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Agenda: Sesc Santos tem Virgínia Rodrigues, Rare Grooves, Orquestra Tom Jobim e mais

Confira a programação do Sesc Santos (Rua Conselheiro Ribas, 136) nesta semana de 7 a 12 de junho de 2016.

Show de encerramento das oficinas de percussão, com Felipe Romano e Bloco Alegria de Viver

Apresentação de encerramento do ciclo de vivências de percussão e cultura com o músico Felipe Romano no projeto ponto de encontro: a ideia é iniciar com um mini ‘cortejo’ até o auditório com participação dos alunos e músicos convidados. Auditório. Livre/Grátis. 07/06. Terça, das 16h às 17h30.

Show em Tributo a Tião Carreiro – Com Noel Andrade e Cacique & Pajé

O mineiro José Dias Nunes, o Tião Carreiro, é reconhecido como uma das maiores referências da viola brasileira e um dos precursores do Pagode Caipira, influenciando muitos artistas desse gênero no país. Neste show, o violeiro Noel Andrade convida a dupla paulista Cacique & Pajé para remontarem à obra deste importante compositor da tradição rural brasileira. Auditório. Livre/ Grátis. 08/06. Quarta, às 20h. Retirada de ingressos a partir das 10h do dia do espetáculo.

Show de Virgínia Rodrigues – Mama Kalunga

A cantora baiana foi descoberta ,em 1997, pelo diretor de teatro Márcio Meireles e pelo cantor Caetano Veloso. Nesse mesmo ano, gravou seu primeiro disco, intitulado Sol Negro, que lhe rendeu uma turnê internacional, passando pelos Estados Unidos e pela Europa. O jornal norte-americano The New York Times chegou a descrevê-la como uma das mais impressionantes cantoras surgidas no Brasil. Em 2000, lançou seu segundo álbum, Nós, que trazia canções de blocos afros de Salvador. Três anos depois veio um novo trabalho, Mares Profundos, com a cantora interpretando afro-sambas de Vinícius de Moraes e Baden Powell. O quarto disco foi em lançado em 2008, Recomeço, com clássicos da MPB.

Para esse show, a cantora apresenta seu quinto álbum, Mama Kalunga, compromissada com matrizes africanas e com ressonâncias da diáspora negra numa leitura própria, contemporânea e direta de um legado complexo e multifacetado. Patrocinado pelo Rumos Itaú 2014, o álbum traz um repertório com composições de criadores negros de distintas gerações e lugares, como Abigail Moura, Geraldo Filme, Moacir Santos, Nei Lopes, Paulinho da Viola, Roberto Mendes, Nizaldo Costa, Ederaldo Gentil, Gilson Nascimento e Tiganá Santana. Com Tiganá Santana (direção artística), Iura Ravensky (direção musical e violoncelo), Sebastian Notini (produção musical e percussão), Léo Mendes (violonista), Bernardo Bosisio (violão), Marco Lobo (percussão). Teatro. Livre. R$ 20,00. R$ 10,00 (meia). R$ 6,00 (credencial plena).. 10/06. Sexta, às 21h.

Show: Nas Pistas da Baixada – Rare Grooves

A intenção deste projeto é resgatar a essência de alguns estilos musicais que influenciam e ajudam a construir a história da música atual. Os sets serão feitos através de 4 toca discos, possibilitando que os DJ’s toquem músicas originais ao mesmo tempo que fazem remixes e novas versões. Músicos como Tim Maia e Novos Baianos compõem o repertório. Reggae, Dub e suas vertentes também não vão faltar nas pick-ups e estarão muito bem representados por Lee Perry, King Tubby, Black Uhuru, o atemporal Funk and Soul de James Brown, Parliament e Jamiroquai. Dos anos 80 e 90, os DJs trazem de volta o Rap de GrandMaster Flash, Beastie boys e Jurassic 5. Tudo isso abusando do Turntablism,que é a arte de manipular sons e criar músicas usando turntable fonógrafo e um DJ mixer. Comedoria. Livre/Grátis. 11/06. Sábado, às 17h.

