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Cadeia Velha: Prefeitura admite não ter orçamento para gerir prédio estadual

Por Lincoln Spada | Foto: Sander Newton

Em relação ao anúncio do Governo Estadual em fazer convênios com as prefeituras para que as oficinas culturais ocorram no próximo ano em prédios municipais, a Prefeitura de Santos nega ter sido consultada, e também evita assumir a gestão do Centro Cultural Cadeia Velha, prédio previsto para encerrar as atividades no próximo dia 16.

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Em nota, a Prefeitura afirma que “qualquer ação referente aos cursos realizados pela Oficina Cultural Pagu é uma decisão da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Sobre o cancelamento das atividades, a Secretaria Municipal de Cultura (Secult), não foi comunicada formalmente sobre o assunto. No que diz respeito à absorção pela Secult das atividades realizadas na Cadeia Velha, no caso de um suposto cancelamento dos cursos lá oferecidos, não há previsão orçamentária em 2017 para tal demanda”.

A posição é mais do que as oficinas, mas também da gestão do prédio estadual. O orçamento geral do município entre 2016 e 2017 oscilou de R$ 2,5 bi para R$ 2,6 bilhões, mas a Secretaria da Cultura terá redução de R$ 33,1 mi para R$ 31,6 milhões. Outra pasta que até poderia manter a Cadeia Velha seria a Secretaria de Turismo, mas também apresenta verba menor: de R$ 8,9 mi para R$ 8,4 milhões.

Mais uma razão para a Prefeitura não assumir o edifício e sua programação é o seu carro-forte na formação artística. “Vale destacar que a Secult mantém o programa Fábrica Cultural, que oferece 33 modalidades de cursos artísticos gratuitos, com cerca de 3700 alunos. As atividades ocorrem em espaços como o Centro Cultural da Zona Noroeste, Centro de Atividades Integradas (Cais) Milton Teixeira, Centro de Cultura Patrícia Galvão, Biblioteca Plínio Marcos (Caruara) e Centro Turístico, Esportivo e Cultural do Morro São Bento”.

Rumos do prédio estadual

Atualmente, a Cadeia Velha é um edifício mantido pelo Governo Estadual gerido em convênio pela OS que mantém a Oficina Cultural Pagu (OC Pagu). Noutra dezena de oficinas culturais pelo interior paulista a serem desativadas este ano, as unidades já pertencem às prefeituras ou poderão ser municipalizadas, conforme anúncio do Governo às mídias de de Limeira, São José do Rio Preto, São Carlos e Araraquara.

Já em Ribeirão Preto, a própria secretária de Cultura, Dulce Neves, aceitou a decisão do convênio. “Fui informada que as oficinas no estado de SP não serão fechadas e sim, haverá negociação para uma parceria entre Estado e Município, como convênio para que a Secretaria de Cultura faça a gestão da oficina cultural, a fim de garantir sua permanência, abrangência e democratização do acesso”.

Também serão desativadas as sedes de Presidente Prudente, Marília, Sorocaba, São José dos Campos e Iguape. Questionada a possibilidade de alguma outro modelo ou parceria de gestão para a Cadeia Velha de Santos (sede da OC Pagu), o Governo de SP por meio da Secretaria de Cultura do Estado não respondeu à revista desde o último dia 29.

Garantia de quatro meses

Fechada por quase cinco anos, a Cadeia Velha de Santos foi restaurada com verbas estaduais de R$ 10,6 milhões. Desde 2015, o Governo Estadual garantia que atenderia a demanda de audiências e campanhas públicas por um centro de artes integradas. Mas após reabrir o edifício em agosto, o governo anunciou o fechamento da oficina cultural e o rumo incerto do patrimônio nacional. Segundo estimativas, uma oficina cultural custa, em média, menos de R$ 1 milhão. Desde sua reabertura, o local recebeu cerca de 15 mil visitantes.

Cadeia Velha: OC Pagu custa menos de um terço que fábrica cultural ou museus

Por Lincoln Spada

O anúncio da Secretaria de Cultura do Estado que confirma o fechamento da maioria das oficinas culturais de São Paulo, entre elas, a OC Pagu, atual gestora da Cadeia Velha de Santos, cria um novo debate público sobre qual é o melhor formato para administrar o patrimônio estadual. Afinal, a economicidade do atual modelo está garantida neste primeiro trimestre de reabertura do espaço.

