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Casa Rasta fará show gratuito na orla santista neste verão

Por Sarah Mascarenhas

Considerada a banda mais emblemática de reggae da Baixada Santista, a Casa Rasta retorna com força total em apresentação no próximo sábado (19/jan), às 20h, na Tenda Verão 1 (Praia da Pompeia). Nesta apresentação, a banda mostrará novas canções que estarão presentes no novo EP a ser lançado em 2019 nas plataformas digitais.

Com uma sonoridade contagiante, adquirida ao longo de décadas na estrada e influenciada pelo repertório de seus integrantes, a banda entra no estúdio para gravar músicas inéditas. Com letras poéticas, marcadas por temáticas sociais, e também por ritmos da música negra, como o Reggae, Samba, Soul Music e demais vertentes, a banda registrou sua marca ao longo dos anos, sendo conhecida pela energia de bem estar e diversão que envolve o público.

Nascida nos anos 90, no Macuco, a Casa Rasta tem uma forte ligação com o porto de Santos, sendo seus integrantes participantes de movimentos sociais e parentes de trabalhadores portuários. Formada por Emerson Tripah (guitarra), Gibi Wagner (vocal), Mauro Marianno (baixo), Memê (guitarra), Sandro Bueno (percussão) e Waldir Gonçalves (bateria).

De repertório versátil, Silvino se apresenta no Sesc Santos

Por Vinícius Silvino
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O cantor Silvino sobe ao palco no próximo dia 26, às 21h, em apresentação gratuita no SESC Santos (R. Cons. Ribas, 136/Santos). O compositor e intérprete é acompanhado da banda formada por Dama Santos, Pinguim Ruas, Felipe Romano, João Romualdo e Theo Cancello, com participação especial de Edy Star e produção da Upah! Soluções Culturais.
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Trata-se do show que apresenta o repertório do primeiro EP da cantor Silvino, produzido pelo produtor musical Theo Cancello. ‘Húmus’ é o canto de quem, por diferentes motivos, está fora da lógica social, mas enxerga em sua vivência riqueza que colabora na construção da história do mundo, ainda que por ela seja renegada.
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As letras buscam literalidade ao abordar diversas questões como orientação sexual, expressão de gênero, violência urbana sofrida pelas pessoas LGBTQs e a vivência de Silvino com o vírus HIV.
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A sonoridade alimenta-se de referências tropicalistas, buscando a junção dos ritmos brasileiros com a referências da música norte-americana. O show também traz canções pesquisadas por Silvino com temática LGBTQs que marcaram a história da música brasileira nos últimos cem anos.

Big Up dá o ritmo pela primeira vez em Santos

Por Sesc Santos

A banda Big Up se apresenta pela primeira vez em Santos no próximo dia 19 (quinta-feira), às 21h, no Sesc Santos (Rua Conselheiro Ribas, 136). A entrada é franca. A banda pertence à cena musical da zona sul de São Paulo, onde brotou com força, nos últimos anos, uma verdadeira usina criativa, dando passagem a vários grupos musicais que realizam uma verdadeira fusion entre vários estilos, como reggae, rap, rock e MPB.

Big Up foi formada em 2015 por Gabriel Geraissati (guitarra, arranjos, programação e vocal), Lucas Pierro e Ras Grilo (ambos vocais), que, a partir da necessidade vital de fazer música, montaram o próprio Home Studio, de onde saiu o primeiro EP, intitulado ‘’GUIA’’. Lançado no começo de 2016 com 5 faixas autorais, dentre elas o single ‘’Xangô’’, e a faixa “Treta”, verdadeiro manifesto local, gravada com a Banda Gueto Organizado.

O show apresenta as músicas do EP “Guia”, também lançado em 2016, e faz uma tour por toda a produção musical da banda, que aliás é frenética. Dessa forma, os garotos também apresentam, em primeira mão, as músicas do segundo EP “Eleva”, cujo clipe, publicado no canal da banda no youtube atingiu 8.000 visualizações em 5 dias. O show conta ainda com a participação especial de Max. B.O.

