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Bandas estreantes são os destaques da semana do Carnabanda 2019

Prefeitura de Santos

A segunda semana do Carnabanda 2019 terá cinco bandas que vão desfilar pela primeira vez no evento promovido pela Prefeitura de Santos. Nesta terça-feira (5), às 19h, ocorre a estreia da Banda Balacobaco, que agita o São Manoel. A concentração ocorre na Praça Nicolau Geraigire. A CET-Santos faz a interdição da praça entre as ruas Manoel M. Canoilas e Prof. Frâncico Meira. A rota alternativa é a Rua Abel Simões Carvalho. Também ocorrem bloqueios momentâneos nas ruas Francisco Meira, Um (CDHU), Dr. João Carlos de Azevedo e Ada Campanini da Silva.

Outra estreante da noite é a Banda Carnatole, que a partir das 19h tem concentração na Rua Tolentino Filgueiras, no Gonzaga. A via estará interditada entre as ruas Tocantins e José Cabalero. Rota alternativa: Rua Azevedo Sodré. Os bloqueios momentâneos acontecem nas ruas Tolentino Filgueiras, Pasteur, Luis de Farias e Av. Washington Luiz.

Na quarta-feira (6), a partir das 19h, mais duas bandas fazem seus primeiros desfiles. A Banda da Encruzilhada concentra seus foliões na Praça Alm. Tamandaré. A CET-Santos interdita o acesso à praça, entre a Rua Borges e Avenida Conselheiro Nébias. Rota alternativa: Avenida Conselheiro Nébias. Bloqueios momentâneos na Avenida Conselheiro Nébias, Avenida Conselheiro Rodrigues Alves, Avenida Dr. Washington Luiz (sentido praia/Centro) e Rua Cunha Moreira.

Na mesma noite, a Banda Desde Pequenininho faz a festa no Boqueirão, com concentração marcada na Rua Vahia de Abreu. A via tem interdição entre a Rua Goiás e a Rua Machado de Assis. Rota alternativa: Av. Dr Washington Luiz (sentido Centro/praia). Bloqueios momentâneos: Rua Vahia de Abreu, Rua Mato Grosso, Avenida Washington Luiz (sentido praia/Centro) e Rua Alexandre Herculano.

A folia continua na quinta-feira

Quinta-feira (7) a folia continua com o desfile da Banda Só Amigos da Baixada Santista, a partir das 19h, no Aparecida. Concentração na Praça Abílio Rodrigues Paz (BNH – interior da praça). Interdições momentâneas: Rua Alexandre Martins, Rua Frei Francisco Sampaio, Rua Jurubatuba, Rua Pirajá da Silva, Rua Alm. Ernesto de Mello Jr, Rua Luiz Marques Gaspar, Rua Aureliano Coutinho, Rua Alexandre Fleming, Rua Vergueiro Steidel (no contrafluxo) e Rua Alexandre Martins.

Já a Banda Miss – Mocidade Independente de Santos faz sua estreia animando a Encruzilhada. Concentração na Rua Cunha Moreira, que fica interditada entre a Avenida Senador Feijó e a Rua Comendador Martins. Rota alternativa pela Rua Guedes Coelho. A Avenida Senador Feijó, Rua Barão de Paranapiacaba e a Rua Júlio Conceição têm bloqueios momentâneos.

Bandas têm novos dias de desfiles

Atendendo solicitação da Polícia Militar para que os desfiles das bandas carnavalescas não coincidam com as datas do Desfile Oficial das Escolas de Samba, a programação do Carnabanda 2019 sofreu duas alterações. A Banda Dragão, que desfilaria no próximo dia 23, vai sair pelas ruas do Embaré no dia 26, a partir das 19h. Em breve será anunciada a nova data do desfile da Banda BB do Estuário. Para saber a programação completa do Carnabanda 2019 acesse: http://www.santos.sp.gov.br/carnaval.