Pense no custo mínimo do Governo Estadual. Previsto no projeto de uso, o auditório não foi entregue. Quando reinaugurada, a Cadeia Velha de Santos mal tinha mobiliário – parcerias com festivais permitiram boa parte de contrapartidas e doações. O repasse trimestral dado às ações formativas é mais e mais reduzido. Então a comunidade local ocupa com mostras coletivas de artes visuais, com cineclube, com sarau…

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Em três meses, o edifício já recebeu exposições de artistas locais e internacionais, workshops de fotografia, oficinas de audiovisual, cultura digital, novas mídias e discotecagem, além de eventos de economia criativa e aberturas de festivais. Ainda, obras regionais e internacionais de cinema e de teatro – ambos com programação infantil ou adulta. Tudo gratuitamente à população. A estimativa é que mais de 15 mil pessoas já frequentaram a casa, e a maioria por mais de 3 horas.

Oficina cultural x Fábrica cultural

Mesmo assim, em janeiro, a OC Pagu entrará numa lista de cortes definitivos do convênio estadual em uma crise financeira temporária, já que economistas garantem aumentos de receita e do PIB nacional em 2018. Bem, no contrato de gestão das atuais 16 oficinas culturais, entre 2015 e 2017, o Governo Estadual repassaria respectivamente à organização social Poiesis: R$ 27,5 mi, R$ 30 mi e R$ 33 milhões. De fato, as verbas anuais aplicadas são R$ 19,5 mi, R$ 17,8 mi e R$ 12,5 milhões – este último é citado na lei orçamentária do próximo ano.

Se prever que a diferença da verba aplicada em 2016 para a prevista em 2017 corresponda às 11 oficinas culturais a serem desativadas, a previsão é que uma oficina cultural custe hoje ao Governo Estadual cerca de R$ 500 mil anual. Por ser num patrimônio exclusivo do Governo Estadual, no máximo, as despesas da OC Pagu não alcançariam R$ 1 milhão.

Apesar do Governo afirmar buscar parcerias para garantir o uso do espaço como centro cultural, no momento, não há programas similares para a gestão, além da instalação de uma Fábrica de Cultura: centros que promovem agenda de apresentações artísticas e ações formativas. Na capital, há cinco fábricas que, neste ano, custaram individualmente mais de R$ 9,5 milhões. Portanto, um tanto improvável.

Oficina cultural x Museus ou PPPs

Claro que o Governo pode descumprir o compromisso público e mudar o uso do espaço, tornando-o em um museu. Mas além de contrariar a opinião pública e a vocação do local, o Poder Público teria um ônus quintuplicado. Por exemplo, em 2015, o Museu do Café recebeu repasse de R$ 5 milhões. Responsável pelo museu, o Inci ganhou um valor ainda maior para administrar o Museu da Imigração no mesmo período.

Ora, outro grupo também já planejou a instalação de um museu no equipamento, mas a ideia refutada pela comunidade artística e audiências públicas custaria neste caso cerca de R$ 3 milhões anuais de verbas mediadas pelo Ministério Público. Além disso, com um museu pelo Inci, pelo último grupo ou qualquer outra entidade, a população teria que pagar mais uma vez para o uso do espaço público: por meio de ingressos.

Se em vez de Organização Social fosse uma Parceria Público-Privada, o entrave seria pior, pois independente do uso, ou o setor privado utilizaria de verba pública ou incentivo fiscal, ou efetivaria esses mecanismos de cobranças (ingressos, estacionamentos, souvenirs, etc), além de não garantir nenhum mecanismo de gestão comunitária.

Onda azul

Daí, só resta a possibilidade de municipalizar o prédio, causando uma contradição: cortar o único programa de formação cultural diversificada na Baixada Santista, região que mais foi fiel à base partidária do Governo Estadual, promovendo uma “onda azul” de administrações tucanas nestas eleições. Além disso, lançar o ônus financeiro justamente à Prefeitura que capitaneou o que seria uma boa maré de relações governamentais.

