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Até metade dos polos do Projeto Guri podem ser fechados; saiba o contexto

Por Lincoln Spada

De 32 mil habitantes, a cidade de Santa Cruz das Palmeiras festejou em seu teatro municipal a instalação de uma nova unidade do Projeto Guri no último dia 24/mar. O entusiasmo do inédito polo na região de São Carlos se difere da angústia que mais de um terço das 400 unidades do programa receberam na sexta-feira seguinte, em 29/mar.

> Acesse o abaixo-assinado pró-Projeto Guri

Erguido em 1995, o principal programa cultural do Estado é voltado à formação musical de crianças e jovens, alcançando mais de 270 dos 645 municípios paulistas. Ao todo, são mais de 380 unidades que abrangem milhares de alunos – estas divididas pelo Governo Estadual sob a gestão de Organizações Sociais (OSs) distintas. Enquanto a Associação de Cultura, Educação e Assistência Social Santa Marcelina gerencia os 46 polos da capital e Grande SP com 19 mil alunos, cabe à Associação Amigos do Projeto Guri observar as centenas de unidades do interior e litoral paulista.

Patrocínio empresarial x verba estadual

Os Amigos do Guri já são celebrados no meio institucional: venceram as mais de 800 mil iniciativas em atuação no País se consolidando como a melhor ONG de Cultura no panorama nacional em 2018. Não à toa, o último polo de sua administração não foi diretamente financiado pelo Governo de SP. Um combo formado por patrocínio da Bayer, apoio da prefeitura e a sede pertencente ao Rotary Club local.

Mesmo assim, 92% da manutenção da rede dos polos pertence à verba estadual. E, ao que tudo indica, a contínua redução do orçamento da Secretaria de Cultura e de Economia Criativa teve um novo alvo entre as OSs contratadas. Entre 2014 e 2016, todas as 15 unidades das Oficinas Culturais do interior e litoral foram desativadas. Em 2017, foi na capital que todos da Banda Sinfônica de SP foram demitidos.

Corte iminente e público-alvo

Neste ano, cerca de 23% da verba do órgão estadual foi contingenciado, exigindo diminuições nos contratos das OSs. O novo repasse ainda não foi definido entre Governo de SP e Amigos do Guri – a previsão é de que cairia em até 20%, dos R$ 70 para R$ 55 milhões. O corte acompanharia o quinto ocioso de inscrições que é disponibilizado pela associação: das 51,6 mil vagas ofertadas, 41,3 mil são preenchidas.

De acordo com o Amigos do Guri, o impacto seria maior: já desde a última semana incluíram mais de um terço dos funcionários em aviso prévio, encerrando com 50% das unidades. Logo, mais da metade dos alunos não seriam mais atendidos. Estamos falando de um público-alvo em que 62% é formado por crianças de até 12 anos, e em que 76% estão em estado socioeconômico de vulnerabilidade – renda mensal per capita de até 3/4 de salário.

Certamente, um perfil que não retomaria o acesso à formação musical além do Guri. Bem, variam os indicativos do desmonte do da rede do programa no interior e litoral paulista que conta com 335 polos, 1,5 mil funcionários e 41,3 mil inscritos por ano.

Impactos e indicadores

A Folha de S. Paulo informa que são 650 profissionais de aviso prévio (43%), conservando 20 mil alunos (49%), em vista da extinção de 171 polos (51%), sendo que a CBN indica o fechamento de 100 unidades (30%). A IstoÉ divergiu que foram 600 educadores a serem demitidos (40%), e as redes sociais ampliam a serem 900 postos fechados (60%). Há anúncios virtuais que o corte manteria somente 15 mil alunos (36%).

Os diferentes índices vem em razão das fontes, desde extraoficiais como membros dos Amigos do Guri, até notas da OS e a própria entrevista do secretário estadual, Sérgio Sá Leitão, à CBN. Também pode ser que os números acrescentem com eventual déficit das unidades da capital. Afinal, a única certeza de Sá Leitão é que o contrato com a Santa Marcelina também sofrerá restrições orçamentárias.

