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Márcio Barreto lança sua nova obra durante Sarau Caiçara nesta sexta

Por Márcio Barreto

O livro ‘A Desmemória e seus outros nomes’ será lançado durante nova edição do Sarau Caiçara nesta sexta-feira (15/fev), das 19h às 22h, na Estação da Cidadania (Av. Ana Costa, 340/Santos). A publicação de Márcio Barreto (Ed. Imaginário Coletivo) tem o valor de R$ 40.

O lançamento contará com a Feira Imaginária (feira de livros) e participação do aniversariante Flávio Viegas Amoreira, do grupo Percutindo Mundos, além de: Mc Dany, Douglas Drez, Nytria, Orpheu, Martin. Entre escritores, Madô Martins e Regina Alonso têm presenças confirmadas. No dia, haverá homenagem póstuma à jornalista Helle Alves com mostra fotográfica de Myriam D’Almeida.

Em ‘A Desmemória e seus outros nomes’, o autor reúne os seus quatro últimos livros ‘O novo em Folha’, ‘Nietszhe: ou do que é feito o arco do violino’, ‘Mundocorpo’ e ‘Macunaímabladerunner’, poemas inéditos e entrevistas que marcaram sua produção literária de 2010 a 2018.

Com prefácio de Ademir Demarchi, Flávio Viegas Amoreira, Manoel Herzog, Laercio Silva, Madô Martins, Maria José Goldschmidt, Oscar Dambrosio e Carlos Pessoa Rosa, o livro é um monumento móbile às memórias e desmemórias que nos formam.

Nascido em Santos, Barreto é pesquisador da cultura caiçara e utiliza diversas linguagens para expressar suas questões como a literatura, edição de livros, música, cinema, dança, arte-educação, educação social. Já publicou sete livros entre eles ‘Ácidos Trópicos’, ‘Wisnikianas’ e ‘Mar Selvagem’, este como organizador.

Atualmente, trabalha na edição de seu romance ‘Totem’. É também compositor e líder do coletivo Percutindo Mundos que criou profundos laços com a música de Gilberto Mendes, ao qual é dedicado o livro, tendo encerrado o último Festival Música Nova, na USP em Ribeirão Preto.

Aos 40 anos, Grupo Picaré de Literatura e Artes terá nova coletânea em junho

Por Lincoln Spada | Foto: Wilson Melo

A fim de celebrar os 40 anos da criação do Grupo Picaré de literatura e artes de Santos, está previsto lançamento de uma coletânea de poesias, contos, crônicas, desenhos e fotografias para o próximo junho. O coletivo foi iniciado no mesmo mês de 1979, pelos poetas Rafael Antonio Marques Ferreira e Raul Christiano Sanchez nos corredores da Faculdade de Comunicação da Católica UniSantos, logo atraindo outros escritores.

Já nos anos 80, foram reconhecidos pelos seus manifestos, passeatas e publicação de literatura alternativa e marginal. Em prol da vanguarda e arte humanística, o grupo batizado pelo nome de rede de arrasto para pesca era contrário à elitização cultural. No manifesto Picarismo, o grupo defendia uma ação artística “direta, clara, sem o formalismo que impõe normas para a criação”.

Impressos inicialmente em mimeógrafos, os boletins poéticos organizados pelo grupo aos sábados na escadaria da universidade, eram distribuídos pelas faculdades, portas de teatro, bares e cinemas. Mais tarde, o Centro Cultural Patrícia Galvão seria a sede de uma das principais atividades do Picaré, a Feira de Literatura Independente, concluída com uma passeata poética pelo Gonzaga.

Décadas depois, o grupo irá ser revisto na futura coletânea, sob a coordenação de Raul, que se articula com editoras da Baixada Santista e da Capital para concretizar a obra comemorativa. A obra deve reunir fotos da trajetória do grupo, imagens das capas das publicações de seus autores, depoimentos, contexto histórico do movimento literário dos anos 70 e 80, além dos trabalhos de cada um dos artistas envolvidos.