Cadeia Velha: Governo de SP busca parceiros para manter centro de artes integradas

Por Lincoln Spada | Foto: Sander Newton

Após quatro anos de mobilizações para reforma e reocupação, a Cadeia Velha tem seu destino incerto, já que será alterada a gestão do centro cultural de artes integradas. Em nota oficial, a organização social Poiesis: “informa que não administrará a Oficina Cultural Pagu a partir de 2017. O novo modelo de gestão do espaço será definido pela Secretaria da Cultura do Estado. A Cadeia Velha pertence à Secretaria e vinha sendo gerenciada pela Poiesis de acordo com o Contrato de Gestão e Termo de Permissão de Uso”.

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>> A história da versátil Cadeia Velha desde séc 19 

A unidade será uma das cerca de dez oficinas culturais a serem fechadas pelo interior e litoral paulista, por razões financeiras. No caso da Cadeia Velha, a Secretaria da Cultura do Estado “estuda novo modelo de gestão do programa, com participação de parceiros, para continuar garantindo o atendimento ao público com atividades de formação cultural. Dessa forma, a Cadeia Velha continuará tendo uso cultural”. Vale evidenciar que o espaço enquanto centro cultural de artes integradas foi defendido e garantido pelo órgão depois de audiência e campanhas da comunidade artística.

Em 2013, havia a possibilidade de que o edifício estadual fosse municipalizado. Hoje, a Prefeitura de Santos declara que “atualmente, não há estudo da Prefeitura para assumir a administração do local. Ressaltamos que a Secretaria Municipal de Cultura não foi procurada para discussão deste assunto”. No início do ano, o prefeito Paulo Alexandre Barbosa argumentou sobre a vocação plural que o espaço tem para a formação e o fomento artístico.

Reaberto em agosto

Fechada desde dezembro de 2011, a Cadeia Velha de Santos só foi reinaugurada em agosto de 2016, com custos de R$ 10,6 milhões do Governo de SP. Mesmo assim, quando reaberto, o equipamento estadual não contava com auditório pronto, tinha pouco mobiliário e recursos para realização de atividades formativas. Parcerias com instituições, festivais e grupos artísticos foram fundamentais para equipar e reavivar o prédio neste período. Ali respectivamente sediou o FESTA, o Mirada, o Curta Santos e o Valongo Festival.

Marcello Gugu palestra sobre o hip hop na Cadeia Velha de Santos

Por OC Pagu

Nesta sexta-feira, Marcello Gugu realiza a palestra Infinity Class ‘Redefinindo a história sob a ótica do hip hop’. A atividade grautita acontece no dia 18, às 20h, na Cadeia Velha de Santos. Esta atividade da Oficina Cultural Pagu tem a parceria do projeto Muito Prazer! Meu nome é Hip Hop. A entrada é franca e aberta para 50 primeiros inscritos.

A palestra aborda a cultura oral, as raízes folclóricas nacionais e traz exercícios práticos de construções textuais, sejam elas, relatos , poesias ou música, explorando a capacidade de composição do participante. O nome, Infinity Class, é uma homenagem as aulas que eram ministradas dentro Zulu Nation para a comunidade negra americana.

Gugu conquistou destaque nas batalhas de ruas com sua rimas, vencendo em 2007 a principal delas que a Batalha do Santa Cruz em São Paulo. O músico que também é publicitário com o disco “Até quem enfim Gugu” lançado em 2013, foi eleito um dos melhores no cenário do rap nacional.

 

OC Pagu abre inscrições para oficinas gratuitas a partir de novembro

Por Ricardo Vasconcellos

A partir da próxima quinta-feira (dia 3/nov), a Oficina Cultural Pagu abre inscrições para as novas atividades formativas, entre elas, design gráfico, criação de textos para novas mídias, gestão cultural, escrita criativa, televisão, teatro, cinema e hip hop. A OC Pagu está localizada na Cadeia Velha (Praça dos Andradas) e toda a sua programação é gratuita. Os interessados podem ser inscrever no próprio site ou na sede, de terças a sextas-feiras, das 14h às 20h, e aos sábados, das 10h às 16h. Informações; 3219-2036 e 3219-1741.