Cinema: Rashomon – Akira Kurosawa

O filme é baseado em dois contos de Ryunosuke Akutagawa (“Rashomon fornece a ambientação, enquanto Yabu no Naka determina os personagens e a trama). Pode-se dizer que Rashomon introduziu Kurosawa e o Cinema do Japão às platéias do Ocidente, sendo este filme considerado uma de suas obras primas. O filme tem uma estrutura de narrativa não convencional que sugere a impossibilidade de obter a verdade sobre um evento quando há conflitos de pontos de vista. Tanto no inglês como em outras línguas, “Rashomon” se tornou um provérbio para qualquer situação na qual a veracidade de um evento é difícil de ser verificada devido a julgamentos conflitantes de diferentes testemunhas. Na psicologia, o filme emprestou seu nome ao chamado “Efeito Rashomon”. 1950, P&B, 88min. Sala 1. Livre/Grátis. 12/06. Domingo, às 11h e 16h.

Circo: Duelos Mágicos – Com Felipe Gouveia e Willian Soares

Dois mágicos duelam exibindo diversos números, como uma bola de boliche que surge de uma folha de papel, uma varinha gigante que aparece inusitadamente e até uma guilhotina que entra em cena de forma inesperada. Os espectadores são parte importante dessa disputa e convidados a participar. Comedoria. Livre/Grátis. 12/06. Domingo, às 17h30. Retirada de ingressos antecipada no dia do espetáculo a partir das 10h.

Tocando Santos: Orquestra Jovem Tom Jobim

A Orquestra Jovem Tom Jobim foi criada em 2001 durante o Festival de Inverno de Campos do Jordão. A partir da temporada 2015, criou-se um conselho responsável pela direção artística, constituído por Paulo Zuben, Paulo Braga, Tiago Costa e Nelson Ayres, que começa a implantar um plano de renovação. O principal foco da programação será desenvolver o talento da safra de jovens músicos que integram o grupo, com novos arranjos que estão sendo incorporados ao repertório, além de criar desafios e colocar em primeiro plano, solistas e naipes da Orquestra.

Nesse mesmo espírito, estão sendo escolhidos convidados para trabalhar junto aos bolsistas, participando de todo o processo de ensaios, compartilhando seus conhecimentos e experiência. O Grupo tem como objetivo o resgate de obras tradicionais de grandes compositores brasileiros, com especial dedicação à obra de Tom Jobim e à pesquisa e experimentação musical. Sua formação alia as sonoridades e a expressividade da orquestra sinfônica (cordas, adeiras e metais) com a força e o balanço da seção rítmica (piano, contrabaixo elétrico, guitarra, bateria e percussão), proporcionando-lhe uma enorme versatilidade estética.

A Orquestra se apresenta com frequência com artistas de diferentes estilos da música popular e regentes convidados, entre os quais estão Lutero Rodrigues, Gil Jardim, Elza Soares, Rosa Passos, Mônica Salmaso, Chico Pinheiro, Quinteto em Branco e Preto, Germano Mathias, Dominguinhos, Hermeto Pascoal, Alaíde Costa, Nelson Ayres, Léa Freire, Arismar do Espírito Santo, Arrigo Barnabé e Zimbo Trio. A Orquestra Jovem Tom Jobim é um dos grupos de difusão e formação musical da EMESP Tom Jobim, escola do Governo Estado de São Paulo administrada pela Santa Marcelina Cultura. Regência: Roberto Sion. Teatro. Livre. R$ 17,00. R$ 8,50 (meia). R$ 5,00 (credencial plena). 12/06. Domingo, às 18h.

*Sesc Santos

 

Infantil ‘A Oca do Curumim’ entra em temporada neste mês em SV

A vitória-régia, a mandioca, a noite e o dia ou pedras preciosas. Para cada riqueza natural do Brasil seja flora, seja alimentos e minérios, ou manifestações da natureza as tribos guaranis criavam ricas histórias para explicar a sua existência. São estas as lendas que a premiada Cia Histórias do Baú apresentará ao público infantil em ‘A Oca do Curumim’, espetáculo em temporada durante todo o mês de março na Cidade.

Sucesso no 2º FITI – Festival Internacional de Teatro Infantil, a peça será encenada gratuitamente às sextas-feiras, às 20 horas, e aos sábados, às 16h30, nas Oficinas Culturais de São Vicente (Rua Tenente Durval do Amaral, 72, Catiapoã). Os ingressos serão entregues a partir de uma hora antes de cada sessão.

