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‘Leia Santos’ alcança a 300ª edição no Arte no Dique

O projeto ‘Leia Santos – Um Incentivo à Leitura’, da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), realiza sua edição número 299 nesta terça-feira (17), das 10h às 14h, na Creche Vovô Secundino – Tia Egle (Rua Ambrosina Amélia Caldeira Tolentino, 45, no Castelo). Toda a programação é gratuita.

Já no sábado (21), chega à edição 300 na ‘Festa do Livro’, que será realizada no Instituto Arte no Dique (Rua Brigadeiro Faria Lima, 1349, no Rádio Clube), das 14h às 18h. Finalizando as atrações do mês, no dia 23 o projeto participa da ‘Semana do Brincar’, realizada na Praça Jerônimo La Terza, também no bairro Rádio Clube.

Sobre o ‘Leia Santos’

Itinerante, o ‘Leia Santos’, criado há 9 anos, promove atividades de incentivo à leitura e à escrita. Entre as principais ações estão a distribuição gratuita de publicações por meio dos projetos ‘Adote um Livro’ e ‘Adote um Gibi’.

Também disponibiliza o ‘Espaço Leitura’, com cadeiras e mesas para a leitura de jornais, revistas e dos títulos adotados, e o ‘Espaço Pintura’, com atividades recreativas para as crianças. Outras ações são o ‘Varal de Poesias’ e ‘Exposições Literárias’, que destacam poemas dos principais atores nacionais e regionais. Mais informações pelo telefone 3226-8000.

*Prefeitura de Santos

 

Armandinho e Luiz Caldas no festival O Som das Palafitas, no Dique da Vila Gilda

 

Com o objetivo de disseminar arte e cultura e realizar inclusão social por intermédio da música, o festival “O Som das Palafitas” terá início em 1º de maio, um domingo, às 18h, reunindo dois grandes nomes da música brasileira: Armandinho e Luiz Caldas. Antes, no dia 19 de abril, uma terça-feira, 16h, acontecerá o lançamento do projeto, na sede da instituição, para convidados. Marcarão presenças o presidente do Instituto Arte no Dique, José Virgílio Leal de Figueiredo, o presidente da Codesp, Alex Oliva, e o Secretário de Cultura de Santos, Fabião Nunes. Na ocasião, serão exibidos vídeos de Armandinho e Luiz Caldas convidando o público para a apresentação de maio e haverá intervenção musical com Jam session feita por músicos da região.

O Som das Palafitas

Trata-se de um inédito festival de música instrumental que ocorrerá no Instituto Arte no Dique. Com patrocínio do Porto de Santos, visa propiciar às pessoas que vivem em área de vulnerabilidade e não possuem maior acesso à cultura, a chance de ver grandes nomes da música brasileira de maneira gratuita e perto de casa. Inicialmente estão programadas dez edições – três delas em 2016. A primeira, que reunirá Armandinho e Luiz Caldas, contará ainda com abertura da banda santista Quizumba Latina. A programação será sempre divulgada no site http://www.artenodique.org.

“A partir de maio realizaremos o sonho de levar música de qualidade ao Dique da Vil Gilda: uma população sedenta por cultura, mas que sempre encontrou dificuldades para conseguir se locomover aos projetos culturais, que geralmente ocorrem do Centro para a Zona Leste, na orla de Santos. Com esse festival conseguiremos não apenas diminuir essa distância, mas levar a música ao cerne da comunidade”, ressalta o presidente do Arte no Dique, José Virgílio. “Além de democratizar o acesso dessas pessoas à música, o festival possibilitará um intercâmbio cultural entre artistas e músicos da região com grandes nomes da música brasileira. Estamos muito orgulhosos e trabalhando bastante para realizar este projeto da melhor maneira”, comenta o produtor.

Armandinho

Instrumentista, cantor e compositor brasileiro, nascido na Bahia. É filho de Osmar Macêdo (da dupla Dodô e Osmar), músico e idealizador do trio elétrico. Armandinho formou o grupo de frevo Trio Elétrico Mirim em 1962 e em 1967 a banda de rock Hell’s Angels. Em 1968, tocou no programa “A grande chance”, da TV Tupi, apresentado por Flávio Cavalcanti. Classificou-se em 1º lugar na fase eliminatória, e no ano seguinte foi contratado pela emissora para gravar seu primeiro disco, um compacto duplo e posteriormente um LP. Em 1974 juntou-se a seu pai e outros músicos para formar a banda Trio Elétrico Armandinho, Dodô & Osmar, lançando diversos discos carnavalescos ao longo da década de 80. Paralelamente, no final dos anos 70, formou o conjunto A Cor do Som, que inicialmente serviu de banda de apoio a Moraes Moreira (que também apresentava-se no Trio Elétrico Armandinho, Dodô e Osmar).