PALESTRA | ‘A Dramaturgia em Cena’, com Lauro César Muniz
3/dez | Sábado | 15h30 | 30 vagas

a9Encontro com o dramaturgo Lauro César Muniz, que falará sobre o seu processo de criação para teatro e televisão. Um dos principais autores da história da teledramaturgia brasileira, Lauro César Muniz tem uma carreira repleta de peças teatrais e novelas de grande sucesso.

Dentre suas principais obras destacam-se: no teatro, “O Santo Milagroso”, “Este Ovo é um Galo” e “Luar em Preto e Branco”; na televisão, a minissérie “Chiquinha Gonzaga” e as novelas “O Casarão” e “O Salvador da Pátria”, da TV Globo. Recentemente, escreveu as novelas “Poder Paralelo” e “Máscaras” para a TV Record. Seus textos teatrais foram lançados pela Editora Giostri em uma edição de luxo com quatro volumes, intitulada “Obras Completas de Lauro César Muniz”.

CINECLUBE PAGU | Vencedores da Mostra Olhar Caiçara do Curta Santos
25/nov | Sexta-feira | 20h | 50 vagas | Retirada de senha às 19h45

a1Exibição dos vencedores da Mostra Olhar Caiçara, da última edição do Curta Santos. Após a exibição, haverá uma conversa entre os realizadores dos filmes e o público, mediada pelos coordenadores do Cineclube Pagu Carlos Cirna e Marcelo Pestana. Programa: ‘Angmínia’ (de L.M. Morone), ‘Convívio’ (de Bruno Arrivabene), ‘Feliz Ano Novo’ (de Mônica Donatelli), ‘Por trás do Cartão Postal’ (de Júnior Castro), ‘Sangria’ (de Iasmin Alvarez). A projeção acontecerá no pátio central da Oficina Cultural Pagu, com o apoio da Rizzieri Telões e Eventos.
COMUNICAÇÃO | O meio digital é a mensagem – Workshop de criação de textos
18/nov a 25/nov | Sextas-feiras | 14h30 às 15h30 | Com Ivani Cardoso | 20 vagas

a7O jornalismo na comunicação digital e o uso das redes sociais com conteúdo alinhado aos objetivos profissionais ou pessoais. Ivani é formada em Jornalismo e Direito. Trabalhou nos jornais Cidade de Santos, O Estado de S. Paulo, A Tribuna e por 11 anos na Agência Lu Fernandes Comunicação e Imprensa. Coordenou a divulgação de eventos como Flip, Bienal Internacional do Livro de SP, Viradas Culturais, entre outros. É editora do Publishing Perspectives Educação, newsletter da Feira do Livro de Frankfurt no Brasil, tem a coluna Livros & Mídia no site PublishNews e tem o blog SanSão, Criou e atualiza o site, o blog e o facebook do Ideac e o facebook dos cartunistas Chico e Paulo Caruso.

COMUNICAÇÃO | O meio digital é a mensagem – Workshop de design gráfico
18/nov a 25/nov | Sextas-feiras | 16h às 17h30 | Com Monica Mathias | 20 vagas

a4O design gráfico na comunicação digital e o uso das redes sociais com conteúdo alinhado aos objetivos profissionais ou pessoais. Mônica atua desde 1989 à frente do 3D Design Estúdio & Comunicação. Coordena e produz, desde então, diversos projetos, trabalhos gráficos e eventos para empresas e entidades da região e capital. É também editora do blog SanSão.

OFICINA DE PRODUÇÃO E GESTÃO CULTURAL
26/nov a 27/nov | Sábado e domingo | 10h às 13h e 14h às 17h | Com Maurício Inafre | 10 vagas

a8Abordagem das leis de incentivo cultural, dos editais que contemplam projetos de produção e circulação de espetáculos, bem como os festivais de teatro e as novas ferramentas de financiamento que possibilitam a concretização de um projeto em um espetáculo de teatro. Maurício é formado em economia pela Universidade Brás Cubas e em artes cênicas pela Faculdade Paulista de Artes, ele já administrou teatros e organizou eventos relacionados ao mundo das artes.

