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Reflexões sobre a mídia marcam Oficina de Reescrita de Notícias

Por Sarah Mascarenhas

Na próxima terça-feira (12/mar), às 19h30, ocorre a Oficina de Reescrita de Notícias na Casa Fórum Santos (R. Primeiro de Maio, 57, Aparecida). A Oficina de Reescrita de Notícias é uma vivência prática de como a mídia tem publicado e contribuído para a manutenção da violência contra a mulher.

A partir das próprias publicações é realizada uma discussão sobre como a são e como poderiam ser publicadas.  Uma discussão sobre o papel da mídia e sua influência na formação da opinião popular que tem como objetivo, preparar os participantes para a prática da reescrita das notícias a partir de um guia de redação que traz uma abordagem com base nos direitos humanos e a dignidade de todo ser humano.

Após a práticas, o resultado é exibido num varal de notícias que abarca a versão original e como deveria ter sido publicada. As inscrições são virtuais: clique aqui no formulário da organização da iniciativa. A oficina é uma atividade realizada pelo Vias – Coletivo de Comunicação Combativa.

 

Niver de Galpão Cultural inicia com A Bloco do Fim do Mundo; acesse a agenda

O apocalipse chegaria na virada do ano 2000, depois 2012, até profetizaram em 2018 e nada. A solução dos coletivos cênicos do Galpão Cultural? Criar ‘A Bloco do Fim do Mundo’, que em sua terceira edição será realizada na quarta-feira de cinzas (6/mar), com ou sem chuva. A ação está na programação de dois anos do Galpão.

O espaço no Parque Anilinas será o ponto de concentração das 12h às 14h. O aquecimento fica por conta dos Acadêmicos da Sopa de Letrinha, “a maior bateria de escola de samba formado por não-músicos regida pelo grande mestre e ex-músico Luiz Canarinho”, como descrevem os foliões. O cortejo segue da saída do parque até a praça em frente à UME Padre José de Anchieta (Jd. Costa e Silva).

Bem ali na praça Euclides Figueiredo, ocorre também o CarnaKids, em parceria com o lider comunitário do bairro, Guará. O bloco continuará com muito confete e serpentina, pipoca, algodão doce, refrigerante, pula-pula e discotecagem até o momento de um grande pagode. Cada um poderá levar a sua bebida e colaborar também com refrigerante. Por fim, o momento esperado do Caminhão Pipa ‘Ressuscita banho da Doroty II’.

Dois anos de Galpão

Comemorando o 2º aniversário, o Galpão Cultural contará com ampla programação gratuita em março. Além d’A Bloco do Fim do Mundo, haverá às quintas-feiras, 17h, o TQT com sarau (7/mar), sessão pirata ‘Filme Nacional’ (14/mar), ponto de encontro de artistas (21/mar) e Forró Pé de Lama (28/mar).

Às sextas-feiras, às 16h, aulas abertas de introdução ao italiano (de 8 a 29/mar). Às terças-feiras, às 14h, atividades de EcoTerça, com plantio de girassóis (12/mar), roda de reflexão sobre reciclagem (19/mar) e brincando de reciclar (26/mar).

A programação se diversifica aos sábados: Sarau das Minas (9/mar, 14h), oficina de origami Tsuru (16/mar, às 14h), CineTeatro ‘A última palavra é a penúltima’, com Teatro da Vertigem (23/mar) e Teatro no Parque ‘Eu, Migo e Meu Umbigo’, com a Cia Peronomucho (30/mar).

 

Oficinas de Teatro do Parque Anilinas abrem novas vagas

Por Lincoln Spada

As oficinas de teatro do Parque Anilinas ganham novas turmas a partir de março. Para diversas faixas etárias, as atividades têm inscrições abertas de 11/fev a 1º/mar, das 9h às 12h e das 14h às 17h, na Casa 1 do Parque Anilinas (Av. Nove de Abril, 2275/Cubatão).

Em uma metodologia que envolve técnicas de expressões vocais e corporais, jogos de improviso e a formação cidadã, a oficina abrange desde crianças de 7 anos e também dispõe de aulas para a terceira idade.