A partir do dia 28, Projeto Guri abre inscrições no polo de São Vicente

Prefeitura de São Vicente

O Polo de São Vicente do Projeto Guri tem inscrições abertas para quem quiser se dedicar à música. Ao todo, são 26 vagas disponibilizadas pela iniciativa, fruto da parceria entre Governo Estadual e Prefeitura. Maior programa sociocultural brasileiro, ao todo, mais de 49 mil crianças e adolescentes são atendidos pelo projeto.

Pelas turmas de manhã, são quatro oportunidades para quem quer aprender violino e outras duas para aulas de viola. Já nas classe da tarde, são 10 vagas para canto coral juvenil (de 9 a 18 anos) e 10 para iniciação musical (de 6 a 8 anos). As inscrições podem ser feitas a partir de segunda-feira (28/jan) e vão até o fim das vagas ou na data de 22/jan.

Acompanhados dos pais, as crianças devem levar originais e cópias de RG do aluno, matrícula escolar (ou declaração de frequência escolar em 2019), comprovante de endereço e RG do responsável. Os interessados devem ir até o polo, na Ra Tenente Durval do Amaral, 72, Catiapoã, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h ou das 13h30 às 17h. Informações: (13) 3468-8636.

Cadeia Velha: Secretários se reúnem e Agem se compromete a dialogar com artistas

Por Lincoln Spada

A mobilização dos artistas sobre o futuro da Cadeia Velha ainda como centro de artes integradas rendeu numa reunião na última quarta-feira (dia 25), na sede da Agência Metropolitana da Baixada Santista (Agem). O órgão recebeu a Câmara Temática de Cultura do Conselho de Desenvolvimento da Baixada Santista (Condesb), formada pelos representantes municipais do setor.

Participaram os secretários Fábio Lopes (São Vicente), Fábio Alexandre Nunes (Santos), Paulo Roberto Fiorotto (Guarujá), Raul Christiano (Cubatão) e o diretor de gestão cultural Renato Paes (Praia Grande), além do diretor da Agem, Hélio Hamilton Vieira Jr.

A Agem enfatizou as palavras de Hélio: “Nosso objetivo é ouvir as propostas. Estamos conversando, inclusive com representantes dos movimentos, para equacionar essa questão”. Segundo artistas, o diretor já se encontrou com o atual presidente do Conselho de Cultura de Santos, Jamir Lopes. Nesse sentido, os demais artistas da região esperam uma reunião ampliada sobre o tema.

Histórico da Cadeia Velha

Desde 2015, a Secretaria de Estado da Cultura se comprometeu em audiências e anúncios públicos que a reformada Cadeia Velha de Santos continuaria como centro de artes integradas, com espaços para formação, produção e apresentações de coletivos artísticos da Baixada Santista. Foi previsto um conselho gestor com representantes da sociedade civil (até então não efetivado), como também o retorno das Oficinas Culturais no local.

Em dezembro, a Secretaria de Estado da Cultura (SEC) anunciou remodelar o programa Oficinas Culturais, desativando as sedes regionais do interior e litoral paulista – entre elas, a Oficina Cultural Pagu, mantida até então em convênio com a OS Poiesis. Em 2016, durante quatro meses de uso, o instituto já preparou duas celas para artes cênicas – dança, teatro e circo. A SEC tentou repassar o prédio à Prefeitura de Santos, que não tem orçamento para assumí-lo: o custo estimado é em R$ 1,4 milhão.

Reviravolta em 2017

Neste ano, em coletiva de imprensa, o próprio secretário José Roberto Sadek recuou desse compromisso, em virtude da crise econômica que alcança o Estado de São Paulo. O anúncio é de que o prédio será gerido pela Agem (piso superior), com atividades do polo santista do Projeto Guri (piso térreo), então único programa estadual que abraçava a Zona Noroeste, sem haver conselho gestor com artistas, além de somente uso de expediente comercial.

O Conselho de Cultura de Santos repudiou publicamente as medidas anunciadas. Por sua vez, os secretários no último dia 25 definiram junto à Agem em que, pelo menos, as celas já adaptadas para artes cênicas fosse voltada aos coletivos. No piso superior, o salão Plínio Marcos também foi garantido para apresentações dos artistas.