Já trabalhou com nomes como Roberto Lage, Kiko Marques, Marat Descartes, João Fonseca e Kleber Montanheiro, Mateus Solano e Marcelo Soler, entre outros. No momento, está à frente da produção Os Dois e Aquele Muro, de Ed Anderson e direção de Francisco Medeiros, em cartaz no Espaço dos Fofos, em São Paulo.

PALESTRA INFINITY CLASS | Redefinindo a história sob a ótica do Hip Hop
18/nov | Sexta-feira | 20h | Com Marcello Gugu | 50 vagas

a5A palestra aborda a cultura oral, as raízes folclóricas nacionais e traz exercícios práticos de construções textuais, sejam elas, relatos , poesias ou música, explorando a capacidade de composição do participante. O nome, Infinity Class, é uma homenagem as aulas que eram ministradas dentro Zulu Nation para a comunidade negra americana.

Gugu conquistou destaque nas batalhas de ruas com sua rimas, vencendo em 2007 a principal delas que a Batalha do Santa Cruz em São Paulo. O músico que também é publicitário com o disco “Até quem enfim Gugu” lançado em 2013, foi eleito um dos melhores no cenário do rap nacional. Esta atividade tem a parceria do projeto Muito Prazer! Meu nome é Hip Hop.

OFICINA | Escrita Criativa nos Tempos Tranzmodernos
22/nov a 1º/dez | Terças e quintas-feiras | 19h às 21h | Com Flávio Viegas Amoreira | 20 vagas

a6Com elementos básicos de poética, semiologia literária e a Literatura linkada ao teatro, cinema, artes plásticas, dança, cibernética. Flavio, nesta atividade, conduzirá o participante ao reencontro com seu potencial e possibilidades da escrita. Flávio é escritor, poeta, contista, romancista, dramaturgo e jornalista. Nascido em Santos em 1965, atua como agitador cultural em São Paulo, Rio de Janeiro e Litoral Paulista, em projetos de discussão de temas ligados a artes de vanguarda, saraus poéticos e oficinas de criação literária.

WORKSHOP | Processo de produção de uma biografia
5/nov | Sábado | 15h30 | Com Gonçalo Júnior | 15 vagas

Processo de produção desse gênero de escrita: como desenvolver pesquisas, localizar pessoas, organizar entrevistas, pesquisar em arquivos de jornais e o lento e intenso processo de elaboração do texto, até chegar à sua finalização. Gonçalo Junior é jornalista com passagem pelos jornais Gazeta Mercantil e Diário de S. Paulo como repórter especial e editor de cultura, respectivamente. É autor de 30 livros, publicados por editoras como Companhia das Letras, Civilização Brasileira, Ediouro, Manole, Conrad etc. Foi vencedor do Prêmio Jabuti de Literatura em 2011, na categoria Melhor Biografia.

WORKSHOP | Escrita criativa
26/nov | Sábado | 15h30 | Com Reynaldo Damazio | 15 vagas

Workshop sobre o processo de escrita e a importância da criatividade na construção do texto literário, a partir da leitura e discussão de autores renomados, de prosa e poesia. Também será abordado o papel da leitura na formação de escritores e educadores, com exercícios breves de criação e interpretação de textos, além de uma bibliografia básica indicada aos participantes.

Reynaldo Damazio é um poeta, ensaísta e crítico literário brasileiro. Graduou-se em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo. Foi revisor da Editora Brasiliense e redator da Folha de S.Paulo. Publicou em 2001 seu primeiro livro de poesia, Nu entre nuvens, em que buscou uma síntese entre a sonoridade das palavras e as imagens evocadas por elas.

ESPETÁCULO INFANTIL | É Doce ou Salgado?
12/nov e 19/nov | 16h | Com Coletivo Sanatório Geral | 40 vagas | Retirada de senha às 15h30

a3No reino da comida, a Rainha Açúcar e a Rainha Sal estão prestas a entrar em guerra, Pimenta que ainda não se decidiu se é doce ou salgado começa a sentir a pressão de ter que escolher um dos lados, como será que ela vai sair dessa? Direção de Miriam Vieira e Betinho Neto. No elenco, Sandy Andrade, Liliane São Paulo, Amanda Franco e Betinho Neto.

