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Orquestra Sinfônica de Santos contará com concurso público em 2019

Por Lincoln Spada

A Orquestra Sinfônica Municipal de Santos deve contar com novo concurso público este ano. Criada em agosto de 1994, a instituição gerida pela Prefeitura hoje conta somente com dez membros que são servidores públicos.

Os demais músicos são contratados de outra maneira, sem vínculo empregatício. Como a maioria dos demais corpos estáveis de outros municípios de Sâo Paulo e do País, havia a intenção do prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) em transferir a gestão da orquestra para uma Organização Social (OS).

Tal proposta teve forte resistência de parte da sociedade e dos artistas, como destacou a líder da oposição na Câmara de Vereadores, Telma de Souza (PT). “Nos últimos meses, a luta dos músicos da Orquestra e do movimento cultural de Santos afastaram, ainda que temporariamente, a proposta de terceirização da companhia, defendido pela atual Administração”.

Para o jornal A Tribuna, o secretário de Cultura, Rafael Leal enfatizou que “não existe a menor possibilidade da sinfônica ser terceirizada ou gerenciada por uma OS”. O estudo de impacto financeiro já está pronto e as tratativas para o novo processo seletivo serão discutidas no mês de abril.

No Coliseu, Sinfônica de Santos celebrará os 473 anos da Cidade

Por Secult Santos

Neste sábado (26/jan), o Teatro Coliseu (Rua Amador Bueno, 237, Centro Histórico) recebe o tradicional Concerto de Aniversário da Cidade, realizado pela Orquestra Sinfônica Municipal de Santos (OSMS) em homenagem aos 473 anos do município.

Criada em 1994, a orquestra será conduzida pelo maestro Luís Gustavo Petri, em apresentação com início previsto às 20h30, e com participação de Mário Tirolli no piano. Os ingressos são gratuitos e serão distribuídos no dia, a partir das 14h, na bilheteria do teatro.

O programa da noite reúne as obras Rhapsody in Blue, uma peça que combina a música erudita com elementos de jazz, composta pelo americano George Gershwin, e a Sinfonia nº 9, conhecida como Sinfonia do Novo Mundo, do tcheco Antonín Dvorak, que teve debute em 1893, no Carnegie Hall, de Nova York, em comemoração ao aniversário da conquista do novo mundo.

 