 

Banda Los Volks lança segundo trabalho de estúdio dia 12

Por Prefeitura de Guarujá

Na próxima segunda-feira, 12, o trio guarujaense Los Volks disponibiliza seu segundo trabalho de estúdio nas plataformas digitais. O álbum Luna contém seis canções e tem produção assinada pelo baterista do músico Jorge Ben Jor, Lucas Real Fernandes. A Los Volks já atingiu a marca de 60 mil streams no Spotify e tem influências que passeiam pelo alternativo, Indie e MPB. A banda é formada por Pablo Mello, Carolyn Areias e Vinícius de Souza.

Durante o processo de gravação do disco, realizado de junho a setembro, a banda contou com o apoio do estudante de Ciências Musicais da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Daniel Alves, e dos músicos Vinícius Santos e Nícolas Paparelli. O trio ainda têm a baixista Isabella Araújo como instrumentista de apoio.

Para o guitarrista e vocalista do grupo, Pablo Mello, os instrumentistas foram essenciais. “As canções trazem uma sonoridade que reflete o que buscávamos há algum tempo. Ter o apoio desses músicos e um produtor como o Lucas nos direcionando foi fundamental para nós”, ressaltou Pablo.

Segundo o responsável por rearranjar, masterizar e mixar as canções, Lucas Real Fernandes, o disco nasce na contramão do que nos é imposto a ouvir. “São jovens que desejam o conhecimento, a busca de romper os paradigmas. O EP (espécie de álbum compacto) Luna mostra o novo e o velho, o inglês e o brasileiro, o rock e a MPB, o feminino e o masculino”, afirmou o produtor.

O disco estará disponível em redes como Spotify, Deezer e iTunes e poderá ser baixado gratuitamente no portal http://www.losvolks.bandcamp.com a partir do lançamento. Como parte da divulgação do trabalho, a dupla lançará uma sequência de videoclipes. O vídeo da Nascente, canção instrumental que abre o disco, têm previsão para ser lançado ainda neste mês.

 

Entrevista: ‘Estudar musica somou muito na minha personalidade’, diz Karin Martins

Dona de uma voz suave, a cantora Karin Martins despertou para música aos três anos de idade, quando dedilhou as cordas do violão de seu avô e tirou suas primeiras melodias. Aos 11 anos, ganhou seu primeiro violão do qual nunca mais se separou.

Começou a estudar a música aos 12 anos, quando entrou para Escola de Música e Tecnologia (EM&T). Aos 14 anos, escreveu “Castelo de Cartas”, sua primeira composição, que ainda hoje mantém em seu repertório. Com 15 anos iniciou sua carreira profissional, já realizando turnês na Argentina.

1Atualmente, ela está preparando seu primeiro EP, que conseguiu por meio de um financiamento coletivo (Kickante), e ficará pronto em meados de abril. Neste trabalho, que terá seis faixas autorais, ela conta com a produção de Paulo Vaz (tecladista da Supercombo). Por meio de sua assessora Manuella Tavares, a Relevo teve essa entrevista exclusiva com a cantora.

Suas inspirações artísticas vão desde o violão de seu avô, aos três, e principalmente aos 11 com o seu próprio instrumento, e logo foi estudar Música. O quanto essa aprendizagem escolar contribuiu para sua carreira e, principalmente, para sua personalidade?

Estudar musica somou muito na minha personalidade musical, tanto em relação a interpretação quanto técnica, minhas grandes influências vieram de estudo. Acredito que estudo de música é importante para se adquirir cultura em geral.

Além da Escola de Música, cê literalmente debutou aos 15 tocando na pizzaria e um amigo da família e, consecutivamente, passou a se apresentar em vários locais, até na Argentina. Entre tantos palcos e públicos, poderia detalhar qual foi o momento ou a apresentação em que cê sentiu que a carreira musical era para valer?

Cara, quando completei 15 anos de idade, meus pais ofereceram um show completo para eu fazer, ao invés de uma festa de debutante (risos). Eles sabiam que eu curtiria muito mais. Esse show fiz com a lotação máxima do bar. Não havia lugar para ficar nem de pé… Ver aquela galera toda cantando comigo, e rindo de minhas piadas só me confirmou que era aquilo que queria para minha vida.

Impressiona saber que sua primeira composição foi aos 14, ‘Castelo de Cartas’. Confesso não saber sua idade, mas o que mudou nas músicas e gostos da Karin de ‘Castelos’ até a Karin do projeto ‘Semente Urbana’?