 

Banda do Jardim Casqueiro abre programação de Carnaval de Cubatão

Por Lincoln Spada

A Banda Carnavalesca Fala Tú que Eu Tô Cansado abre o calendário de festejos populares na Cidade. A concentração foi neste domingo (dia 19), na esquina das avenidas Brasil e Beira Mar, no Jardim Casqueiro. O trajeto foi pela via Beira Mar até a Avenida Martim Francisco, retornando pela Avenida Brasil até o ponto de início.

Durante o próximo feriado, também entram no clima o grupo Acadêmicos do Costa e Silva com direito a matinê no Jardim Costa e Silva (dia 25, às 14 horas), gritos de carnaval realizados pela Imperatriz do Samba na Ilha Caraguatá (dias 26 e 27, respectivamente às 16h e 18 horas), além do Bloco Cidade de Madeira, na Vila dos Pescadores (dia 26, às 13 horas).

Os eventos têm apoio da Prefeitura Municipal de Cubatão, sem custo aos cofres municipais, contando com articulação da Secretaria da Cultura, controle de tráfego realizado pela Companhia Municipal de Trânsito (CMT) e a segurança regular da Polícia Militar. Por sua vez, a Terracom patrocinou caminhões pipa e banheiros químicos para estas atividades.

 

Juiz corregedor aponta crime de abuso de autoridade de policiais contra Trupe Olho da Rua

Informações do Diário do Litoral

A Polícia Judiciária do Estado de São Paulo constatou na última semana que houve crime de abuso de autoridade por parte da PM quando interrompeu o teatro ‘Blitz – O Império que Nunca dorme’, em outubro de 2016, na Praça dos Andradas. No fatídico dia, as viaturas levaram algemado o diretor teatral, como também material cênico do espetáculo. Patrocinada pelo próprio Governo Estadual, a peça da Trupe Olho da Rua reflete justamente sobre as violências policiais.

Assim, o Ministério Público pode promover uma ação civil contra cinco policiais que realizaram a intervenção. A PM nega publicamente que o ato de censura aos artistas foi em relação ao tema do espetáculo. Mas essa versão foi contestada pela Ouvidoria das Polícias e por policiais civis. Encaminhado para uma vara criminal de Santos, o inquérito foi assinado pelo juiz corregedor da polícia judiciária do Estado, Edmundo Lellis Filho.

Em seu relatório, ele destaca que o delegado responsável pela apuração dos fatos, deveria ter apurado desvio de conduta e ainda cita que o governador Geraldo Alckmin admitiu que houve abuso. Na época, Alckmin anunciou que a Secretaria de Segurança do Estado investigaria o caso. Um compromisso que não foi cumprido, já que o delegado disse à corregedoria que nenhuma apuração há dos fatos “pela ótica do evidente abuso de autoridade, que é crime comum, não militar”.

Entre outros abusos detectados pelo juiz corregedor: interromper a peça, algemar o diretor teatral, apreender o celular de um espectador, proibir o público de filmar a ação, e até o reconhecimento do crime por parte do comando da PM. Portanto, esse relatório contesta a versão do boletim de ocorrência, que afirmava que o grupo teatral atentou contra símbolos nacionais e o artista foi desobediente e resistiu à prisão. Nas redes sociais, circularam vídeos e relatos de que policiais sequer falavam qual o crime que o grupo cênico teria cometido.

 

Vencedor do Globo de Ouro integra programação gratuita de cinema no Parque Anilinas

Por Secult Cubatão

Recém-premiado com o Globo de Ouro, “Zootopia” ganha destaque na programação de janeiro de Cubatão. Apontada como a melhor animação de 2016 por correspondentes de 55 países em Hollywood, o filme compõe o cardápio gratuito oferecido pelo Cinema Ticket Cultura no Parque Anilinas, entre 17 e 21 de janeiro (terça-feira a sábado).

O cinema sobre rodas reúne outros blockbusters, como “Kung Fu Panda 3”, “Quarteto Fantástico” e “Jurassic World”. Itinerante, o projeto distribuirá pipoca e refrigerante para as centenas de espectadores cubatenses. Ao todo, são 38 lugares por sessão. Para os interessados, é preciso reservar os ingressos em: http://www.cinematicketcultura.com.br.