Agenda para uso artístico

A questão levantada pelo movimento é de que a maior parte da programação ocorre fora do expediente comercial de segunda a sexta-feira, como às noites ou nos fins de semana, além de que outros segmentos querem participar do espaço, além das artes cênicas e circenses. Os secretários e a Agem já propõem de readequar o expediente aos artistas para quarta-feira a domingo.

No entanto, caberá à futura gestão do prédio – a Agem – fazer este agendamento dos espaços. “Para que o prédio permaneça aberto aos sábados e domingos, ou mesmo além do horário comercial, será preciso garantir infraestrutura (mais segurança, manutenção, organização de agenda etc.). Como ficará o custeio disso? Como serão divididas as responsabilidades nesta gestão compartilhada, inclusive as que caberão aos movimentos culturais? É por isso que nós estamos ouvindo os representantes do setor”, estuda Hélio, de acordo com site da Agem.

 

Conselho de cultura repudia novo uso da Cadeia Velha de Santos

Por Lincoln Spada | Foto: Mirna Gabriela

Uma nota de repúdio foi deliberada pelo Conselho de Cultura de Santos (Concult) em relação ao futuro da Cadeia Velha, em reunião nesta segunda-feira (dia 16). A queixa se deve ao recuo do Governo Estadual sobre o uso do patrimônio público. Desde 2015, a Secretaria de Estado da Cultura, então gerida por Marcelo Araújo, anunciou que o prédio seria um centro de artes integradas, com Oficinas Culturais, além de conselho gestor de artistas e Poder Público.

Agora em 2017, o novo secretário José Roberto Sadek confirmou que buscou repassar a gestão do prédio à Prefeitura, encerrou a unidade regional das Oficinas Culturais por razões financeiras e negou um conselho gestor com artistas. Justificando a crise econômica, na última semana, o Governo Estadual anunciou que o edifício será a sede administrativa da Agência Metropolitana (Agem) e, durante o expediente comercial, compartilhará o uso com crianças e adolescentes do Projeto Guri.

Assim, além de descumprir as promessas e não garantir o expediente para grupos artísticos locais ensaiarem e se apresentarem às noites ou nos fins de semana, também deixará em desuso as celas que foram reformadas para artes cênicas. E também desativará o único programa estadual de cultura na Zona Noroeste – por lá, mais de 300 crianças eram atendidas pelo Projeto Guri em 2016.

Na última semana, a Secretaria de Estado da Cultura informou que o prédio neste modelo ainda continuará com uso cultural. Segundo artistas, é como se a Vila Belmiro for reformada como estádio de futebol, mas agora só receber basquete infantil, e a diretoria dizer que ainda mantém o uso esportivo. Ou que uma creche se tornasse em campus universitário, e a coordenação anunciar que o espaço continua como uso educacional.

Pauta da reunião

No Concult, novamente a equipe da Secretaria de Cultura de Santos acenou que pretende enviar programação de oficinas artísticas ao prédio estadual, além de mediar com o prefeito que a Cadeia Velha não deixe de ser um centro de artes integradas. Na reunião, também foi aprovada a comissão para realizar a Conferência Municipal de Cultura ainda nesse primeiro trimestre.

Cadeia Velha: A véspera da palavra recuada como centro de artes integradas

Por Lincoln Spada

“Adoraria que ficasse como centro cultural, mas não é objetivamente mais possível”, sentenciou José Roberto Sadek, explicitando as fotos dos últimos festivais na Cadeia Velha. Com as imagens na mão, o titular da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) estava diante de um público inesperado no último dia 10, na sede da Agência Metropolitana da Baixada Santista, a Agem.

Às 10 horas da manhã seguinte, a mesma SEC começou o mesmo anúncio como ‘boa notícia’ nas redes sociais, simultaneamente a uma coletiva de imprensa às pressas. O pequeno intervalo garante que a primeira reunião era tão somente um comunicado extraoficial. Tudo resolvido antes, independente da plateia, surpreendentemente de membros de festivais, audiovisual, literatura, teatro, circo, hip hop e fotografia. Não à toa, dos dez artistas e ativistas presentes, apenas três deram a opinião.

