para cursos gratuitos

Por Secult Santos

O programa Fábrica Cultural, da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), está com inscrições abertas para cursos artísticos gratuitos oferecidos no Centro Cultural da Zona Noroeste (Av. Afonso Schmidt, s/nº, Areia Branca). Há disponibilidade de vagas, até o próximo dia 28, para oficinas balé, dança, teatro, mangá e artes visuais.

Para participar, os candidatos devem comparecer ao Bloco A do complexo cultural (piso térreo), de segunda a sexta-feira (exceto no feriado deste dia 21), das 14h às 18h, e apresentar original e cópia do RG e comprovante de residência, além de uma foto 3×4.

Menores de idade devem portar RG ou Certidão de Nascimento, uma foto 3×4, comprovante de residência e documentos do pai, mãe ou representante legal.

Vagas e especificações

>> Balé Clássico – 17 vagas (iniciantes e alunos novos)
>> 1º ano Balé Clássico – 23 vagas (iniciantes e alunos novos)
>> 2º ano Balé Clássico – 39 vagas (para candidatos que possuam um ano de experiência e 8 a 12 anos idade)
>> 3º ano Balé Clássico – 10 vagas (2 anos de experiência e 9 a 13 anos de idade)
>> Balé Moderno – 21 vagas
>> Balé para Adultos – 4 vagas
>> Dança de Rua Interativa Infantil – 32 vagas
>> Zumba – 21 vagas
>> Dança de Salão – 23 vagas
>> Dança do Ventre – 10 vagas
>> Teatro – 48 vagas
>> Capoeira – 41 vagas
>> Artes Visuais – 9 vagas
>> Mangá – 3 vagas

 

Forró do Carcará inaugura Espaço Nordestino Danado de Bom

Por Carcará Produções

O Carcará Produções levanta vôo novamente e dessa vez o pouso é em Cubatão, na inauguração do Espaço Nordestino Danado De Bom que irá funcionar como centro cultural nordestino realizando várops eventos de forró pé de serra, exposições e manifestações de cultura nordestina. A festa será neste domingo (dia 23), às 16 horas, na Rua Antônio Augusto Bastos, 245, Cubatão. Entrada é R$ 5.

O evento vai contar com 4 shows ao vivo, que irá trazer 3 sanfoneiros bom da mulestia para balançar a pista o dia inteiro, com Cosminho Sanfoneiro Trio, Adrianinho do Acordeon Trio, Camarão Sanfoneiro Trio e Monique da Rocha. “O centro cultural será nossa casa em Cubatão por pelo menos uma vez por semana misturando a cultura nordestina com nossa cultura caiçara, trazendo muito forró, baião, xaxado e xote com muito fulô de amor”, comenta o produtor Jefferson Fernandes.

Ele também protagoniza a exposição ‘Lacus’. Este é o termo que originou o nome “Alagoas”. Do latim, a palavra significa lagoa. A mostra promete revelar locais pouco frequentados pelos turistas, com paisagens de tirar o fôlego. Para desenvolver o trabalho foram percorridos mais de 1.900 quilômetros de carro, jipe e barco.

 

‘Casa depois me conta’ está em cartaz no Centro Cultural Raul Cortez dia 14

Por Proscenium Cultural

Neste próximo sábado, Roberto Bento e Amanda Blanco encenam o teatro ‘Casa depois me conta’. Com direção e dramaturgia do próprio Roberto Bento, a comédia será apresentada neste sábado (dia 14), às 21h, no Centro Cultural Raul Cortez (Av. São Paulo, 3465, Mongaguá). Os ingressos custam de R$ 20 a R$ 40.

No enredo, uma empregada divertida e sonhadora que acredita no casamento, uma assistente de palco bem perua, um apresentador de um talk show de quinta categoria, um taxista endinheirado, ignorante, apaixonado e desconfiado de sua mulher, uma esposa dedicada e um advogado machão abandonado pela mulher, traumatizado pelo casamento. Faz dessa desordem uma ordem, ou será o contrário?

Uma comédia sem pudor, divertida, atemporal e verdadeira, que traz um cotidiano comum a qualquer espectador. Interpretada por um ator e uma atriz em seis personagens, este espetáculo traz em seu enredo universo diferente, classes, vontades e desejos também opostos, e que mostra que a condição social nem sempre traz a solução para os problemas diários.

Com um retrato atual da sociedade, o espetáculo busca externar, de forma divertida e sem apelos constrangedores, os sentimentos e comportamentos mais adversos com, é claro, uma enorme e generosa pitada de bom humor. A comédia está há três anos em cartaz no Rio de Janeiro e São Paulo, já tendo sido assistida por mais de 100 mil espectadores.