Ao lado de Dadi (baixo e vocal), Mú Carvalho (teclados e vocal), e Gustavo Schroeter (bateria), a banda lançou seu primeiro disco em 1977 e se notabilizou pela alta qualidade instrumental, mesclando sonoridades de rock, jazz e música brasileira. Armandinho deixa a banda em meados de 1981 para se dedicar à carreira solo e seu projeto com Dodô e Osmar. Ao longo dos anos seguintes, tem dado continuidade a seu trabalho instrumental, voltado para o choro e outros gêneros, gravando e se apresentando ao lado de músicos como Raphael Rabello, Paulo Moura, Época de Ouro, Moraes Moreira, Pepeu Gomes, Caetano Veloso, Yamandú Costa, entre outros. Em 2005 se reúne novamente com A Cor do Som, gravando um disco acústico e realizando shows esporádicos. Segue se apresentando pelo Brasil e no exterior.

Luiz Caldas

Começou cedo na música. Aos sete anos fez sua primeira apresentação e não parou mais. Muito talentoso, ganhou espaço no cenário musical de Salvador se apresentando no Circo Troca de Segredos e tocando em agremiações de Carnaval. Com o disco “Magia”, mostrou para o Brasil a força de seu som, batizado de Axé Music. Criador dessa sonoridade híbrida, abriu as portas para os artistas baianos que queriam seguir o mesmo caminho. A música “Fricote”, conhecida como “Nega do Cabelo Duro”, estourou nas rádios brasileiras. Lançou 130 músicas, transitando entre o rock, forró, reggae, MPB, samba, trio elétrico, Em 2011, trabalhou em mais 12 discos com canções inéditas. Recentemente iniciou um projeto que disponibiliza músicas gratuitas lançadas mensalmente em seu site.

Lançamento do festival O Som das Palafitas
Terça-feira, 19 de abril, 16h
Instituto Arte no Dique – Rua Brigadeiro Faria Lima, 1349, Rádio Clube.

Festival O Som das Palafitas – 1ª edição
Domingo, 1º de maio, 18h
Com Armandinho e Luiz Caldas.
Abertura: Quizumba Latina
Instituto Arte no Dique – Rua Brigadeiro Faria Lima, 1349, Rádio Clube.

*André Azenha

 

Arte no Dique integra o projeto Escola Total

A partir desta segunda-feira (22), o Instituto Arte no Dique passa a atender 160 alunos da Unidade Municipal de Ensino Pedro Crescenti no contraturno escolar. A iniciativa integra o projeto Escola Total. Trata-se de um convênio firmado com a Secretaria Municipal de Educação de Santos para atendimento no programa de jornada ampliada (educação integral).

Nesta parceria o instituto utiliza a metodologia do Programa e os educadores participam da capacitação mensal para um atendimento de qualidade. No período que estiverem no Instituto, será oferecido aos alunos diversas oficinas culturais.

“Estamos muito felizes com essa parceria, que só tende a contribuir para o crescimento da comunidade da Vila Gilda, utilizando educação e cultura para a formação do cidadão e sua inclusão no mundo”, destaca o presidente do Instituto, José Virgílio Leal de Figueiredo. O Arte no Dique fica na rua Brigadeiro Faria Lima, 1349, no Rádio Clube.

*André Azenha

 

Confira programação da 5ª Mostra Cultural do Arte no Dique

De 26 a 29 de novembro, o Instituto Arte no Dique (Rua Brigadeiro Faria Lima, 1349) promove a quinta edição de sua Mostra Cultural. Este ano o projeto passa a se chamar “Mostra Cultural Plínio Marcos”, em homenagem ao patrono da instituição – o prédio onde fica a entidade leva o nome Escola Popular de Arte e Cultura Plínio Marcos.

O projeto reunirá apresentações de alunos da instituição, mostrando os resultados do ano de trabalho, bem como espetáculos e intervenções artísticas. A programação é gratuita e acontece na sede do instituto e no Centro da Juventude da Zona Noroeste.

“Buscamos, com essa quinta edição, intensificar o intercâmbio entre os alunos, pessoas que estão se enveredando pelo universo cultural e artistas profissionais. E seguir fortemente com a questão da cidadania”, afirma José Virgílio Leal de Figueiredo, presidente do Arte no Dique. “Não à toa teremos mais uma vez a palestra que discute a economia da água já que entendemos a cultura como um todo, desde a manifestação artística, até a formação do ser humano”, explica o gestor.