As atividades são ministradas pela servidora pública Vanessa Souza, atriz e diretora teatral que – com suas turmas mais avançadas – já realiza a itinerância de obras infantis em Unidades Municipais de Ensino, conscientizando os estudantes sobre valores de sustentabilidade e respeito ao próximo.

 

Cia. PlastikOnírica pauta teatro lambe-lambe em roda de conversa

Informações do Tescom

O teatro lambe-lambe é tema de roda de conversa gratuita nesta próxima terça-feira (29/jan), das 20h às 22h, na Escola de Teatro Tescom (Av. Cons. Rodrigues Alves, 195/Santos). A atividade formativa será ministrada por Pedro Cobra e Larissa Miyashiro, ambos da Cia. PlastikOnírica. Informações: (13) 3233-6060.

Esta linguagem teatral de formas animadas apresenta um espetáculo de curta duração que se utiliza de objetos e bonecos em miniatura dentro de uma caixa para apenas um(a) espectador(a) por vez. O formato breve e exclusivo de cada sessão implica um pensamento criativo profundo sobre questões como síntese dramatúrgica, autogestão, mistério, singularidade, intimismo e ocupação do espaço público.

Criada em 2014, a Cia. PlastikOnírica nasce entre artes visuais, música e teatro. A companhia se dedica ao desenvolvimento do teatro de formas animadas. Formado por Pedro, Larisa e Felipe Zacchi, o coletivo cênico participou de festivais no Brasil, Chile e Europa. Atualmente, o grupo teatral tem como base a Oficina de Devaneios, em Santos.

Conheça a cidade de Santos por meio do curso Rota Literária

Por Alessandro Atanes

Conhecer a cidade de Santos por meio do que escreveram poetas, autoras e autores é o objetivo do curso Rota Literária – Conheça Santos por meio da Literatura, que será realizado em três módulos na Associação Cultural José Martí da Baixada Santista (Rua Joaquim Távora, 217/Santos) pelo jornalista e mestre em História Social Alessandro Atanes. O primeiro módulo, com o tema A cidade e o porto, acontece em fevereiro, aos sábados (dias 2, 9, 16 e 23), das 17h às 18h30. O valor do curso é R$ 80, com a opção de R$ 25 por aula.

Entre as obras estudadas, estão poemas e romances de nomes como Jorge Luis Borges, Elizabeth Bishop, Pablo Neruda, Mario Vargas Llosa, Oswald de Andrade, Jorge Amado, Rui Ribeiro Couto e Roldão Mendes Rosa, além de contemporâneos como Madô Martins, Flávio Viegas Amoreira, Ademir Demarchi, Lídia Maria de Melo e Alberto Martins, entre outros. O objetivo é mostrar como as obras literárias, mais do que ilustrar os fatos reais, são elas mesmas fontes para a pesquisa histórica e a compreensão da sociedade.

Atanes é mestre em História Social pela Universidade de São Paulo com a dissertação História e Literatura no porto de Santos: o romance de identidade portuária “Navios Iluminados” (2008), em que explora esse romance de 1937, de Ranulpho Prata, como um documento histórico e como ele se relaciona com textos de outros autoras e autores sobre o porto de Santos.

Suas pesquisas levaram à publicação do livro Esquinas do Mundo: Ensaios sobre História e Literatura a partir do Porto de Santos (Facult/Dobra Universitário, 2013), no qual ampliou sua pesquisa. Possui especialização em História e Historiografia e graduação em Comunicação Social pela Universidade Católica de Santos (1995). Mantém na própria José Martí o SUR -Clube de Leitura de Literatura Latino-americana, que realiza encontros quinzenais.

Programação do primeiro módulo do Rota Literária, ‘A Cidade e o Porto’:

> 1ª Aula – ‘As histórias que os portos contam’
Funções narrativas dos portos: fronteira, local de partida, promessa de aventura; o conto Emma Zunz, de Jorge Luis Borges, e os portos como locais perigosos; Uma esquina do mundo, Santos como nó das relações internacionais: a passagem do cônsul Richard Burton na cidade no conto O Aleph, de Borges; seu substituto no consulado, Roger Casement, no romance O Sonho do Celta, de Mario Vargas Llosa; e o contrabando de armas no romance Trópico enamorado, de Augusto Céspedes.

