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Exposição ‘Faces e Paisagens’ será lançada dia 19 na Prodesan

No próximo dia 19, às 8 horas, a Galeria de Arte Nelson Penteado (Prodesan) recebe a exposição ‘Faces e Paisagens’, de Roseli Alves. Com visita franca, a mostra segue até dia 19 de agosto, das 8h às 18h30. Entrada franca. A Prodesan fica na Praça Dos Expedicionários, 10, Gonzaga – Santos/SP.

A mostra tem o objetivo de retratar o perfil do povo brasileiro, formado pela miscigenação de índios, africanos e europeus, com suas cores fortes e peculiaridades jamais encontradas em outros povos. Entre os 13 quadros da exposição, a artista apresenta, em estilo acadêmico e naif, com tinta óleo e giz pastel, os cenários impressionantes das paisagens brasileiras.

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Rose, que além de artista é professora de História da Arte, Desenho Geométrico e Inglês, já expôs seus trabalhos na Faculdade Católica de Santos, no Fórum, no Clube 2004, participou de vernissagem no Palácio da Polícia, no Banco do Brasil, na Galeria do Hospital Ana Costa, na Prefeitura de São Vicente e Cubatão entre outros.

*Inês Rangel

 

Exposição ‘Poemas em Tela’ reúne obras de 23 poetas na Prodesan

Em comemoração aos 12 anos do grupo ‘Sociedade dos Poetas Vivos’, a exposição ‘Poemas em Tela’, em cartaz na Galeria de Arte Nelson Penteado de Andrade (piso térreo do prédio da Prodesan – Praça dos Expedicionários, 10, Gonzaga), reúne obras de 23 poetas da região. Composta de 70 telas em formato A4, a mostra tem abertura às 19h desta quinta-feira (2) e pode ser visitada até o dia 30 de junho, sempre de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h30. A entrada é gratuita.

Participam da mostra Antônio Carlos Corrêa, Aparecida de Lourdes Micossi, Bene Olcor, Cynira Antunes de Moura, Dalva Araújo Sales, Deise Domingues Giannini, Doralice Croce, Edite Rocha Capelo, Érica Nogueira Capelo, Fernando Martins Braga, Jaíra Presa, Leonel Teobaldo da Silva e Maria Regina da Silva. Também marcam presença Márcia Maria Ribeiro Brado, Marly Barbuco Palma, Olímpio Coelho Araújo, Paulo Eduardo Mauá, Raíssa Romay Sheldon, Rosália Helena Garcia Bonsegno, Rossidê Rodrigues Machado, Sonia Regina Rocha Rodrigues e Sueli Santos Teles Café da Silva.

Serviço
Poemas em Tela
Abertura na quinta-feira (2), às 19h
Galeria de Arte Nelson Penteado de Andrade – piso térreo do prédio da Prodesan
Praça dos Expedicionários, 10, Gonzaga
Visitas de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h30, até o dia 30 de junho
Gratuito

*Prefeitura de Santos

 

Exposição promove encontro da tecnologia com materiais orgânicos

Com a proposta de reorganizar componentes eletrônicos e provocar um encontro com materiais orgânicos para recriar imagens, sons, objetos, a poética sobre a paisagem e seus significados, a exposição ‘Circuitos Nus – Projeto Tecnolixo’, de Marcus Flávio, chega à Galeria de Arte Nelson Penteado (piso térreo do prédio da Prodesan, na Praça dos Expedicionários, 10, Gonzaga) nesta quarta-feira (11). A entrada é gratuita. Funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h30. A mostra pode ser vista até o próximo dia 27.

Graduado em Artes Plásticas pela Universidade de Franca, Marcus acredita que a reutilização do lixo eletrônico e dos materiais orgânicos promove um debate sobre o modelo de consumo na sociedade tecnológica e a produção de lixo.

O artista conta que as diversas placas de eletrônicos usadas no projeto são conhecidas como PCI (Placas de Circuito Impresso), e correspondem àqueles incontáveis pontos, linhas e códigos por onde transitam os impulsos elétricos.

Pautado na proposta sustentável, também realiza experiências com materiais orgânicos encontrados no meio rural. Folhas secas, gravetos, palha, sementes, cascas e fragmentos de rochas estão em seu trabalho.