A maior parte das três horas do encontro foi protagonizada por gestores políticos. Sadek alegou que a SEC não tem função de manter prédios além de museus, que a pasta e as prefeituras enfrentam uma grande crise financeira, e que preferiu cortar as equipes e unidades regionais da OS Poiesis para repassar a órgãos das capitais (Assessoria Técnica dos Municípios e a própria Poiesis) as parcerias diretas com parte interessada dos demais 644 municípios para envio de oficinas artísticas.

Em seguida, citou que a Agem sairia do aluguel da Vila Mathias para assumir a casa própria governamental: a Cadeia Velha. Além disso, transferiria o único programa estadual de cultura na Zona Noroeste que atende 300 crianças, para usar o horário comercial do patrimônio cultural, otimizando recursos estaduais. Eis o rumo do polo municipal do Projeto Guri. “Ninguém nega que crianças são uma prioridade”, só que seguiu inflexível na cessão de qualquer uma das oito celas para os coletivos artísticos locais. “Não sei se é compatível o [uso do espaço do] Projeto Guri com os artistas [da Baixada Santista]”.

Casa própria de quem?

Rasgando as palavras da SEC destes últimos anos, Sadek não somente desfez os compromissos firmados do Governo Estadual diante da imprensa e das audiências públicas, como negou haver possibilidade dos artistas locais de tão somente ensaiarem ou se apresentarem nos sábados e às noites durante a semana. O mesmo tom irredutível foi adotado pelo subsecretário estadual de Assuntos Metropolitanos, Edmur Mesquita (PSDB). Ambos usaram como metáfora que a Agem e as crianças como vizinhas de um condomínio, e ambos não demonstraram publicamente haver espaço para os primeiros moradores da Cadeia Velha: a comunidade artística.

Alguns ali viram como golpe. Outros, estelionato eleitoral. Já Edmur citou duas vezes o fato como “uma oportunidade de metropolizar a cultura”, embora repetisse mais um par de vezes que “não é competência da Agem gerir um centro cultural”. Justamente alterando o uso do patrimônio que recebeu milhares de visitantes a partir de terem reconhecido como centro regional de artes integradas, conforme promessas do Governo Estadual.

Ali, só em 2016, teve o teatro de mamulengos itanhaense e o circo cubatense, a banda vicentina e o hip hop santista, do Fescete ao Curta Santos, da Sansex ao FESTA, do Mirada ao Festival Valongo. Para ele, a nova fase permitiria definir através da cultura um ponto de vista metropolitano, mas esqueceu que a própria agência e os gestores municipais não têm histórico de diagnósticos do setor. Cancelado o fórum regional de cultura no ano passado, o único evento de debates assessorado pela agência foi em 2009.

Ora desconexos, ora divergentes

Naquela noite, Edmur citou que nesse futuro iminente, seria possível fazer o tão sonhado projeto de circulação de apresentações de grupos locais, o Colar Cultural, discutido há oito anos. Mas não explicou esta utopia, pois o fundo metropolitano não prevê pagamentos de cachês artísticos, vide a Revirada Cultural da agência regional de Campinas. Daí informou que haveria uma sala eventual para exposições e apresentações a ser agendada por um assessor que dialogaria com os artistas locais, porém, exemplificou que as atrações seriam orquestras. Em geral, ligadas às prefeituras.

Entre tantas controvérsias, abordou ser contrário da criação de um já anunciado conselho gestor com a sociedade civil, em especial os artistas que frequentam a Cadeia Velha, pois não via experiências exitosas neste sentido. Então, propôs que a discussão fosse complementada noutro conselho, a câmara temática dos secretários municipais do setor na região – muitos nem conviveram com os 35 anos do prédio como centro de artes integradas.

Por sua vez, o secretário da Cultura de Santos, Fábio Nunes (PSB) propôs de que, dado o convênio das oficinas culturais entre SEC e Secult, ele buscaria aplicar esse valor em ações formativas na Cadeia Velha. Sugeriu de que cada prefeitura empregasse um funcionário para colaborar no espaço como centro de artistas integradas. Até se dispôs a tentar enviar membros da secretaria para ajudar a Agem fora do horário comercial, para os ensaios e apresentações dos coletivos locais. “Assume o prédio. Assume o prédio, cara. Por que não assume o prédio?”, foi a resposta do Sadek. Em dezembro, a Prefeitura recusou a consulta de assumir mais um patrimônio.