A nova publicação do Grupo Picaré contará com: Alex Sakai, Antonio Do Pinho Miguel Alves, Cesar Bargo Perez, Cissa Peralta (in memoriam), Denize Gomes Gonsalves, Douglas Martins de Souza, Dudu Morato (Edwiges Morato), Edilza Lira S. Fernandes, Fausto José Barbosa, Flavio Calazans, Gil Menin, Inês Bari, Jaime Antonio Filho, José Cândido, Leopoldo Pontes, Liliam Fernandes, Luiz Antonio Canuto Dos Santos, Marilia Marques, Marisa Murta, Orlando Moreno, Orleyd Faya Corrêa, Osvaldo DaCosta, Rafael Antonio Marques Ferreira, Raul Christiano, Roberto Massoni, Rosana Limeres, Sérgio Gonçalves Pinto, Sergio Lemos, Sidney Sanctus, Valdeli Silva, Valdir Alvarenga, Vieira Vivo, Wallach e Wilson Melo.

Ainda, estão previstos os depoimentos da professora Mariângela Duarte, Sergio Trombelli, Gil Nuno Vaz, José Luiz Tahan, Márcio Barreto, Flávio Viegas Amoreira, Madeleine Alves, Sylvia Bittencourt, Julinho Bittencourt, Ricardo Soares, Thereza Rocque da Motta, Claudio Willer, Luis Avelima, Leila Míccolis, Maurilio Campos dentre outros. Mais informações, via e-mail: raul.christiano@gmail.com.

Em pleno Gonzaga, Banda Barracos lança disco no aniversário de Santos

Por Sarah Mascarenhas

A união de arte, educação e cidadania, são os pilares que fundamentam este projeto realizado pelo Instituto Arte no Dique. A Banda Barracos é o resultado de uma ação sócio-cultural promovida na periferia de Santos, litoral paulista. A Banda barracos foi premiada pelo Programa de Ação Cultural do estado de São Paulo com o financiamento da gravação do primeiro disco, que apresenta uma sonoridade contemporânea que mescla maracatu, baião ao rock, rap entre outros ritmos.

No dia 26/jan, às 19h, na tenda da praia do Gonzaga (Tenda 2), o público poderá apreciar o show de lançamento do álbum “barracos”, que traz 11 canções autorais, composições de Danilo Nunes, Zelus Machado, Paulo Faria e Edson Cabeça. Há também a releitura da música “Escombros” de Tenilson Del Rey. A Banda barracos convida as crianças da Coletivo Querô para participação na música “Coco de chuva” e o rapper Ice Dee também está entre os convidados.

A gravação do disco da Banda Barracos foi viabilizada através do Programa de Ação Cultural que realiza edital e seleciona projetos que recebem aporte financeiro do estado para sua realização. A gravação ficou sob a tutela de Flávio Medeiros premiado produtor musical, realizada no Teatro Municipal de Santos e quem assina a produção é cavalo de praia. O Projeto barracos foi o único contemplado na baixada santista no ano de 2018, isso significa um reconhecimento artístico e sua relevância social para promoção de melhoria na situação de alguns moradores das palafitas.

A Banda Barracos difunde o pioneirismo de captar e reproduzir a sonoridade de uma das maiores comunidades de palafitas da América do Sul. As letras retratam a realidade dos moradores das periferias e foram escritas sob um olhar crítico sobre as moradias e condições de sobrevivência das tradições culturais das comunidade das palafitas por todo Brasil.

Para os integrantes da banda realizar o show de lançamento do discos nas festividades de comemoração do aniversário é também um sinal de reconhecimento de um trabalho realizado por meses. O disco completo já está disponível em todas as plataformas de streaming e partir de fevereiro o cd estará disponível para venda online.

A Banda

O colorido sonoro da banda Carrossel de Baco, funde-se a percussiva Banda Querô, resultante do trabalho de formação sócio cultural do Instituto Arte no Dique, com influência da cultura baiana, localizado na vila gilda área continental de santos, considerada a maior favela de palafitas do brasil. Trazendo à tona os signos e símbolos musicais oriundos da miscigenação cultural que resultou na formação do povo brasileiro, o projeto barracos promove um olhar crítico às necessidades básicas de moradia e a sobrevivência das tradições culturais presentes nas palafitas e áreas periféricas brasileiras.