Neste espetáculo, a índia Jacytatá (Beatriz Alves) e o Pajé Eçaim (Henrique Alves) convidam os curumins a participarem de uma assembleia guarani onde as narrativas ilustradas por bonecos confeccionados de cabaças encantam a grandes e pequenos. Com texto e direção de Amauri Alves. Recomendado para maiores de 6 anos. Informações: 3467-3486.

*Prefeitura de São Vicente

 

Expectativas dos protagonistas da Encenação de São Vicente

O entusiasmo para a estreia da Encenação da Fundação da Vila de São Vicente 2015 – O Musical contagiou todo o elenco do espetáculo. Os intérpretes dos personagens principais anteciparam suas alegrias de compor o evento, que terá sessões de quarta-feira a domingo (dias 21 a 25), às 20h30, na Arena da Praia do Gonzaguinha. O ingresso é um pacote de 400 gramas de leite em pó integral a ser entregue em pontos de troca de shoppings e mercados de São Vicente e Santos. Informações: 3468-1528, 3468-1536 ou fb.com/secultsv.

As impressões foram descritas em coletiva de imprensa nesta segunda, aberta pelo prefeito Luis Claudio Bili: “Desde já, é um prazer enorme contar com todos vocês para a realização desse grande espetáculo em comemoração ao aniversário da Cidade”. Por sua vez, o diretor do musical e secretário municipal da Cultura, Amauri Alves, enalteceu os atores: “Este elenco principal com suas carreiras fantásticas certamente norteará nossos jovens atores e levarão recordações muito boas de São Vicente”.

O papel do navegador Martim Afonso de Souza pertencerá este ano ao ator global Ricardo Tozzi: “Aqui vejo muito o empenho e o entrosamento da população para este que é um grande acontecimento. E na arte, o que vale é isso, o ato de se comunicar, envolver-se com as pessoas. Estou louco para participar, tem tudo para ser um sucesso”.

Em cena, Martim fundará a Cidade na antiga terra de Gohayó, povoada pelos guaranis liderados pelo Cacique Tibiriçá, personagem do global Rafael Zulu: “São Vicente abraçou a gente de uma maneira muito carinhosa. Me surpreendi em uma cidade fora do eixo Rio-São Paulo ter um evento desta amplitude e comprometimento com atores internacionais”. Ao todo, 10 artistas de sete países se juntam a mil pessoas no elenco que envolve os protagonistas.

O narrador será o pajé vivido por Hélio Cícero, que já participou de mais de dez edições do espetáculo que alcança a 33ª edição. “A Encenação restituiu o orgulho dos vicentinos em estarem na primeira cidade do Brasil. Culturalmente, é muito importante juntar a moçada para relembrar a história de São Vicente”. Ele antecipou que as ações de seu personagem coincidem com efeitos de videomapping na areia, um dos destaques do musical.

A outra novidade serão os bonecos gigantes de até oito metros de altura que representam entidades da mitologia guarani. Protetora das florestas, Caaporã será interpretada por Helena Ignez: “É uma oportunidade incrível de estar num dos maiores eventos do mundo, e de um texto magnífico!”. A alegria é compartilhada pela filha Djin Sganzerla, que será Uiara, guardiã dos mares: “Ontem assistimos ao ensaio, e essa experiência é uma troca extraordinária para todos nós. A direção musical é muito sofisticada”. Vida longa ao projeto!”.

Enfim, Tupã será interpretado pelo português Marcelo Lafontana. A coletiva teve a participação da suíça Viriginie Beraldo, do argentino Alejandro Szklar, dos mexicanos Jazmin Marquez, Naín Rodriguez, Felipe Escobar Galicia, Manuel Gonzalez Ramírez e Salvador Raigoza. Em cena como irmão de Martim, Pero Lopes, o apresentador de TV da região, Tony Lamers, complementa sobre a vivência com artistas de diferentes nações e trajetórias: “Além da emoção de estar com a plateia que passa uma energia inigualável, estou contente ao estar do lado de pessoas tão distintas e tentarei aprender um pouco mais com cada um de vocês”.

*Prefeitura de São Vicente

Ricardo Tozzi é o Martim Afonso da Encenação da Vila de São Vicente 2015

O elenco principal da ‘Encenação da Fundação da Vila de São Vicente 2015 – O Musical’ já está se preparando para entrar em cena. O navegador português Martim Afonso de Souza será protagonizado por Ricardo Tozzi, enquanto os papéis do Cacique Piquerobi e do pajé dos guaranis serão de Rafael Zulu e Hélio Cícero. Já o apresentador Tony Lamers interpretará Pero Lopes, irmão de Martim.