 

Na OC Pagu, Gonçalo Júnior ministra workshop sobre processos de biografia

O escritor Gonçalo Júnior realiza workshop gratuito ‘Processo da produção de uma biografia’ no próximo dia 5 (sábado), das 15h30 às 17h30, na Oficina Cultural Pagu (Cadeia Velha, na Praça dos Andradas). Ao todo, são 15 vagas abertas para maiores de 16 anos, voltado a escritores, professores, mediadores de leitura, estudantes de letras e jornalismo, interessados em literatura.

No workshop, ele abordará como desenvolver pesquisas, localizar pessoas, organizar entrevistas, pesquisar em arquivos de jornais e o lento e intenso processo de elaboração do texto, até chegar à sua finalização. Gonçalo Junior é jornalista com passagem pelos jornais Gazeta Mercantil e Diário de S. Paulo como repórter especial e editor de cultura, respectivamente. Colaborou nas seguintes publicações: Folha de S. Paulo, Carta Capital, Playboy, Bravo!, Lola, Prip, MAG, Imprensa etc.

Também é autor de 30 livros, publicados por editoras como Companhia das Letras, Civilização Brasileira, Ediouro, Manole, Conrad etc e das biografias Quem samba tem alegria (Assis Valente), É uma pena não viver (Rubem Alves), E Benício criou a mulher (Benício), Alceu Penna e as Garotas do Brasil (ganhador do Jabuti de 2012) e Versão brasileira: Herbert Richers.

OC Pagu abre nesta terça inscrições para cursos na Baixada Santista

A Oficina Cultural Pagu, a partir do dia 19/jul, abrirá inscrições para os seus novos cursos, são mais de 250 vagas disponíveis para Santos e cidades da Baixada Santista. São eles: dança, fotografia, fotografia com celular, literatura, música e teatro. Toda a programação é gratuita e está disponível no site: http://www.oficinasculturais.org.br.

Os interessados poderão se inscrever pessoalmente nos locais indicados nas cidades. Maiores informações na sede da Oficina Cultural Pagu: Rua Espírito Santo, 17, Santos, de terças às sextas-feiras das 14h às 20h ou pelos telefones: 3219-2036/3219-1741.

SANTOS

ENSAIO ABERTO DO ESPETÁCULO DE DANÇA “JÁ QUE SOU , O JEITO É SER” E CONVERSA SOBRE O PROCESSO DE MONTAGEM
Grupo: Cia 5 – Santos | 27/8– sábado – 20h às 21h40
Público: Retirada de senha até 30 minutos antes do espetáculo
Seleção: Aberto ao Público | 30 vagas
Local: Oficina Cultural Pagu

O experimento de dança-teatro “Já que sou, o jeito é ser”, costura de forma não linear as diversas personagens dos textos de Clarice, transformando seus medos, desejos, anseios e alegrias em um turbilhão de emoções. A Cia 5, é uma companhia híbrida de experimentação entre teatro, dança e cinema. Atualmente desenvolve o processo Já que sou, o jeito é ser, contemplado com o Programa de Qualificação em Dança da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo, além de produzir vídeos-danças e performances em espaços públicos.

OFICINA DE DANÇA “SITE SPECIFIC”
Coordenação: Robson Ferraz | 27/8 a 28/8– sábado e domingo – 14h às 18h
Público: Bailarinos, estudantes de dança e demais interessados com conhecimento na área
Inscrições: 19/7 a 22/8 | Seleção: Carta de interesse | 15 vagas
Local: Oficina Cultural Pagu

A ideia do encontro é discutir questões pertinentes as práticas de apropriação de espaços, site-specífic e instalação coreográfica. Sintonizar o corpo para uma escrita no espaço, trabalhando aspectos de presença, ação e sistemas de composição coreográficas híbridas em que a dramaturgia da audiência/público é parte constituinte da obra. Robson Ferraz é artista da dança formado pela Unicamp. Interessa-se por pensar a dança em termos estéticos e políticos, principalmente relacionado-a às questões de gênero. Em 2009 fundou a Desvio, sua atual plataforma de pesquisa e criação.