As irreverentes projeções especialmente criadas pelo multi-artista Márcio Barreto se somam com a sonoridade contemporânea do dj e as batidas fortes da percussão. a participação do Coletivo Querô, grupo de crianças pertencente ao trabalho de musicalização do Instituto Arte no Dique, trazem para a festa a esperança da transformação social através da cultura.

 

Confira a programação da 1ª Semana da Cultura Caiçara de São Vicente

Por Márcio Barreto

A 1ª Semana da Cultura Caiçara de São Vicente, amparada pela Lei Municipal n° 3312/2015, e pela Lei Estadual n° 16.290/2016, promove programação em torno da cultura caiçara. Desde suas origens e tradições às experimentações da arte contemporânea, artistas e pesquisadores da região expõem seus trabalhos através da música, literatura, cinema, dança, contação de histórias e teatro.

Em sua primeira edição, a Semana homenageará o músico, compositor e escritor vicentino José Miguel Wisnik e as famílias caiçaras representadas por Antonio Lancha e Dona Nenê (Maria Aparecida Nobre), presidente da Colônia de Pescadores Z-4 e bisneta de Firmino Gonçalves do Santos – mais antigo pescador registrado de São Vicente (1912).

José Miguel Soares Wisnik nasceu em 27 de outubro de 1948. Estudou piano clássico e estreou aos 17 anos como solista na Orquestra Municipal de São Paulo. Ingressou no curso de Letras na USP, onde, depois, concluiu o doutorado em Teoria Literária e Literatura Comparada. Como músico e compositor tem quatro discos gravados e parcerias que vão desde Caetano Veloso e Arthur Nestrowsk, à Elza Soares e Tom Zé.

Compôs para cinema (‘Terra Estrangeira’), teatro (Teatro Oficina) e dança (Grupo Corpo). Escreveu diversos ensaios sobre música e literatura, cuja obra máxima é Veneno Remédio. Ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura em 1978. Apresenta-se no Brasil e no exterior regularmente, onde sempre fala de sua cidade natal: São Vicente.

A 1ª Semana da Cultura Caiçara de São Vicente é uma realização do Coletivo Caiçara, Imaginário Coletivo de Arte, Prefeitura de São Vicente, Secult, IHGSV, Academia Vicentina de Letras, Artes e Ofícios e Conselho Municipal de Políticas Culturais. Curadoria de Márcio Barreto. Produção e organização de Márcio Barreto, Gigi Fernandes e Rogerio Baraquet.

Confira a programação:
>> 14/mai | 17h | Instituto Histórico e Geográfico de SV (R. Frei Gaspar, 280) | Abertura oficial com homenagem a José Miguel Wisnik e às familias de pescadores tradicionais;
>> 14/mai | 17h30 | IHGSV | Abertura da exposição fotográfica ‘Café com Peixe’, de Christina Amorim, visitação até dia 20;
>> 14/mai | 18h | IHGSV | Lançamento do livro ‘Mar Selvagem – Vicente de Carvalho Revisitado’;
>> 14/mai | 19h | IHGSV | Sarau Caiçara, com Flávio Viegas Amoreira, Marcelo Ignacio, Marcelo Ariel, Maria José Goldschimidt, Madô Matins, a intérprete-criadora Célia Faustino, os fotógrafos Anak Albuquerque, Gilberto Grecco, os músicos Laert Sarrumor, Anderson Vilaverde, Rogerio Baraquet, Danilo Nunes, as atrizes Gigi Fernandes e Claudynha Torres, os artistas visuais Gil de Brito, Anna Fecker e a participação especial dos escritores Academia Vicentina de Letras, Artes e Ofícios.
>> 17/mai | 9h e 10h | E.E. Esmeraldo Tarquínio | Ciranda ‘Caiçara’, com músicas de Rogério Baraquet, contação de histórias com Gigi Fernandes e oficinas de cultura caiçara;
>> 17/mai | 14h | E.M.E.F. Francisco Martins | Ciranda ‘Caiçara’, com músicas de Rogério Baraquet, contação de histórias com Gigi Fernandes e oficinas de cultura caiçara.
>> 19/mai | 14h | IHGSV | Feira de Artesanato;
>> 19/mai | 19h | IHGSV | CineCaiçarama, com exibição de ‘Expedição Caiçara – Praia de Castelhanos/SP’, de Danilo Tavares, e ‘Mar Selvagem’, de Márcio Barreto;
>> 19/mai | 21h | IHGSV | Cozinha Caiçara, com organização da Confraria Guaiaó e chef Fabio Perassoli, a adesão no valor de R$ 50;
>> 20/mai | 10h às 14h | Praça Principal do Samaritá | ‘Subprefeitura em Ação – Ocupação Caiçara’, ação social com prestações de serviços e apresentações artísticas;
>> 20/mai | 10h | Praça Tom Jobim | Visita à Aldeia Guarani Mbyá;
>> 20/mai | 16h | Da Ilha Porchat à Praia do Gonzaguinha | Remada Caiçara;
>> 20/mai | 16h | Praia do Gonzaguinha | Batalha da Conselheiro, com apresentação de JR e Ofstreet;
>> 20/mai | 17h | Praia do Gonzaguinha | Art Radical Hip Hop Caiçara, com Carlos Tatu;
>> 20/mai | 18h | Praia do Gonzaguinha | Show de Brunão Mente Sagaz;
>> 20/mai | 19h | Praia do Gonzaguinha | Show ‘Pindorama’, com Percutindo Mundos, Danilo Nunes, Anderson Vilaverde, Célia Demézio e convidados.