Em “Zootopia” (2016), uma coelha policial e uma raposa conhecida por suas infrações formam uma dupla numa metrópole em uma aventura contra preconceitos e em busca de harmonia social. O longa será exibido nos dias 18, 20 e 21, às 14 horas. Já nos dias 17 e 19, as sessões serão reservadas ao Clubinho de Férias da Polícia Militar.

Já em “Kung Fu Panda 3” (2016), o carismático protagonista Po treina os moradores de um vilarejo para enfrentar um malvado vilão. Nos dias 18, 20 e 21, o filme estará em cartaz às 16 horas, sendo que nos dias 17 e 19 as exibições serão para os participantes do Clubinho de Férias da PM.

Por sua vez, a nova saga do “Quarteto Fantástico” (2015) contra o arquirrival Doutor Destino estará em cartaz a partir do dia 18, às 18 horas. Na sequência, às 20 horas, o público poderá conferir “Jurassic Park” (2015), ficção científica em que os domesticados répteis que habitam um parque de diversões podem se tornar ameaça para os visitantes.

O Cinema Ticket Cultura é uma parceria da Ticket com a Kinoplex, viabilizada pelo Ministério da Cultura, com apoio da Prefeitura de Cubatão através da Secretaria Municipal de Cultura. Saiba mais em: http://www.cinematicketcultura.com.br.

 

#PraçaDosArtistas: Câmara de Santos esquece audiência sobre ato da PM contra artistas de rua

Por Lincoln Spada

Embora tenha havido participação da classe artística na Câmara, para que os vereadores santistas acompanhassem o caso e evitassem que a liberdade de expressão volte a ser negada aos artistas de rua, a audiência prevista sobre o assunto nunca saiu do papel. Agendado inicialmente para o dia 29 de novembro, o evento não foi sequer remarcado de acordo com o calendário oficial do Legislativo.

> Ouvidor da PM nega versão do B.O.
> Diretor da Agem vê ação da PM como equívoco

A audiência pública em relação à intervenção policial contra o teatro de rua ‘Blitz’ teria sido o único compromisso dos vereadores, após pressão de mais de 40 artistas, ativistas e apoiadores no auditório do Legislativo, no último dia 7. À época, o vereador Evaldo Stanislau (Rede) propiciou a discussão na sessão, apoiado pelos colegas Marcelo Del Bosco (PPS) e Professor Igor (PSB). Já o presidente do Legislativo, Manoel Constantino (PSDB), até tentou negar que o diretor teatral preso pela PM, Caio Martinez Pacheco, pudesse falar na tribuna cidadã para dar sua versão aos presentes.

Por sua vez, os parlamentares da Comissão de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia se comprometeram aos artistas presentes em agendar o novo encontro nesta última terça-feira. No entanto, a audiência não ocorreu, e sequer foi reagendada. Compõem a comissão: Professor Igor, correligionário do secretário municipal da Cultura, Murilo Barletta (PR) e o PM Sérgio Santana (PR) – que criou o Dia do Teatro, mas criticou o teatro, pois não assistiu ao teatro.

> Interpretação subjetiva sobre da lei 5.700
> Leia a repercussão entre políticos

Desde o dia 29, a Revista Relevo questionou às equipes dos três vereadores sobre o reagendamento do compromisso previsto para os artistas de rua, mas até o momento, nenhuma assessoria se pronunciou. Vale ressaltar que outro grupo de dança de rua foi abordado e quase detido pela Polícia Militar no Gonzaga, sorte de que o próprio policial teria se recusado ao apelo da Guarda Municipal.