 

Cadeia Velha: Manifestação artística ‘Até o Fim’ pelos 35 anos do centro cultural

Por Lincoln Spada | Foto: Rodrigo Montaldi Morales

Nós, artistas, ativistas e apoiadores da Cadeia Velha de Santos realizaremos a mostra gratuita ‘Até o Fim – 35 anos do #CentroCulturalCadeiaVelha’ nesta sexta-feira à noite e sábado à tarde (dias 16 e 17). A programação faz referência ao período em que o prédio estadual se tornou espaço da comunidade artística, e ao último fim de semana que o mesmo local estará aberto ao público, sem data anunciada de reabertura.

É que, desde que reaberto, o patrimônio é gerido em convênio do Governo Estadual com a Poiesis para a Oficina Cultural Pagu. Mas tanto essa, como dez unidades regionais de São Paulo serão desativadas, exceto as da capital. Assim, não houve garantia oficial do Poder Público em relação às novas formações culturais, sequer quanto ao uso do edifício.

De modo simbólico, um bolo cenográfico de cristais marcará o evento, que terá cinedebate, sarau lítero-musical, oficina e performance de artes cênicas, e exposição de artes plásticas. A mostra dialoga com as manifestações que ocorrem simultaneamente nas oficinas culturais de Limeira, São Carlos, São José do Rio Preto e Sorocaba.

Programação gratuita
#CentroCulturalCadeiaVelha | Praça dos Andradas
>> Abertura da mostra de artes plásticas
Sexta | 19h | Com Marcelo Madnights e Paulo Teixeira
>> Cineclube Pagu + Mostra Marginal de Cinema Santista
Sexta | 19h30 | Com Carlos Cirne, Dino Menezes e Marcelo Pestana
>> Oficina de improvisação dança-teatro
Sábado | 15h-17h | Com Celso Lima, Marcus Di Bello e Rafael Palmieri
>> Bolo cenográfico de cristais
Sábado | 15h30-18h | Com Alexandre Sylvestre
>> Performance ‘Intolerância’, do Baobá Coletivo de Arte
Sábado | 16h | Com Bruno Oliveira, Christian Malheiros e Larissa Almeida
>> Roda de conversa: Histórias da Cadeia Velha
Sábado | 16h30 | Com Lincoln Spada e Rodrigo Montaldi Morales
>> Sarau dos 35 anos do #CentroCulturalCadeiaVelha
Sábado | 17h | Com Flávio Viegas Amoreira e Theo Cancello
Apoio: Curta Santos, Movimento Teatral da Baixada Santista, Vila do Teatro.

Cadeia Velha: Governo de SP reúne prefeituras na terça; Santos nega assumir prédio estadual

Por Lincoln Spada

O fechamento das oficinas culturais no interior e litoral paulista será tema de reunião reservada nesta terça-feira (dia 6), na capital. Os secretários municipais das dez cidades-polos das oficinas estaduais foram sondados no último dia 28 e, convidados oficialmente no decorrer da semana pela equipe da Secretaria da Cultura do Estado, José Roberto Sadek.

Provavelmente, o secretário de cultura de Santos, Fábio Nunes, estará presente, tendo em vista que o município perderá a Oficina Cultural Pagu – atual gestora da Cadeia Velha de Santos. Sem a programação artística, está incerto o futuro do patrimônio recém-aberto. Prefeituras de Marília, São Carlos e São José dos Campos já confirmaram representantes. Em Ribeirão Preto, a administração aceitou a proposta de assumir a sede local de oficinas culturais. Em nota, o Governo de SP diz que a parceria é de garantir as ações artísticas, mas somente em espaços municipais.

> Artistas convocaram reunião paralela
> Programação da Cadeia Velha em 2016

Recentemente, a Prefeitura de Santos afirma que não foi comunicada formalmente sobre o fechamento da Cadeia Velha e da OC Pagu. “No que diz respeito à absorção pela Secult das atividades realizadas na Cadeia Velha, no caso de um suposto cancelamento dos cursos lá oferecidos, não há previsão orçamentária em 2017 para tal demanda”. A questão é que o orçamento geral do município entre 2016 e 2017 oscilou de R$ 2,5 bi para R$ 2,6 bilhões, mas a Secult terá redução ano que vem (menos R$ 1,5 milhão), o mesmo caso de outras pastas, como o Turismo (menos R$ 500 mil).

