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Tiago Portto vence Festival de Música Autoral de Guarujá

Por Prefeitura de Guarujá

Com a composição ‘Ainda Pensa em Mim’, Tiago Portto foi o grande vencedor do Festival de Música Autoral de Guarujá – Femag, recebendo o troféu e o prêmio de R$ 2 mil. A premiação aconteceu na última sexta-feira (11/jan), no Teatro Municipal Procópio Ferreira. A iniciativa é da Prefeitura via Secretaria de Cultura.

O segundo e terceiro colocados também receberam troféus e premiações em dinheiro. Edu Quintana, com a música ‘Meditação’, conquistou a segunda colocação e levou R$ 1,5 mil, e o terceiro lugar ficou com a Banda Hibalta, que apresentou a canção ‘Quadros’ levando R$ 1 mil para casa.

O evento foi realizado em dois dias, sendo o primeiro para as apresentações finais dos participantes no dia 10/jan, e o segundo para premiação. Além disso, as 10 composições finais foram acompanhadas na reapresentação durante a premiação, pela Orquestra Municipal de Guarujá, que também criou um novo arranjo para cada obra.

Todos os finalistas receberam certificados pela participação. Entre as categorias de certificação, Melhor Intérprete, foi conquistada por Edu Santana; Melhor Torcida, recebido pela Banda Hibalta; e Música Chiclete, que teve como premiada Sandra Mell.

As 10 canções que estiveram na final constarão no segundo álbum Femag. Os compositores e a Orquestra Municipal começam os ensaios em fevereiro. A direção do projeto será realizada por Sérgio Wisbeck, regente da orquestra e a produção, gravação e divulgação do disco serão da Prefeitura com apoio de parceiros.

 

‘Fotopinturas’ de Titus Riedl está em exposição em Santos

“Fotopinturas – Coleção Titus Riedl” é o nome da nova exposição que se encontra desde sábado (dia 14) até 16 de janeiro do próximo ano, na Galeria de Arte Patrícia Galvão (Av. Pinheiro Machado, 48/Santos). A visitação gratuita é de segunda à sexta-feira, das 10h às 20 horas, aos sábados das 13h às 18 horas.

Em parceria com a Secretaria do Estado da Cultura, ACAM Portinari, Secretaria Municipal de Cultura e Instituto do Imaginário do Povo Brasileiro, a coleção de cerca de 5 mil fotopinturas do pesquisador e sociólogo alemão Titus Riedl, que mora no Crato (CE) há dezesseis anos, é emblemática para se pensar, entre tantas outras questões, a tensão que envolve a livre criação da pintura e a mímese possibilitada pela fotografia

Em 1855, apenas dezesseis anos após a invenção oficial da fotografia, o alemão Franz Seraph Hanfstaengl espantou o mundo ao apresentar na Exposição Universal de Paris – a primeira em que fotografias foram expostas – sua técnica de retocar imagens. Ao mostrar a mesma fotografia com e sem retoque, Hanfstaengl descortinou a possibilidade desse “espelho mágico” simular uma situação, ou seja, criar uma nova “realidade”.

Uma fotopintura, portanto, traz nas suas duplas camadas o embate histórico da representação que tem a pintura e a fotografia como protagonistas. De Disdéri, no século XIX, aos fotopintores da região do Cariri da segunda metade do século XX, pouca coisa mudou do ponto de vista conceitual.

A coleção de fotopinturas de Titus Riedl possui, sobretudo, obras produzidas entre 1950 e o final dos anos 1990, ou seja, no período em que a fotografia digital ainda não havia massificado e expandido a circulação de imagens como nos dias de hoje.

Em diversas imagens das 34 expostas nesta exposição, sem que nos apercebamos, estamos diante de retratos de pessoas mortas fotografadas no seu leito mortuário. Eles retornam à vida pela destreza de alguns fotopintores que habilmente reabrem seus olhos, já fechados para sempre no original fotográfico. A pintura ressuscita aquilo que a fotografia atestou como morto’.