 

Pela liberdade de expressão, ‘Blitz’ neste sábado na Praça dos Andradas

Por Lincoln Spada | Foto de Ailton Martins

Neste sábado (dia 19), às 20h, acontece a apresentação teatral ‘Blitz – O Império que nunca dorme’. A sessão gratuita realizada pela Trupe Olho da Rua será na Praça dos Andradas e tem como objetivo ser um ato cênico pela liberdade de expressão. No último dia 30, a peça com financiamento estatal sofreu intervenção da PM, de acordo pelo ouvidor e pela polícia civil em decorrência de sua temática.

Sinopse

Seguindo a ordem e o progresso nacional, nada mais (in)conveniente que passar por uma ‘Blitz’ (do alemão blitzkrieg, “guerra-relâmpago”, ou ataque repentino), ou ter seus direitos violados pelo Estado. A opressão que o brasileiro vive hoje nas ruas, seja em meio a manifestações ou indo comprar pão na esquina é levada de forma satírica e mordaz pelo grupo, seja suscitando a discussão sobre a desmilitarização da polícia e o exacerbado militarismo como resquício do período ditatorial ou como diria Brecht “um grande divertimento quanto aos tempos de barbárie”.

Crítica teatral de Simone Carleto

O espetáculo Blitz, da Trupe Olho da Rua, uma das companhias que fazem parte do Movimento Teatral da Baixada Santista, organizador do Festa 57, foi apresentado em 5 de setembro, sábado, já que no dia anterior, para o qual estava previsto na programação, houve chuva que impossibilitou a montagem. Em espaço aberto, desta vez na Praça dos Andradas, entre o Teatro Guarany e a Vila do Teatro, espaço de ocupação de grupos do Movimento, foram colocados os elementos que seriam utilizados em cena.

Bonecos de tecido preto foram colocados como almofadas, formando uma semi-arena, convencionando o espaço de representação com andaime de um lado, instrumentos para a trilha sonora que seria executada ao vido do outro e, ao meio, arquivos e microfones que foram utilizados com funções diversas durante o espetáculo.

A palavra blitz deriva da palavra alemã blitzkrieg, que em português significa relâmpago. Assim, o espetáculo é iniciado com uma intervenção na avenida que ladeia a praça e a Vila, tendo como inspiração crítica formal esse tipo de abordagem repentina de fiscalização realizada pela(s) polícia(s).

a91A temática abordada é a questão da (in)segurança pública, e de como ela é criada, tendo como ponto de vista a busca do estranhamento de procedimentos normatizados socialmente. Atores e atrizes com “roupa de guerra” assumem seu papel de sujeitos históricos na cidade de Santos, estado de São Paulo, Brasil, América Latina. Portanto, em condição periférica, tomam atitude bastante evidente no sentido de lutar por justiça social: ‘Nossos mortos têm voz’.

No que diz respeito à temática, a obra trata da história da segurança pública no País, apresentando evidências de um estado que se configura burocrático, violento, com inúmeras contradições. Assim, é estabelecida narrativa em quadros independentes, que reiteram a ideia da presença do autoritarismo a das formas de coação dos indivíduos.

A estrutura épica e tratamento cômico atribuem ao espetáculo a possibilidade de interlocução com o público e principalmente com jovens, que vivenciam a realidade das cidades (infelizmente, o que o Grupo retrata é bastante comum na maior parte delas). Desse modo, a Trupe utilizou recursos estruturais da linguagem midiática, como é o caso da televisão (programas de auditório, telejornais, programa infantil) e da mídia impressa (jornal, revista, cartazes), deflagrando discursos naturalizados, de modo absolutamente ácido.

Foto: Rodrigo Montaldi

Tomando a crise como elemento constitutivo do processo de decisão a partir da necessidade de transformação, a narrativa coloca em questão e em relação pressupostos ideológicos, como o enfoque da formação escolar e, por exemplo, a presença de atividades “culturais” a serviço da propagação de preconceitos e arbitrariedades. Para elaboração de argumentos coerentes que atribuam sentido para a atuação político-social, diversas situações são sobrepostas para que o público possa refletir.