Garantia de quatro meses

Fechada por quase cinco anos, a Cadeia Velha de Santos foi restaurada com verbas estaduais de R$ 10,6 milhões. Desde 2015, o Governo Estadual garantia que atenderia a demanda de audiências e campanhas públicas por um centro de artes integradas. Mas após reabrir o edifício em agosto, o governo anunciou o fechamento da oficina cultural e o rumo incerto do patrimônio nacional. Segundo estimativas, uma oficina cultural custa, em média, menos de R$ 1 milhão. Desde sua reabertura, o local recebeu cerca de 15 mil visitantes.

 

 

Cadeia Velha: Prefeitura admite não ter orçamento para gerir prédio estadual

Por Lincoln Spada | Foto: Sander Newton

Em relação ao anúncio do Governo Estadual em fazer convênios com as prefeituras para que as oficinas culturais ocorram no próximo ano em prédios municipais, a Prefeitura de Santos nega ter sido consultada, e também evita assumir a gestão do Centro Cultural Cadeia Velha, prédio previsto para encerrar as atividades no próximo dia 16.

>> Prédio estadual fechará dia 16 de dezembro
>> Veja histórico de ações no centro cultural este ano

Em nota, a Prefeitura afirma que “qualquer ação referente aos cursos realizados pela Oficina Cultural Pagu é uma decisão da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Sobre o cancelamento das atividades, a Secretaria Municipal de Cultura (Secult), não foi comunicada formalmente sobre o assunto. No que diz respeito à absorção pela Secult das atividades realizadas na Cadeia Velha, no caso de um suposto cancelamento dos cursos lá oferecidos, não há previsão orçamentária em 2017 para tal demanda”.

A posição é mais do que as oficinas, mas também da gestão do prédio estadual. O orçamento geral do município entre 2016 e 2017 oscilou de R$ 2,5 bi para R$ 2,6 bilhões, mas a Secretaria da Cultura terá redução de R$ 33,1 mi para R$ 31,6 milhões. Outra pasta que até poderia manter a Cadeia Velha seria a Secretaria de Turismo, mas também apresenta verba menor: de R$ 8,9 mi para R$ 8,4 milhões.

Mais uma razão para a Prefeitura não assumir o edifício e sua programação é o seu carro-forte na formação artística. “Vale destacar que a Secult mantém o programa Fábrica Cultural, que oferece 33 modalidades de cursos artísticos gratuitos, com cerca de 3700 alunos. As atividades ocorrem em espaços como o Centro Cultural da Zona Noroeste, Centro de Atividades Integradas (Cais) Milton Teixeira, Centro de Cultura Patrícia Galvão, Biblioteca Plínio Marcos (Caruara) e Centro Turístico, Esportivo e Cultural do Morro São Bento”.

Rumos do prédio estadual

Atualmente, a Cadeia Velha é um edifício mantido pelo Governo Estadual gerido em convênio pela OS que mantém a Oficina Cultural Pagu (OC Pagu). Noutra dezena de oficinas culturais pelo interior paulista a serem desativadas este ano, as unidades já pertencem às prefeituras ou poderão ser municipalizadas, conforme anúncio do Governo às mídias de de Limeira, São José do Rio Preto, São Carlos e Araraquara.

Já em Ribeirão Preto, a própria secretária de Cultura, Dulce Neves, aceitou a decisão do convênio. “Fui informada que as oficinas no estado de SP não serão fechadas e sim, haverá negociação para uma parceria entre Estado e Município, como convênio para que a Secretaria de Cultura faça a gestão da oficina cultural, a fim de garantir sua permanência, abrangência e democratização do acesso”.

Também serão desativadas as sedes de Presidente Prudente, Marília, Sorocaba, São José dos Campos e Iguape. Questionada a possibilidade de alguma outro modelo ou parceria de gestão para a Cadeia Velha de Santos (sede da OC Pagu), o Governo de SP por meio da Secretaria de Cultura do Estado não respondeu à revista desde o último dia 29.

Garantia de quatro meses

Fechada por quase cinco anos, a Cadeia Velha de Santos foi restaurada com verbas estaduais de R$ 10,6 milhões. Desde 2015, o Governo Estadual garantia que atenderia a demanda de audiências e campanhas públicas por um centro de artes integradas. Mas após reabrir o edifício em agosto, o governo anunciou o fechamento da oficina cultural e o rumo incerto do patrimônio nacional. Segundo estimativas, uma oficina cultural custa, em média, menos de R$ 1 milhão. Desde sua reabertura, o local recebeu cerca de 15 mil visitantes.