A arena ainda contará com Marcelo Lafontana, Helena Ignez e Djin Sganzerla. Este trio representará Tupã, Caaporã e Uiara, deuses da mitologia indígena. Assim, os respectivos guardiões da luz, das florestas e das águas conduzirão a saga do povo guarani na ilha de Gohayó e da expedição de Martim Afonso à ilha de São Vicente.

O elenco terá a companhia de outros mil atores da comunidade, que contracenarão com projeções de vídeo arte executadas com a técnica de videomapping, e com bonecos de quatro a oito metros de altura. Realizado pela Secretaria da Cultura, a direção é do titular da pasta, Amauri Alves que também interpreta João Ramalho, com músicas e trilha sonora de Flávio Medeiros.

O maior espetáculo teatral em areia da praia no mundo terá em sua 33ª edição entre os dias 21 e 25 de janeiro, às 20h30, na Praia do Gonzaguinha. O ingresso é um pacote de 400 gramas de leite em pó que pode ser entregue nos pontos de troca em supermercados e shoppings de São Vicente. Todos os itens serão doados ao Fundo Social de Solidariedade, que destinará às creches da Cidade. Mais informações: 3468-1528, 3468-1536 ou fb.com/secultsv.

Ricardo Tozzi

Foto Ricardo TozziNascido em 1975 em Campinas, Ricardo Tozzi abandonou a carreira de administrador de empresas para assumir a carreira de ator e modelo. Segundo ele, enquanto trabalhava às manhãs como executivo, às noites estudava teatro. O sucesso com o público foi em sua estreia na novela global ‘Bang Bang’ (2006). Engatou no mesmo ano a sua participação em ‘Pé na Jaca’. Em 2007, atuou no seriado ‘Malhação’ e, no ano seguinte, fez as séries ‘Casos e Acasos’, ‘Dicas de um Sedutor’ e ‘Guerra e Paz’.

Ricardo já estrelou três novelas em horário nobre: ‘Caminho das Índias’ (2009), de Glória Perez, ‘Insensato Coração’ (2011), de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, e ‘Amor à Vida’ (2013), de Walcyr Carrasco. O seu timing para comédia também garantiu sua escalação nas novelas de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira: ‘Cheias de Charme’ (2012) e ‘Geração Brasil’ (2014), respectivamente como o galã Fabian e o vilão Herval.

Helena Ignez

Foto Divulgação - Helena Ignez 1Helena Ignez nasceu em Salvador (Bahia) em 1941 e, aos 18 anos, ingressou no teatro de vanguarda e consecutivamente no cinema com o curta-metragem ‘O Pátio’ (1959) com o diretor Glauber Rocha, então seu primeiro marido com quem teve a filha Paloma. A musa do Cinema Novo ganharia fama com os sucessos ‘Assalto ao Trem Pagador’ (1962) e ‘O Padre e a Moça’ (1966) e abraçaria a carreira em São Paulo no longa ‘O Bandido da Luz Vermelha’ (1968), de Rogério Sganzerla.

O diretor do clássico do Cinema Marginal se casou com Helena e, juntos do cineasta Júlio Bressane, desenvolveram o movimento underground. Em ‘A Mulher de Todos’ (1969) sagrou-se como uma atuação debochada e extravagante. O casal manteve a parceria em toda a filmografia seguinte e teve dois filhos: a compositora Sinai e a atriz Djin. Após o falecimento de Rogério em 2002, Helena dirigiu a continuação ‘Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha’ (2010). Ela também é famosa no teatro com as peças ‘Os Sete Afluentes do Rio Ota’ e ‘Savanah Bay’ nas últimas décadas.

Djin Sganzerla

Foto Divulgação - Djin Sganzerla 3Filha do cineasta Rogério Sganzerla e da atriz Helena Ignez, a atriz carioca nasceu em 1977 e seguiu a trajetória da mãe. Estreou nos palcos aos 19 anos, sob direção de Antônio Abujamra em ‘O Que É Bom em Segredo É Melhor em Público’ (1996), e rumou ao estrelato em ‘Savanah Bay’ (1999) e ‘Cabaret Rimbaud’ (1997), dirigida respectivamente por seu pai e sua mãe. Helena também a dirigiu em ‘O Belo Indiferente’ (2012).