Serviço
‘Circuitos Nus – Projeto Tecnolixo’
De segunda a sexta-feira, das 8h às 18h30, até o dia 27 .
Praça dos Expedicionários, 10, Gonzaga
Gratuito

*Prefeitura de Santos

 

Exposição fotográfica na Prodesan traz registros do cotidiano indígena

Em movimentos simples do cotidiano ou na intimidade dos ritos sagrados, as lentes do fotógrafo Antonio Vargas captaram a expressão e sentimentos indígenas. Esses registros podem ser apreciados na exposição ‘Brasilidade’, em cartaz na Galeria de Arte Nelson Penteado de Andrade (Praça dos Expedicionários, 10, Gonzaga) até esta sexta-feira (29). A entrada é gratuita, com visitação das 10h às 18h.

A mostra tem o objetivo de conduzir o visitante em meio às belezas dessa cultura tão rica e diversa. Todas as imagens em exposição foram doadas ao Acervo Municipal da Prefeitura de Santos em 2005. O fotógrafo Antonio Vargas já teve seus trabalhos expostos nas mais prestigiadas salas de exposições do País, entre elas o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp) e Galeria Cândido Portinari.

Já realizou trabalhos para o Jornal A Tribuna, TV Globo de São Paulo, TV Tupi, SBT, Agência Folha de Notícias, Editora Abril e Vecchi. Também produziu capas de LPs nas gravadoras Continental e CBS. Entre os prêmios conquistados, destaque para duas menções honrosas no Concurso Internacional da Nikon, em 1978 e 1999.

Serviço
Exposição ‘Brasilidade’, de Antonio Vargas
Até sexta-feira (29), das 10h às 18h
Galeria de Arte Nelson Penteado de Andrade
Praça dos Expedicionários, 10, Gonzaga
Gratuito

*Prefeitura de Santos

 

‘emblemAR’ é nova exposição da Prodesan em Santos

O nome da nova exposição em Santos é “emblemAR”, aberta deste a última quinta-feira, 19 de novembro às 19 horas, na Galeria de Arte Nelson Penteado de Andrade (Praça dos Expedicionários, 10). A exposição estará aberta ao público até 4 de dezembro, de segunda à sexta-feira, das 8h às 18 horas.

A mostra reúne os trabalhos dos artistas Danilo Pêra (1984) e Leandro Mendes (1986) executados em gravura (xilogravura e serigrafia), desenho, colagem, e técnica mista. Residentes da cidade de São Paulo possuem como ponto de partida para suas produções artísticas olhares para diferentes manifestações culturais pertencentes ao meio urbano, tais como a música, a religião afro e a arquitetura.

Com o objetivo de oferecer ao visitante um espaço de fruição, onde os imaginários pessoais e coletivos estarão em constante diálogo, os quinze trabalhos expostos foram organizados na galeria de forma a levar o espectador a perceber duas temáticas distintas: a ressignificação de ícones e símbolos presentes no imaginário da cultura afro brasileira e também, a linguagem gráfica, propriamente dita, como a técnica de colagem, serigrafia e desenho.

*Gustavo Klein

 

Na reabertura do Braz Cubas, Katinsky relembra início do teatro

O Centro Cultural Patrícia Galvão observado pelo arquiteto e urbanista Júlio Roberto Katinsky é muito diferente da visão inicial do primeiro equipamento público para o segmento artístico da Cidade. Um dos responsáveis pelo projeto nos anos 70, o profissional assumiu a reforma do Teatro Braz Cubas, que reabriu as portas na noite desta quinta-feira (dia 12).

02Durante a cerimônia, o paulistano concedeu uma aula sobre a história do edifício. A construção de um teatro municipal era um dos últimos sonhos de Patrícia Galvão. Falecida em 1962, a repórter e editora de artes atuava no jornal A Tribuna de Santos e, desde 1958, criava um festival para o teatro amador da região, que culminaria na União do Teatro Amador de Santos em 1960.

A projeção da classe artística local fez com que o então prefeito Sílvio Fernandes Lopes, no mesmo ano, convidasse o arquiteto santista Osvaldo Correa Gonçalves para estudar sobre a criação de um espaço ideal. Osvaldo chamou seu conterrâneo Abrahão Sanoviks e Katinsky. “Assim foram os primeiros estudos. Na época, a ideia era construí-lo na Praça dos Expedicionários, no Gonzaga”, onde hoje funciona a Prodesan.

Um dos mais entusiastas era Luiz La Scala Júnior, que viria a suceder Sílvio em frente à Prefeitura em 1961. “Para nós, foi uma tragédia quando ele morreu antes de assumir o cargo”, lamenta Katinsky. “Em 1967, o [Sílvio] Fernandes voltou [como prefeito] e nos chamou. O que segurou o processo nestes anos foram os grupos amadores de teatro de Santos”.

01Nesta época, a união já se transformara na Federação Santista de Teatro, que viria a desempenhar o comando do festival herdado por Pagu. “O projeto morreu na praia. Mas os grupos continuavam fazendo uma nova postura na conduta das políticas culturais santistas”, destaca o arquiteto. A vontade de um primeiro teatro público ocasionou “na desapropriação do terreno na Vila Mathias.