A frase ‘Quem não vive para servir, não serve para viver’ é proferida pela personagem que apresenta um funcionário público. Este, distante da aquisição de consciência crítica, revela-se vítima do sistema, porém utiliza argumentos inculcados pela formação religiosa. A paz, defendida por Mahatma Gandhi, autor da frase citada, é termo banalizado na boca de muitos líderes governamentais, religiosos e civis da atualidade, como mais um produto de abstração, em que se lança ao vento uma pomba morta esperando que essa possa voar.

a8Expedientes do teatro popular e de outras linguagens artísticas são utilizados pela Trupe Olho da Rua para provocar o senso crítico em tempos sombrios como o que estamos vivendo. Alguns dos exemplos da criatividade do Grupo são: fábula da Chapeuzinho Vermelho adaptada e com a estrutura textual de boletim de ocorrência; comediante da “moda” com “piadas’’ preconceituosas com relação aos trabalhadores; acompanhados de refrigerante de cola, coxinha e sensacionalismo.

Além do grafite sendo feito simultaneamente ao espetáculo, nos tapumes em frente ao prédio histórico, chamando também a atenção para o espaço público que a comunidade espera ser reaberto. A ação cultural do coletivo se complementa com o bate-papo que aconteceu depois da apresentação, e que se caracteriza em parte fundamental do Festival, ligada à oportunidade de julgamento do público, parceiro essencial na busca de atitudes que possam alterar a (des)ordem social.

 

Lista: 10 ‘maus policiais’ em obras exibidas na TV com devida liberdade criativa

Por Lincoln Spada

“O tom da peça”. Teria sido exclusivamente essa razão que causou a intervenção da PM contra os artistas de rua em ‘Blitz – O Império que nunca dorme’, da Trupe Olho da Rua, na Praça dos Andradas, em Santos, que aborda sobre a violência policial. Esta é a versão apresentada por um jornalista que assistia à peça interrompida e o diretor teatral algemado, e pela Polícia Civil segundo a UOL.

Emitido quase cinco horas após a ação da PM, o boletim de ocorrência apresentava outros argumentos – refutados pelo próprio ouvidor da PM. Não é de hoje que instituições ou seus membros são criticados no palco: Gil Vicente satirizou o clero no ‘Auto da Barca do Inferno’, no século 13; Shakespeare é universal ao abordar tragédias da corte; mais recentemente, escolas e vestibulares recomendam como clássico a comédia ‘Memórias de um sargento de milícias’.

Num recorte da teledramaturgia exibida no Brasil (Grupo Globo, TV Record e SBT) nesta última década, é possível reconhecer dez personagens que são ‘maus policiais’ nas ficções, a maioria em pleno horário nobre. Sim, também há ‘maus empresários’, ‘maus políticos’, ‘maus jornalistas’, mas nenhuma destas obras artísticas se tornaram em caso policial ou foram cerceadas de liberdade criativa ou interrompidas pela Justiça por retratarem desvios de membros da polícia militar ou de qualquer outra instituição.

  1. GUERRA (NOVELA ‘A REGRA DO JOGO’)

d2Na novela das 9, ‘A Regra do Jogo’, o policial Guerra (Maskin Oliveira) era um membro da facção criminosa infiltrado na instituição há anos. Na trama, o personagem mata um delegado, arma contra o seu superior, desaparece com dossiê, simula atentados e acoberta suspeitos da facção. Em média, a novela alcançava 11 milhões de domicílios, segundo o PNT.

2. QUEIROZ (VELHO CHICO)

d2De delegado a secretário municipal de segurança pública, o Queiroz (Batoré) era o arquétipo satírico da corrupção na novela ‘Velho Chico’. No enredo, ele abandonava investigações de assassinatos, incêndio, ameaçava colegas, e foi cúmplice dos crimes feitos pelo coronel. Só na Grande São Paulo, a trama alcançava 2,5 milhões de lares, segundo o Ibope.