Nas telonas, Djin brilhou no filme de seu pai ‘O Signo do Caos’ (2005), ‘Falsa Loura’ (2007) e ‘Meu Nome é Dindi’ (2008). Nestes dois últimos longas, foi premiada respectivamente com o Troféu Candango do Festival de Brasília e Troféu APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte. A sua última aparição foi em ‘Luz nas Trevas’ (2010), sendo dirigida por sua mãe e contracenando com seu marido André Guerreiro Lopes.

Rafael Zulu

Rafael ZuluNascido em 1982, o ator carioca Rafael Zulu iniciou sua trajetória nos palcos ao se encantar com o trabalho social dos Doutores da Alegria. Aos 22 anos, a sua primeira peça foi ‘Aonde está você agora?’ (2004), de Regiana Antonini, e no mesmo ano, em turnê com o musical ‘Eu Sei que Vou te Amar’, que recebeu convite para a TV. Estrelou na novela ‘Prova de Amor’ na Record no ano seguinte.

Ainda na emissora paulista, fez participações nas novelas ‘Os Mutantes – Caminhos do Coração’ (2009) e ‘Balacobaco’ (2012). Contratado pela Rede Globo, ele ganhou o público em seus papéis em ‘Sete Pecados’ (2007), ‘Caras & Bocas’ (2009), ‘Ti Ti Ti’ (2009), ‘Fina Estampa’ (2011) e ‘Em Família’ (2014). No ano passado, estava no elenco da série ‘Sexo e as Negas’.

Hélio Cícero

Foto Helio CíceroO paulista Hélio Cícero nasceu em Cândido Mota em 1955. Formado em Arte Dramática pela USP, atuou em espetáculos teatrais junto a Antunes Filho e Ulysses Cruz, como ‘Paraíso Zona Norte’ (1989), ‘Nova Velha História’ (1991), ‘Vereda da Salvação’ (1993), ‘Velhos Marinheiros’ (1985), ‘Rei Lear’ (1996), ‘Hamlet’ (1997), recebendo os prêmios Mambembe, Apetesp e Inacen como melhor ator. Ainda, fez ‘Macbeth’ (2012), direção de Gabriel Vilela, e ‘Toda Nudez Será Castigada’ (2000), com direção de Cibele Forjaz.

Em 2009, celebrou 30 anos de carreira com uma exposição fotográfica e o solo ‘A Noite do Barqueiro’, texto e direção de Samir Yazbek. Nas telinhas, encenou em ‘Rei do Gado’ (1996), ‘Começar de Novo’ (2004), ‘Canavial de Paixões’ (2003) e ‘JK’ (2005). Também trabalhou nos longas ‘Tapete Vermelho’ (2006) e ‘Anita e Garibaldi’ (2013). Há oito anos, fundou a Cia Teatral Arnersto nos Convidou com Yazbek, onde realizou ‘O Fingidor’, ‘As Folhas do Cedro’, ‘Fogo-Fátuo’ e ‘Frank-¹’. Atualmente está em cartaz com ‘Jantar’, de Mauro Baptista Vedia na Capital.

Marcelo Lafontana

Foto - Marcelo LafontanaO paulistano Marcelo Lafontana nasceu em 1967 e iniciou sua trajetória aos 19 anos, em 1986, como ator, diretor e marionetista. Radicado em Portugal desde 90, trabalhou e colaborou com o Ballet Teatro Contemporâneo do Porto, Teatro Bruto, Quinta Parede, Marionetas do Porto, Teatro Nacional São João e Casa da Música. Assume em 1998 a criação e direção do Teatro de Formas Animadas de Vila do Conde, onde encena ‘Teatro de Papel/Anfitrião’ (2003), ‘Teatro de Papel/Convidado de Pedra’ (2006), ‘Payassu – O Verbo do Pai Grande’ (2009) e ‘Prometeu’ (2010).

Licenciado em Artes Cênicas e Teatro e Educação, já lecionou na Escola Superior Artística do Porto, Escola Superior de Educação de Coimbra, Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo e Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação.

Tony Lamers

Foto - Tony LamersAlém de âncora dos jornais da TV Tribuna, o santista Tony Lamers tem larga experiência como radialista, músico e cantor. Em 2013 e 2014, ele interpretou respectivamente o operário construtor e o Padre Gonçalo Monteiro na Encenação da Fundação da Vila de São Vicente.