Maestro Luís Gustavo Petri conquista Prêmio Bibi Ferreira

Por Secult Santos
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O maestro Luís Gustavo Petri, regente e idealizador da Orquestra Sinfônica Municipal de Santos (OSMS), venceu o Prêmio Bibi Ferreira na categoria Melhor Direção Musical, pelo trabalho na versão brasileira do espetáculo ‘My Fair Lady’. A premiação ocorreu na noite da última quarta-feira (18), no Teatro Santander, em São Paulo, com apresentação de Miguel Falabella e Alessandra Maestrini.
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“Foi o reconhecimento pelo trabalho de direção musical que já executo há muito tempo. É algo forte para mim, importante, já que também levo o nome da orquestra e da cidade de Santos comigo”, disse Petri.
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O Prêmio Bibi Ferreira, um dos principais do País, criado por Marllos Silva, é pioneiro em homenagear o teatro musical brasileiro e realizou sua quinta edição com 20 categorias. O júri técnico foi composto por Charles Dalla, Christiane Matallo, Jamil Dias, Luiz Amorim, Ricardo Monteiro, Rogerio Matias e Ubiratan Brasil.
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A montagem ‘My Fair Lady’, com direção geral de Jorge Takla, conta a história do professor aristocrata Henry Higgins, que decide transformar uma vendedora de flores com poucos modos em uma dama da alta sociedade.
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O espetáculo também conquistou os prêmios de Melhor Direção (Jorge Takla), Melhor Ator (Paulo Szot), Melhor Cenário (Nicolás Boni), Melhor Figurino (Fabio Namatame) e Melhor Desenho de Som (Tocko Michelazzo).
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“Trabalho no gênero de direção musical desde 1989, quando, ao lado de Takla, fiz ‘Cabaret’, que foi um trabalho pioneiro em São Paulo e teve no elenco Beth Goulart e Diogo Vilela. Depois vieram espetáculos como ‘Vítor ou Vitória’ e a primeira adaptação de ‘My Fair Lady’”.
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O original de ‘My Fair Lady’ estreou na Broadway em 1956, com texto inspirado na peça ‘Pigmalião’, de George Bernard Shaw (1856-1950). A trilha sonora, com libreto de Alan Jay Lerner e música de Frederick Loewe, inclui canções que figuram no cancioneiro popular como ‘I Could Have Danced All Night’, ‘On the Street Where You Live’ e ‘Get me to the Church on Time’.
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Luís Gustavo Petri
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Regente, compositor, pianista, palestrante e diretor musical, Luís Gustavo Petri é criador, em 1994, do projeto de lei que instituiu a Orquestra Sinfônica Municipal de Santos e está à frente do conjunto, Corpo Estável da Secult, desde então. Petri também é responsável pela difusão da música erudita na Baixada Santista por meio da implantação de projetos para crianças, educação e formação de público.
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Como regente, já esteve à frente das mais importantes orquestras do País, como Sinfônica Municipal de São Paulo, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, OSPA (Porto Alegre), OSP (Paraná), OSB (Brasileira) e da Filarmônica de Manaus, entre outras. Na área lírica realizou espetáculos como o ‘Morcego de Strauss’, ‘Rigoletto’, ‘Il Capello di Paglia di Firenze’, ‘La Traviata’, ‘Roméo et Juliette de Gounod’ e ‘ Magdalena’ de Villa-Lobos.
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Juntamente com Cleber Papa também criou o ‘Ópera Cantada e Contada’, projeto que inova o formato de pocket ópera, com três títulos já encenados: ‘Madama Butterfly’, ‘Carmen’ e ‘La Traviata’. Esteve à frente de orquestras na República Dominicana e em Portugal. Também em Portugal ministrou um curso de Direção de Orquestra em Coimbra.
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É o diretor musical dos espetáculos ‘My Fair Lady’, ‘West Side Story’, ‘Vítor ou Vitória’, ‘Cabaret’, ‘Lago 21’ e ‘Cidades Invisíveis’. Petri, que se formou maestro pela USP e também atuou como pianista do Theatro Municipal de São Paulo, recebeu vários prêmios por seus trabalhos como compositor e diretor musical, entre eles o atual Bibi Ferreira, além do Shell, APETESP e APCA.

Sinfônica de Santos encerra o mês com concerto no Teatro Coliseu

Encerrando o mês de junho, a Orquestra Sinfônica Municipal de Santos (OSMS) realiza concerto nesta quinta-feira (30), às 20h, no Teatro Coliseu (Rua Amador Bueno, 237, Centro Histórico). Sob a regência do maestro Luís Gustavo Petri, a sinfônica executa as obras ‘Romeu e Julieta’ (inspirada na tragédia de William Shakespeare), de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, e ‘Sinfônia nº 2’, de Carl Nielsen.

O concerto também traz projeções de vídeo arte elaboradas pelo produtor cultural Nívio Mota. A entrada é gratuita. Os ingressos podem ser retirados na bilheteria do Coliseu de segunda a quarta-feira, das 9h às 13h, e no dia do espetáculo, a partir das 17h. Outras informações pelo telefone 3226-8000.

Campanha do Agasalho

O concerto deste mês também participa da Campanha do Agasalho, do Fundo Social de Solidariedade de Santos (FSS). No dia do concerto estarão disponíveis caixas para receber doações do público.

*Prefeitura de Santos

 

OSMS realiza concerto no feriado de Corpus Christi

A Orquestra Sinfônica Municipal de Santos (OSMS) se apresenta nesta quinta-feira (26), em mais um concerto oficial da temporada 2016. A apresentação, que ocorre 20h30, no Teatro Coliseu (Rua Amador Bueno, 237, Centro Histórico), será regida pelo maestro Luís Gustavo Petri. Entrada franca.

No programa da noite estão as obras ‘Pelléas et Mélisande, Op. 46’, composta por Jean Sibelius para a peça de teatro do ensaísta e poeta belga Maurice Maeterlinck; e a ‘Sinfonia nº 5 – Reforma’, do alemão Felix Mendelssohn, feita para homenagear o tricentenário da ‘Confissão de Ausburgo’. Mais informações sobre a programação podem ser obtidas pelo telefone 3226-8000.