> 2ª Aula – ‘O ciclo da literatura portuária’
O porto de Santos em uma série de obras literárias publicados ao longo dos últimos 80 anos, um verdadeiro painel fictício que tem início com a publicação em 1937 do romance Navios Iluminados, de Ranulfo Prata, pela editora José Olympio, até sua mais recente reedição em 2015 pela Edusp, passando por Cais de Santos (1939), de Alberto Leal, Agonia na noite (1956), de Jorge Amado, Querô: uma reportagem maldita (1976), de Plínio Marcos, Os viralatas da madrugada (1980) e Barcelona Brasileira (2003),
ambos de Adelto Gonçalves, e Lívia e o cemitério africano (2013), de Alberto Martins.

> 3ª Aula – ‘Os poemas de chegada’
A perspectiva de poetas que chegaram à cidade pelo mar: Contrabando, de Oswald de Andrade, que fecha o livro Pau Brasil (1925); Chegada a Santos (1924), de Blaise Cendrars, que veio visitar os modernistas brasileiros, em uma tradução de Patrícia Galvão; Chegada em Santos (1951), de Elizabeth Bishop, e Santos revisitado (1927-1967) (1967), de Pablo Neruda.

> 4ª Aula – ‘E aqueles que ficam, narram o quê?’
O porto da nostalgia: a memória da imigração e o cais dos adeuses: Santos (1933), de Rui Ribeiro Couto, Porto (s/d), de Roldão Mendes Rosa, e Cais (1959), de Narciso de Andrade; o porto da desolação nos poemas contemporâneos de Madô Martins, Alberto Martins, Flávio Viegas Amoreira e Ademir Demarchi; poesia em Estado de
Exceção nos poemas de Lídia Maria de Melo sobre o navio-presídio Raul Soares.

 

Porto Circense comemora 1º ano com programação dia 8

Com informações de Ugo Castro Alves

A Associação Cultural Porto Circense realiza programação cultural de seu 1º aniversário neste sábado (8/dez), a partir das 17h e segue até 1h, em sua sede (Av. Almirante Cochrane, 404, Macuco/Santos). O ingresso custa R$ 10.

O evento contará com muitas atrações, como ‘Espaço de Brincar’, com a Ecobrincar (17h), a vivência-oficina ‘O circo vem daí’ (18h30), o espetáculo ‘Cabaré Móbile’ (20h) e forró elétrico com a banda Saramandaia (21h30). O espaço será abrilhantado com exposições de lambes de Fabrício Lopez, regado ao sabor de pratos do Chef Eduardo Turati.

A Porto Circense iniciou seus trabalhos em dezembro de 2017, com a arte do circo para a Baixada Santista. “Sendo ministrando aulas ou através de seus eventos, a Porto trabalha incansavelmente para espalhar a magia do circo ao seu redor”, relatam os produtores da associação.

Flávio Viegas Amoreira ministra oficina literária nesta sexta

Por Lincoln Spada

A última edição da oficina literária ‘Como se tornar um escritor’ será realizada nesta sexta-feira (7/dez), das 19h30 às 20h30, pelo autor santista Flávio Viegas Amoreira na Associação Cultural José Martí (Rua Joaquim Távora, 217, Vl. Mathias/Santos). A oficina custa R$ 20. Informações: (13) 3307-1494.

O autor de diversas obras (‘Pessoa Doutra Margem’, ‘Maralto’, entre outros) ministrará uma atividade formativa será baseada em reflexões das seguintes questões: quais contos e poemas são essenciais para um literato? Quais as perspectivas editorias contemporâneas? Qual o futuro do romance na pós-modernidade?

Poeta, contista e crítico literário, Flávio é uma das mais inventivas vozes da literatura nacional contemporânea, na ‘Geração 00’. O escritor utiliza forte experimentação formal e inovação de conteúdos, alternando gêneros em sintaxe fragmentada, apontado como uma das vozes da pós-modernidade literária brasileira em pesquisas de universidades norte-americanas e europeias.