É na diversidade de estilos, na riqueza contida na recriação do povo nordestino, nos laços de afetividade visíveis, nos detalhes do vestuário, das texturas, nos contrastes de cores saturadas e no embate entre verossimilhança e criação artística que repousa um testemunho belo e pulsante da cultura popular sobre nossa identidade.

*Gustavo Klein

 

Pinacoteca recebe a exposição ‘Fluxos de Formas e Cores’

Nesta quarta-feira (26), às 19h30, a Pinacoteca Benedicto Calixto recebe a abertura da mostra ‘Fluxos de Formas e Cores’, do artista plástico Fernando Durão. Com trabalho exposto pela primeira vez na Cidade, o artista português contou com inspiração das formas geométricas para criação das 16 obras.

Residente no Brasil desde os anos 70, Fernando, que dirige a Galeria de Arte Século XXI, em São Paulo, desenvolveu uma carreira de sucesso como pintor, desenhista, ilustrador, designer gráfico, fotógrafo, crítico de arte e crítico de fotografia.

A mostra ‘Fluxos de Formas e Cores’ pode ser conferida na Pinacoteca até o dia 27 de setembro, sempre terça-feira a domingo, das 9h às 18h, com entrada franca. Mais informações pelo telefone 3288-2260. O endereço é Av. Bartolomeu de Gusmão, 15, no Boqueirão.

*Prefeitura de Santos

 

‘A Vida em Reflexo e Transfiguração’ em mostra em Santos

“A Vida em Reflexo e Transfiguração”, do artista plástico Marcos Akasaki, com curadoria do crítico de arte Enock Sacramento, está aberta na Galeria de Arte Braz Cubas (Av. Pinheiro Machado, 48/Santos) até o dia 8 de agosto com visitação gratuita, de segunda a sexta-feira, das 10h às 20h, e aos sábados, das 13h às 18h.

Vindo de diversas exposições nacionais e internacionais, Akasaki aposta em um trabalho centrado em raízes, que penetram no fundo na terra, e galhos representando raízes que se estendem para o alto, no ar. Guiado pela intuição, ele cria, a partir de desenhos e pinturas, formas, cores e texturas os mais diversos tipos de vegetais, constituídos por cerca de 400 mil espécies. Mas as árvores e flores também são temas constantes, pela simbologia ou pela riqueza das formas e entrelaçamentos que podem ser percebidos nos quadros.

Na mostra, em contraposição às raízes, surgem os troncos e os galhos, iguais e contrários, semelhantes e diferentes. Baseado no princípio do múltiplo e do espelhamento, os trabalhos desenvolvidos em “cartões” de papel, de tecido e de tela são colocados em posições opostas, sequenciais, normais e invertidas. O resultado é um conjunto visual surpreendente para aqueles que visitarem a Mostra, que inclui peças de cerâmica agrupadas pelo artista.

O objetivo é estabelecer um diálogo com o inconsciente, por meio de formas e desenhos figurativos ou abstratos que vão surgindo na tela em branco. As obras sugerem para o expectador a existência de um mundo interior rico e colorido, em contraste com o monocromático que, segundo o artista, as pessoas estão habituadas a ver.

*Gustavo Klein

 

Casa da Cultura Afro-Brasileira alcança mais de 300 visitas

Reinaugurada no último dia 24, a Casa da Cultura Afro-Brasileira já recebeu nos dias seguintes mais de 300 pessoas. Atualmente, o espaço oferece além do acervo permanente de esculturas de Geraldo Albertini, a exposição de artistas vicentinos ‘Africanidades’ e de itens referentes às religiões de matrizes africanas. A visitação é gratuita e pode ser feita de terça a domingo, das 10 às 17 horas. A casa está no Parque Ecológico Voturuá (Rua Dona Anita Costa, s/nº, Voturuá).

Casa da Cultura Afro 2