*Prefeitura de Santos

 

Sinfônica de Santos faz concerto no próximo dia 28

A Orquestra Sinfônica Municipal de Santos (OSMS), sob a regência do maestro-assistente José Consani, realiza concerto no próximo dia 28, a partir das 20h30, no Teatro Coliseu (Rua Amador Bueno, 237, Centro Histórico), com entrada franca.

O programa é composto pelas obras ‘Abertura Coriolano, op. 62’ e ‘Sinfonia nº 2’, de Ludwig van Beethoven, compositor alemão do período de transição entre o Classicismo e o Romantismo, e ‘Idílio de Siegfried’, de Wilhelm Richard Wagner, maestro, compositor, diretor de teatro e ensaísta alemão, primeiramente conhecido por suas óperas.

A OSMS, corpo estável da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), tem 20 anos de atividades e é formada por 41 instrumentistas profissionais. Apresenta em média 20 concertos por ano. Tradicionalmente, toca na última quinta-feira de cada mês no Coliseu, com entrada franca.

José Consani

Desde 2013 a OSMS tem o paulistano José Consani como maestro-assistente. Formado pela Faculdade de Artes Alcântara Machado, na Capital, o músico aceitou o desafio a convite do maestro-titular, Luís Gustavo Petri, com quem trabalhou no Teatro Municipal de São Paulo.

*Prefeitura de Santos

 

OSMS recebe o violonista Daniel Guedes em concerto no Teatro Coliseu

Na próxima quinta-feira (31), às 20h30, o Teatro Coliseu (Rua Amador Bueno, 237, Centro Histórico) abre as portas para a primeira apresentação da temporada de 2016 da Orquestra Sinfônica Municipal de Santos (OSMS). Conduzido pelo maestro Luís Gustavo Petri, o concerto, que tem entrada gratuita, terá a participação do violinista Daniel Guedes.

O programa traz obras do alemão Johannes Brahms e do compositor russo Piotr Ilitch Tchaisovksy. O público poderá apreciar ‘Abertura Trágica, Op. 1’ e ‘Sinfonia nº 3 em Fá Maior, op. 90’, de Brahms, e ‘Concerto para Violino em Ré maior, Op. 35’, de Tchaikovsky, com a participação de Guedes como solista.

Convidado

Carioca nascido em 1977, Daniel iniciou seus estudos de violino aos 7 anos com seu pai. Logo ingressou no Conservatório Brasileiro de Música. Em 1991 ganhou bolsa da Capes para estudar em Londres, onde foi aluno de Detlef Hahn, na Guildhall School of Music.

Posteriormente fez bacharelado e mestrado na Manhattan School of Music de Nova York, na classe de Pinchas Zukerman e Patinka Kopec. Também estudou música de câmera com Sylvia Rosenberg, Isidore Cohen e Arnold Steinhardt, e regência com Pinchas Zukerman e Mika Eichenholz.

Foi vencedor dos concursos Jovens Concertistas Brasileiros (1991), Bergen Philharmonic Competition (1998) e Waldo Mayo Memorial Award (2000), prêmio este que lhe valeu um concerto no Carnegie Hall, de Nova York, tocando o ‘Concerto n°1’, de Max Bruch.

Atuando desde os 10 anos de idade como recitalista e solista nas principais orquestras do mundo, o multi-instrumentista é professor da UFRJ, além de lecionar em projetos sociais e eventos como o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão e o Festival de Música de Santa Catarina, entre outros.

Regente da Academia Jovem Concertante, projeto dirigido pela pianista Simone Leitão, o musicista carioca já assumiu a batuta de orquestras como a OSB Ópera e Repertório, Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, Sinfônicas de Campinas, da Bahia, de Goiânia, Sinfônica da USP e Sinfônica da UFRJ.

Como camerista, faz parte do renomado Quarteto da Guanabara, grupo fundado por Mariuccia Iacovino e Arnaldo Estrêla, que tem mais de 40 anos de existência. Seu duo com o violonista Mario Ulloa já se apresentou em festivais e importantes teatros do País.

*Prefeitura de Santos