Culpa é da crise!

É que se o Governo de SP atravessa uma crise financeira, a Prefeitura de Santos com menor potencial de investimento, já teve redução de verba cultural este ano, de equipe técnica e ainda tem o desafio de abrir outros quatro novos centros artísticos previstos até dezembro. E o custo previsto da Cadeia Velha enquanto extinta Oficina Cultural Pagu era de R$ 1,4 milhão anual. Mesmo se isentassem luz, água ou telefone, a Prefeitura sacrificaria as economias para manter aberto o edifício estadual.

A reunião encerrou com uma rara concordância entre o Fabião e o secretário de Educação e Cultura de Cubatão, Raul Christiano (PSDB), repercutindo as demandas dos artistas presentes. Pelo menos, de que duas celas que foram reformadas e adequadas com tablado para artes cênicas e dança fossem utilizadas pelos artistas locais. Entenderam que a Agem assume o piso superior, e que uma cela seria memorial sobre o patrimônio e a Pagu, ícone dos movimentos artísticos de Santos. Além da indefinição inicial sobre a cafeteria planejada.

Mas ignorar os espaços já adaptados para atender os ensaios e produções dos coletivos regionais? O mais discreto dos gestores, o diretor da Agem, Hélio Hamilton, disse “que há legitimidade na demanda dos artistas que frequentam o prédio”. Enquanto a imprensa focava no Sadek, no Edmur e no Fabião na manhã deste dia 11, Hélio procurou a coordenação polo do Projeto Guri, buscando garantir espaços para os primeiros condôminos seguirem com o fazer cultural na Cadeia Velha.

Polo vicentino do Projeto Guri amplia número de vagas para 2017

Por Prefeitura de São Vicente

Oficializada recentemente, a renovação do convênio entre o Projeto Guri – mantido pelo Governo do Estado – a Prefeitura de São Vicente trará novidade para 2017. A pedido do secretário municipal da Cultura, Amauri Alves, e em consequência dos bons resultados da parceria na Cidade, o projeto vai oferecer um número maior de vagas.

A ampliação de vagas foi firmada na assinatura do contrato pela Prefeitura, para os cursos que já são desenvolvidos nas dependências das Oficinas Culturais Professor Oswaldo Névola Filho, no Catiapoã.

Conforme a coordenadora do polo vicentino do Projeto Guri, Gabrilele de Jesus, no período da manhã, além dos cursos de Violão, Cavaco e Percussão, também serão oferecidos os de Violino, Viola Clássica, Violoncelo e Contrabaixo.

Já no período da tarde, além dos programas já existentes, será oferecido o curso de Cavaco. Alessandra Costa, diretora executiva do Guri, através da regional encaminhará o novo termo com a ampliação da oferta de vagas. As inscrições serão abertas no final de janeiro.

Projeto Guri de SV ainda tem vagas abertas em agosto

Uma educação musical gratuita e de qualidade será oferecida às crianças e jovens que queiram ingressar neste semestre no polo vicentino do Projeto Guri. Nos dias 25 e 30 de agosto, das 8 às 11 e das 13h30 às 18 horas, haverá um plantão para vagas remanescentes do projeto, nas Oficinas Culturais Professor Oswaldo Névola Filho (Rua Tenente Durval do Amaral, 72, Catiapoã). Informações: 3468-8636.

Os interessados têm a oportunidade de escolher entre várias modalidades musicais. Há vagas para: cavaco (6 vagas), contrabaixo (1), percussão (7), viola (1), violino (4), trompete (4), trombone (4) e tuba (1). Para se inscrever, é preciso realizar a inscrição no local, acompanhado do responsável e com os documentos: cópia do RG ou da certidão de nascimento, cópia do comprovante de residência, declaração escolar de 2015, boletim do ano anterior e duas fotos 3×4.

Projeto Guri

É um programa de educação musical há mais de 20 anos que atende a 30 mil crianças e adolescentes em 370 espaços do estado de São Paulo. O polo vicentino do Projeto Guri é uma iniciativa em parceria com a Secretaria da Cultura de São Vicente que oferece a infraestrutura das Oficinas Culturais para a realização das aulas. Mais informações pelo telefone 3468-8636.

*Lincoln Spada