Katinsky complementa, “Uma construção deste tamanho que levou uns dois anos. Era muito perigoso em certos períodos, porque as vigas superiores de todo o centro precisavam estar firmes para continuidade das obras”. Eram mais de 60 acadêmicos, técnicos e um batalhão de trabalhadores para erguer o equipamento que seria batizado com o nome de sua idealizadora, Patrícia Galvão.

O centro cultural seria aberto parcialmente em 1972, inaugurando junto da Escola de Bailado Municipal, na gestão do prefeito seguinte, o interventor federal Clóvis Bandeira Brasil. Seria na administração de Antônio Manoel de Carvalho que o local se completaria com a abertura do Teatro Braz Cubas, em 1979.

Novos espaços

03Quando o Centro Cultural Patrícia Galvão foi entregue à sociedade, muitos espaços ainda não tinham sido criados, nem estavam previstos. Por exemplo, parte da atual sede administrativa da Secretaria da Cultura no centro seriam camarins e outros espaços de multiuso para os artistas.

Embora previsto enquanto possibilidade, o teatro de arena Rosinha Mastrângelo foi reaberto somente em 1992. “Também tínhamos previsto um refeitório para os artistas”, onde atualmente funciona o Museu da Imagem e do Som de Santos, inaugurado em 1996.

O equipamento também sedia a Hemeroteca Municipal Roldão Mendes Rosa e as galerias de arte ‘Braz Cubas’ e ‘Patrícia Galvão’, e o Espaço Sócio-Cultural Rolidei, da Associação TamTam.

Teatro Braz Cubas

Fechado em reforma desde julho de 2014 até a última quinta-feira, o Municipal é conhecido por possuir uma estrutura arrojada, elaborada com modernas técnicas em arte cênica, com acústica e visualização adequadas, pois independentemente do local do assento a visão do palco é apropriada.

Neste período, o equipamento recebeu novo sistema de refrigeração, tubulação em PVC e torres de resfriamento. Além de revisão geral das varas cênicas e da iluminação e cabine de som e luz, nova iluminação na fachada, reforma das cortinas do palco e da plateia e manutenção dos 589 assentos destinados ao público.

*Lincoln Spada

 

Prodesan recebe mostra ‘Cerâmica: A Alquimia da Argila’

A Secretaria de Cultura de Santos tem o prazer de lhe convidar para o coquetel de abertura da exposição do coletivo Espaço Quântico das Artes – Atelier Elisabeth Ruivo, “Cerâmica: A Alquimia da Argila”, quarta-feira, dia 14 de outubro, na Galeria Nelson Penteado de Andrade, às 19 horas. Até dia 30 de outubro, o público santista poderá conferir gratuitamente os trabalhos deste grupo, na Praça dos Expedicionários, nº 10.

Remetendo-se ao mito da alquimia, que utilizava os quatro elementos naturais – a água, a terra, o fogo e o ar – para transformar o chumbo em ouro, este grupo de artistas encontra nestes mesmos elementos e no amassar da argila um veículo para externar a sua criatividade e aliviar a tensão do dia a dia. Seis artistas mostrarão seus trabalhos, frutos dos encontros mediados por Elisabeth Ruivo, coordenadora do Espaço Quântico das Artes, que é mais do que um simples atelier de cerâmica, mas o local de troca de experiências e conhecimento. Seus alunos, já independentes, produzem em seus próprios ateliers.

Fernanda Arlette, jornalista e escritora, há vinte anos caminha pelos utilitários, bijuterias e decorativos. Atualmente está na fase das esculturas não figurativas, desafiando as formas geométricas que a argila permite. Por sua vez, Giovanna Nicastro, com experiência em cenografia para publicidade e para catálogos de moda (que lhe serviram de inspiração), reproduz em barro acessórios do universo feminino como sapatos, bolsas, cintos e chapéus. O realismo das peças e um destaque na sua produção.

Isaac Ribeiro, engenheiro de formação, encontrou na cerâmica artística mais que um hobby, mas sua segunda família. Produz peças simples, que representam duas de suas grandes paixões, a música e o meio ambiente. Já Ivani Meira produz peças de inspiração étnica com uma visão lúdica, característica de seu trabalho. E Simone Matias, ilustradora e professora de artes com mais de 50 livros ilustrados publicados, encontrou na cerâmica artística outro meio para dar vida a seus personagens, esculpindo e decorando bijuterias, mobílies e utilitários ilustrados.

*Gustavo Klein