 

Tributo a Vicente de Carvalho, antologia ‘Mar Selvagem’ é lançada dia 6

Por Márcio Barreto

‘Mar Selvagem’ é uma antologia em homenagem ao poeta Vicente de Carvalho. Reconhecido por nomes como Euclides da Cunha, Fernando Pessoa e José Lino Grunewald, seus sonetos permanecem entre os mais perfeitos da lírica em língua portuguesa. O lançamento será neste sábado, a partir das 19h, na Estação da Cidadania (Av. Ana Costa, 340/Santos). Publicado pela Imaginário Coletivo e Secult de Santos via Facult 2016, o livro tem o valor de R$ 30.

O livro reúne escritores, editores, músicos, compositores, bailarinos, atores e artistas visuais inspirados na obra do Poeta do Mar. Desde poemas inéditos de Walter Smetak(1913 – 1984), compositor suíço-baiano, à poesia de atores consagrados como Anselmo Vasconcelos (Globo) e à poética de escritores como Flávio Viegas Amoreira, Marcelo Ariel, entre outros que participam pela primeira vez de uma antologia nacional, Mar Selvagem traça um panorama da poesia de todos os tempos, uma ligação importante entre nosso passado, o presente e o imaginário caiçara alimentado pelo mar.

Segundo comenta Regina Carvalho (bisneta de Vicente) no prefácio, “Mar Selvagem oferece ao leitor a oportunidade de viajar pelos poemas de Vicente de Carvalho e de embarcar em várias canoas por mares poéticos e nos deslumbrar com a modernidade, contemporaneidade de estilos e por amantes das palavras. Os poemas revelam a nós mesmos, não nos matam a fome, mas alimentam nossa alma! Este livro é instigante e reacende a chama da versificação, abre caminhos para a valorização da nossa história e da poesia”.

Vicente Augusto de Carvalho nasceu e morreu em Santos (5/04/1866 – 22/04/1922). Publicou diversos livros, entre eles Ardentias (1885), Rosa, Rosa de Amor (1902) e Poemas e Canções (1908). Além de escritor, foi jornalista, político, jurista e abolicionista, tendo ajudado escravos fugitivos a se esconderem no Quilombo do Jabaquara, em Santos. A presente obra, organizada por Márcio Barreto, une poetas de diferentes regiões do Brasil em torno do principal tema de sua obra: o mar! Assim, poetas de Santos, São Vicente, Cubatão, Jundiaí, Itararé, São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Fortaleza (CE), Recife (PE), Brasília (DF) e Maringá (PR) navegam em sua poética. Todos marujos e argonautas resistindo pelo encanto da linguagem solta, úmida, verbo de brisa, bruma e maresia!