WORKSHOP: FOTOGRAFIA COM CELULAR E USO DE APLICATIVOS
Coordenação: Paula Machado | 6/8 – sábado – 13h às 17h
Inscrições: 19/7 a 4/8 | Seleção: primeiros inscritos | 25 vagas
Local: MISS – Museu da Imagem e do Som de Santos (Avenida Senador Pinheiro Machado, 48)

O workshop abordará luz, composição e outros elementos técnicos e conceituais necessários para a obtenção de fotos com qualidade, utilizando o smartphone. Também serão estudados os aplicativos de tratamento de imagem e formas de armazenar e compartilhar fotos nas redes sociais. Paula Machado, fotógrafa freelancer profissional, é graduada em Jornalismo pela Unesp. Fotografou para o jornal Bom Dia Bauru, cobriu a FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty em 2010 e registrou performances de bandas musicais na Argentina.

WORKSHOP DE FOTOGRAFIA: LINHAS GEOMÉTRICAS
Coordenação: Marcus Cabaleiro | 26 e 27/8 – sexta-feira – 19h às 21h30 | sábado – 10h às 12h30 e 14h30 às 16h30
Inscrições: 19/7 a 19/8 | Seleção: carta de interesse | 20 vagas
Local: MISS – Museu da Imagem e do Som de Santos (Avenida Senador Pinheiro Machado, 48)

O workshop busca sensibilizar o olhar para as imagens que vemos no cotidiano, identificando nelas as formas geométricas e suas relações espaciais, de maneira a conseguir, nas fotografias, composições equilibradas e expressivas. As fotos clicadas neste workshop serão expostas na programação do 2º Santos Photo Day, evento que celebra, em 28 de agosto, o Dia da Fotografia.

Marcus Cabaleiro, fotógrafo, tem imagens publicadas em jornais, revistas e sites. Finalista do VIII Prêmio Lentes, do jornal A Tribuna (2013), e 3º lugar no concurso Foto do Ano, do Você Repórter (site Terra, 2012). Expôs em diversos espaços culturais da região; é um dos organizadores do 1º Santos Photo Day e um dos autores do livro “Melhor de Santos”. http://marcuscabaleiro.blogspot.com.br/

WORKSHOP: SONETOS DE AMOR EM PRETO E BRANCO
Coordenação: Manoel Herzog | 18 e 25/8 – quintas – feiras – 19h às 21h
Inscrições: 19/7 a 17/8 | 20 vagas
Local: Pinacoteca Benedicto Calixto: Avenida Bartolomeu de Gusmão, 15

Introdução à história e às características do soneto, forma de poesia surgida na Idade Média. O workshop mostrará o soneto na literatura universal, portuguesa e brasileira, desde Petrarca até Glauco Mattoso. A partir dessa apresentação serão propostos exercícios de criação poética. Esta atividade faz parte do projeto de publicação do livro “Sonetos de Amor em Branco e Preto”, contemplado pelo ProAC 2015.

Manoel Herzog é escritor e poeta. Autor dos livros “Brincadeira Surrealista”, “Os Bichos”, “O Evangelista”, “CBA – Cia. Brasileira de Alquimia” (romance semifinalista do Prêmio Portugal Telecom 2014) e “A Comédia de Alissia Bloom” (terceiro lugar no Prêmio Jabuti 2015). https://manoelherzog.wordpress.com/

“O QUÊ VOCÊ LÊ?”: WORKSHOP DE LEITURA
Coordenação: Marcelo Rayel | 11/8 – quinta-feira – 19h às 21h
Inscrições: 19/7 a 10/8 | 20 vagas
Local: Cais Vila Mathias/Biblioteca Candido Portinari: Av. Rangel Pestana, 150

O workshop procura auxiliar qualquer interessado por literatura a refletir melhor sobre o que se lê. Além de despertar maior atenção a esse gesto, o da leitura, a ação visa reunir pessoas para a troca de ideias em torno desse ato: por que lemos? Por que não lemos? Como se encontra o prazer da leitura?