‘Castelo de cartas’ é uma canção que me surpreende até os dias de hoje. Quando meu produtor Paulo Vaz escolheu essa canção para o EP pensei “Cara! Essa música fiz tão jovem e ela continua me acompanhando”. Acredito que desde dos meus 14 para os meus 29 anos amadureci muito tanto musicalmente quanto em relação as minhas letras.

2Claro que as composições com o tempo vão se afinando em novas melodias, mas como é o seu processo atualmente de escrever músicas? Torna-se um hábito, um rito, uma influência direta para lhe tomar a vontade de montar seu repertório?

Eu sempre gostei muito de fazer laboratórios de composições, onde separo uns dias só para praticar, mas claro que existem dias em que estou total inspirada. O legal é que às vezes uma coisa que criei em laboratório se junta com um dia de inspiração. O repertório do ‘Semente Urbana’ acabou entrando canções de forte inspiração e canções que jurava que ficaria apenas no laboratório.

No último ano, cê iniciou o processo de financiamento coletivo para o seu primeiro EP. Como foi a recepção do público para colaborar com o seu projeto e, agora já vivenciado este modelo, cê avalia que o financiamento coletivo é uma boa alternativa para o mercado da música?

Eu achei ótima a recepção da galera em relação ao financiamento coletivo. Não digo que foi fácil. É preciso girar todo um movimento para a campanha, eu cheguei a ir tocar na rua durante os finais de semana para divulgar meu projeto. Tive muito apoio dos meus amigos, até de ir para rua e ficar comigo o dia todo, debaixo de sol e chuva… (risos). Então, acredito que rola sim, mas não funcionaria para músicos que não tivessem essa pegada.

Pode aproveitar o espaço para divulgar seus próximos passos, como turnê ou lançamento de seu EP?

Ainda não temos a data certa do Lançamento do disco, mas quem puder acompanhar e conhecer melhor o trabalho, indico a minha Fan Page, assim que tivermos as datas divulgaremos por lá.
Facebook.com/oficialkarinmartins.

*Lincoln Spada

 

Music Box lança EP ‘Identidade’ durante Virada em Santos

Pela primeira vez no maior evento cultural da cidade, a banda Music Box faz a abertura da Virada Cultural no palco principal montado na Praça Mauá, no Centro Histórico. O grupo pop/rock começa esquentando a noite com suas músicas próprias e covers especiais às 19h30 e em seguida grandes nomes da música vão embalar a noite com outros gêneros musicais

A banda conta com cinco integrantes: Carol Germano, vocalista; Percy Castanho Vocalista e Guitarrista; André Ricardo, baixista; Bruno Soares, baterista e nos teclados, Luiz Ramos. O grupo santista tem 4 anos de carreira e além de tocar em todas as cidades da Baixada Santista, também sobe a serra até São Paulo, Sorocaba e Atibaia.

O convite para subir ao palco da Virada deixou os integrantes da banda animados. “A gente estava tocando no Rio de Janeiro em um evento fechado quando me ligaram convidando a banda pra tocar na Virada Cultural. Depois que a ficha caiu ficamos inquietos para que a data marcada chegasse logo pra gente poder mostrar nosso trabalho e nosso novo EP”, conta Percy Castanho

Para tornar a apresentação ainda mais especial, haverá o lançamento do segundo EP intitulado “identidade” que conta com cinco músicas autorais que são: O Que Eu Sou, De Frente Pro Mar, Ainda Estou De Pé, Caos E Paz e Verão De Dois. Assim como o primeiro EP, este também foi produzido pelo Nando Basseto, guitarrista do Garage Fuzz.

Carol Germano é vocalista da banda e dá uma dica pra quem vai até a Praça Mauá prestigiar o evento. “Temos um canal no Youtube onde todo mundo pode acessar e conhecer nossas músicas novas. Pode até decorar pra cantar junto com a gente (risos), e quem tiver mais animado vai levar pra casa o nosso CD. Vamos sortear alguns durante a apresentação, que eu tenho certeza que vai espantar o friozinho”

Quem for assistir ao show e ficar com um gostinho de quero mais tem outra oportunidade na mesma noite de prestigiá-los mais uma vez. A banda se apresenta no Café Teatro Rolidei: Av. Pinheiro Machado, 48, dentro do Teatro Municipal, 3° piso, às 22h30. Mas se a curiosidade for maior ainda, é só seguir a Music Box no Facebook, Instagram e Youtube pra ficar por dentro das novidades.

*Jéssica Alves