São eles: Ademir Demarchi, Alessio Forté, Anselmo Vasconcelos, Antonio Eduardo Santos, Barbara Muglia-Rodrigues, Barney Days, Caio Cardoso Tardelli, Carlos Emilio C. Lima, Carlos Pessoa Rosa, Christina Amorim, Clara Sznifer, Claudia Brino, Claudia Marczak, Ernani Fraga, Flavio Meyer, Flávio Viegas Amoreira, Joceani Stein, José Geraldo Neres, Laert Falci, Luís Sansevero, Luis Serguilha, Madeleine Alves, Madô Martins, Marcelo Ariel, Marcelo Ignacio, Márcio Barreto, Maria José F. Goldschimidt, Mauricio Adinolfi, Natalia Barros, Orleyd Faya, Plinio Augusto Soares, Raul Christiano, Regina Alonso, Reynaldo Damazio, Rodrigo Savazoni, Roberta Tostes Daniel, Silas Correa Leite, Tamara Castro, Valerio Oliveira, Vieira Vivo, Walter Smetak (1913 – 1984), Vinicius Faria Zinn e Yuri Pospichil.

O prefácio é assinado por Regina Carvalho, bisneta de Vicente. Desde Homero, imemorial, o Mar é o elemento literário por natureza: todo homem que nasce a beira mar tem tendência a ser um sábio. Esse telurismo diante do infindo contamina virtuosisticamente nossa linguagem, fortalece mirada ampla ao horizonte e aprofunda por contiguidade nosso sentimento atlântico do mundo! Walt Whitman, Fernando Pessoa, Kaváfis! Ao lado desses mestres oceânicos o Brasil tem em Vicente de Carvalho o seu avatar literário marítimo maior!

O mar vai além do cais, localidade, baía, golfo. É atmosfera do espírito: poetas, somos faróis da humanidade ao longo e ao largo do mistério… É sabido que 90% da população humana vive até 100km dos mares: mar é útero, espelho, aconchego com o divino estelar que reflete. A Editora Imaginário Coletivo, com este livro, ergue uma ponte entre o passado e o presente, ponte que precisa ser mantida, pois sem ela, jamais alcançaremos o rio que desemboca no grande mar do Poema.

 

Flávio Viegas Amoreira ministra oficina ‘Como se tornar um escritor hoje’

Por Márcio Barreto e Flávio Viegas Amoreira | Foto: Isabel Carvalhaes

Entre os dias 27 de abril e 28 de setembro, acontecerá a oficina ‘Como se tornar um escritor hoje – Caminhos da literatura’, com Flávio Viegas Amoreira. A atividade formativa será às quintas-feiras< às 19h30, na Estação da Cidadania (Av. Ana Costa, 340/Santos). O valor do curso é de seis parcelas de R$100,00 cada.

É uma oficina livre com o poeta tranZmoderno passando elementos básicos da composição, divulgação e edição de poesia hoje! Adaptação de métodos a partir das obras de Ezra Pound “ABC da Literatura” e Octávio Paz “O arco e a lira”. Com abordagem da literatura com elementos de semiologia e filosofia deleuziana com mirada para novas mídias e suportes digitais.

O escritor Flávio Viegas Amoreira, crítico literário e autor de 14 livros entre poesia e prosa, idealizou um método contemporâneo de motivação de autores, aplicado especialmente para apaixonados por literatura e escritores em busca de respostas à finalização e editoração de seus trabalhos ainda na gaveta.

Um curso de seis meses sobre o poeta tranZmoderno, sobre os elementos básicos da composição, divulgação e edição de poesia hoje. A proposta é orientar escritores iniciantes, interessados em literatura e sobre técnicas de edição, com leitura de originais e análise de textos em poesia e prosa.

 

Sarau Caiçara no Sítio do Góes no próximo dia 30

Por Márcio Barreto | Foto: Adilson Félix

O grupo Percutindo Mundos realiza mais uma edição do Sarau Caiçara no Sítio do Góes (Praia do Góes, Guarujá). O evento será no próximo domingo (dia 30/out), às 11h, tendo como ponto de partida a Ponte Edgar Perdigão (Av. Saldanha da Gama, s/nº/Santos).

“Amigos e parentes, é com grande alegria que convidamos todos para mais um Sarau Caiçara no Sítio do Góes com muita música, encontro, dança, literatura, fogueira e comida típica caiçara!”, diz Márcio Barreto.

“Para o almoço colaborativo cada um leva o que preferir: saladas, frutas, peixe, pães, batata doce, mandioca, bebidas, carvão. Vamos lá!”.