Marcelo Rayel é escritor, tradutor, revisor editorial e professor universitário. Formado em Letras, com habilitação em Tradução, pela Universidade Católica de Santos. Foi membro do Conselho Municipal de Cultura de Santos, na cadeira de Livro e Literatura. Publica o blog Pela Proa, e também responde pelo blog Literaturial.
https://www.facebook.com/MarceloRayel?fref=ts

5º SANTOS JAZZ FESTIVAL: MASTERCLASS DE VIOLINO E JAZZ
Coordenação: Nicolas Krassik | 29/7 – sexta-feira – 14h às 17h
Inscrições: 19 a 27/7 | 30 vagas
Local: Clube do Choro (Rua XV de Novembro, 68)

O instrumentista francês Nicolas Krassik demonstra sua técnica no violino, que une, de modo virtuoso, a improvisação do jazz com a diversidade da Música Popular Brasileira. Nicolas Krassik estudou música erudita e jazz em seu país natal, a França. Gravou CDs com nomes importantes como Michel Petrucciani e Didier Lockwood. No Brasil, tocou com, entre outros, Beth Carvalho, Chico Buarque, Gilberto Gil, Marisa Monte e Yamandu Costa.

BERTIOGA

“O QUÊ VOCÊ LÊ?”: WORKSHOP DE LEITURA
Coordenação: Marcelo Rayel | 17/8 – quarta-feira – 19h às 21h
Inscrições: 19/7 a 16/8 | 20 vagas
Local: Casa da Cultura (Avenida Thomé de Souza, 130)

CUBATÃO

WORKSHOP: SONETOS DE AMOR EM PRETO E BRANCO
Coordenação: Manoel Herzog | 23/8 – terça-feira – 19h às 22h
Inscrições: 19/7 a 22/8 | 20 vagas
Local: Parque Anilinas (Avenida Nove de Abril, 2275)

GUARUJÁ

“O QUÊ VOCÊ LÊ?”: WORKSHOP DE LEITURA
Coordenação: Marcelo Rayel | 3/8 – quarta-feira – 14h às 16h
Inscrições: 19/7 a 2/8 | 20 vagas
Local: Teatro Procópio Ferreira (Avenida Dom Pedro I, 350)

ITANHAÉM

“O QUÊ VOCÊ LÊ?”: WORKSHOP DE LEITURA
Coordenação: Marcelo Rayel | 5/8 – sexta-feira – 15h às 17h
Inscrições: 19/7 a 4/8 | 20 vagas
Local: Biblioteca Municipal (Rua Cunha Moreira, 71)

MONGAGUÁ

“O QUÊ VOCÊ LÊ?”: WORKSHOP DE LEITURA
Coordenação: Marcelo Rayel | 25/8 – quinta-feira – 19h às 21h
Inscrições: 19/7 a 22/8 | 20 vagas
Local: Centro Cultural Raul Cortez (Avenida São Paulo, 3465)

PERUÍBE

CONVERSANDO SOBRE TEATRO
Coordenação: Robson Guimarães
24/8 – quarta-feira:
Turma 1: 9h às 12h (crianças de 8 a 12 anos);
Turma 2: 13h às 16h (jovens a partir de 13 anos)
Inscrições: 19/7 a 19/8
Seleção: primeiros inscritos
20 vagas por turma
Local: Biblioteca Municipal (Rua Ministro Genésio de Almeida Moura, 13)

“Conversando sobre Teatro” tem o objetivo de incentivar crianças e jovens à prática teatral. Robson Guimarães conversará sobre história do teatro, jogos cênicos, criação de personagens, interpretação e possibilidades profissionais na área, propondo também alguns exercícios básicos. Robson Guimarães é formado em teatro pela Escola Martins Pena e pelo Curso Sylvia Orthof, no Rio de Janeiro. Produtor cultural do Sesi Rio por mais de dez anos, atualmente é professor de teatro no Centro Cultural Raul Cortez, em Mongaguá. https://www.facebook.com/robson.guimaraes.90226?fref=ts

PRAIA GRANDE

WORKSHOP: SONETOS DE AMOR EM PRETO E BRANCO
Coordenação: Manoel Herzog | 20/8 – sábado – 14h30 às 17h30
Inscrições: 19/7 a 19/8 | 20 vagas
Local: Palácio das Artes (Av. Costa e Silva, 1600)

*Oficina Cultural Pagu