3. CAPITÃO SÉRGIO (SUPERMAX)

d3Já exportado para a América Latina, o seriado Supermax tem como um dos protagonistas o capitão Sérgio (Erom Cordeiro). Na trama, o segredo dele está envolto numa ação policial numa chacina contra jovens de periferia. As cenas não revelam se ele foi responsável por matar os rapazes, ou os próprios colegas da corporação. Mas já que todos os encarcerados no Supermax não são inocentes… A série é assistida por 1 milhão de residências na Grande São Paulo, de acordo com o Ibope.

4. CAPITÃO JONAS (FORÇA-TAREFA)

d2No seriado global ‘Força-Tarefa’, o Capitão Jonas (Rogério Trindade) é o padrinho do protagonista, mas que se suicidou para evitar ser preso pelo seu pupilo. Afinal, era um dos vários policiais envolvidos em crimes, corrupção e desvios combatidos pela força-tarefa que dá título à obra ficcional. O seriado era líder de audiência, abrangendo mais de 1,2 milhão de domicílios na Grande São Paulo.

5. DOUGLAS (JUSTIÇA)

d2Na série ‘Justiça’, o policial Douglas (Enrique Diaz) é um personagem ora dramático, ora cômico, mas que leva uma vida muito passional. Embora seja apresentado inicialmente como um vilão, o personagem até exerce bem a sua profissão no decorrer da série. No entanto, foi capaz de esconder drogas ilícitas na vizinhança para incriminar uma inocente. Na trama, outros colegas de corporação cobram propinas e provocam chacinas na cidade. O enredo manteve audiência de 1,9 milhões de residências na Grande São Paulo.

6. DELEGADO MOREIRA (NA FORMA DA LEI)

d2O ator Aílton Graça interpretou o Delegado Moreira na série ‘Na Forma da Lei’, exibida pela TV Globo em 2010. Na trama, ele encobria os crimes da família Viegas, causando obstrução nas investigações contra o filho do político influente. A cada episódio, uma cartela de delitos acontece, muitos deles de certa forma ligados ao grande antagonista da série. Mais de 1 milhão de lares assistiram à obra artística.

7. AUGUSTO PONCE DE LEÓN (CAMALEÕES)

d2Diretor da polícia, Augusto Ponce de León (Guillermo Garcia Cantú) é o grande vilão da trama mexicana ‘Camaleões’, exibida pela SBT. Na novela, é também proprietário da escola onde estuda o casal protagonista, onde lá ainda são alvos de perseguição e de mistérios sombrios. Na trama, ele cruelmente assassina o próprio colega de corporação.

8. DENIS NOGUEIRA (VIDAS OPOSTAS)

d2A interpretação de Marcelo Serrado como o delegado corrupto Nogueira lhe rendeu o prêmio de melhor ator pela Associação Paulista de Críticos de Arte, em 2007. Na dramaturgia, o personagem é conhecido como um perigoso psicopata que se esconde atrás de uma máscara de homem de bem, inteligente, refinado e ‘cult’. A novela foi vista por cerca de 1 milhão de lares na Grande São Paulo.

9. XAVIER (CHAMAS DA VIDA)

d2Na novela da Record, ‘Chamas da Vida’, a delegacia era bastante movimentada e foi cenário de diversos conflitos entre os próprios policiais. Quase todos eles protagonizados pelo personagem de Zeca Carvalho, que dava vida ao corrupto Xavier. O vilão ganhou mais notoriedade quando as farsas foram descobertas. Elas eram tantas – e tão densas – que foram responsáveis pelos famosos ganchos de fim de capítulo. A novela alcançou 1 milhão de casas na Grande São Paulo, segundo o Ibope.

10. DELEGADO PICASSO (PECADO MORTAL)

d3Produzida pela Record, a novela ‘Pecado Mortal’ tinha como maior vilão um policial, o corrupto delegado Picasso (Vitor Hugo). Na Grande São Paulo, mais de 1 milhão de casas acompanhavam o enredo causado pelo antagonista, dito pelo canal de TV como “um dos piores seres humanos que já pisaram no planeta”. Em seu trabalho, realiza métodos espetaculares, inescrupulosos e gosta de ser midiático.