Programação completa:

Dia 26 de novembro (quinta-feira)
14h30 – Apresentação dos alunos da oficina de percussão – Arte no Dique
15h às 17h – Exposição de artesanatos – Arte no Dique
15h – Palestra “Soluções ambientais e economia da água”, com especialista da Sabesp – Arte no Dique
15h30 – Apresentações de dança no Centro da Juventude
16h30 – Apresentação da bateria e de passistas da escola de samba Mãos Entrelaçadas, localizada no Radio Clube, que recebeu o Estandarte Santista 2015 como Melhor Escola do Grupo de Acesso /Pleiteante. – Arte no Dique

Dia 27 de novembro (sexta-feira)
14h30 – Apresentação de alunos da oficina de percussão – Arte no Dique
14h30 – Palestra “Soluções ambientais e economia da água”, com especialista da Sabesp – Arte no Dique
15h – Apresentação da oficina de teatro – turma das crianças – Arte no Dique
15h30 – Apresentação da oficina de teatro – turma dos adultos – Arte no Dique
16h – Apresentação dos alunos da oficina de violão – Arte no Dique

Dia 28 de novembro (sábado)
20h – Pré-carnaval com apresentação da Banda Querô – Arte no Dique

Dia 29 de novembro (domingo)
10h às 14h – Batizado de capoeira com Mestre Nando – Arte no Dique

*André Azenha

 

‘Ispinho e Fulô de Patativa’ é encenado no José Menino e Rádio Clube

Com poesias de Patativa do Assaré, o espetáculo ‘Ispinho e Fulô de Patativa’ traz à reflexão a luta do homem sertanejo, o drama da seca e o êxodo da gente do sertão que parte em busca de uma vida melhor. A peça estará em cartaz gratuitamente neste dia 19, às 15 horas, no palco externo da Capela São José (José Menino), e no dia 21, às 16 horas, no Instituto Arte no Dique (Rádio Clube). A direção é assinada por Cícera Carmo, que contracena no palco com Vidah Santos, ambos pela companhia santista Carcarah Voador.

“Fazer uma colagem de poesias de Patativa é uma ideia antiga e ocorreu devido a identificação da direção com as histórias desse grande poeta”, argumenta Cícera Carmo, que, através de pesquisas, soube que o autor tão notório do Nordeste e tema de teses acadêmicas na área literária na França ainda tem sua obra pouco difundida no Sudeste.

Todo esse processo teve início em 2007 e, desde então, o teatro reúne em esquetes as poesias de Patativa, como ‘Brasi de Cima Brasi de Baixo’ sobre a desigualdade social, ‘A Derrota do Zé Côco’, poema sobre um valentão nordestino que vai à São Paulo na esperança de aprender artes marciais e ‘A Morte de Nanã’, que conta a trajetória de uma mulher que perdeu sua única filha durante a seca do sertão.

A peça tem como cenário painéis que lembram as xilogravuras utilizadas para fazer as capas dos cordéis, de onde saem os personagens durante o espetáculo. Uma cadeira rústica, um rádio ABC, uma enxada, cabaça e outros objetos oriundos do sertão cearense compõem as cenas. O figurino também remete ao sertão nordestino: a costura é simples, roupas surradas, chapéu de palha, além de sandálias de couro.

“Em 2009, fomos ao Ceará em virtude da festa do centenário do poeta. Nesta ocasião a Cia Carcarah Voador apresentou a cena ‘A Morte de Nanã’ na cidade de Assaré na casa onde Patativa nasceu e viveu com sua esposa e filhos, no Memorial que leva o seu nome e na missa solene em sua homenagem”, relembra com carinho a atriz e diretora.

Há dois anos, a companhia retomou os estudos sobre o espetáculo, reestreando na Mostra de Teatro de Santos – Motim, e mantendo-se em temporada em diversas cidades da Região, desde a Virada Cultural até o Festival Danado de Bom em Cubatão. “Ainda em 2013 realizamos uma turnê pelo Ceará com apresentações no Teatro Violeta Arraes na Fundação Grande em Nova Olinda, Aratama e em Assaré, obtendo boa crítica”, frisa Cícera. No ano passado, a Carcarah Voador teve seu projeto contemplado pelo Facult, fundo de assistência à cultura de Santos.

Mas após tantas temporadas em diferentes locais, o que mais marcou Cícera foi ao apresentar o teatro na frente de um dos filhos do poeta, Geraldo Gonçalves. “Ele nos abraçou emocionado e confidenciou que o seu pai estaria muito feliz com a realização do nosso trabalho e divulgação de sua obra”.

*Lincoln Spada

 

A agenda alterada do Ministro da Cultura em Santos dia 2

O Ministro da Cultura, Juca Ferreira, visita a Cidade no próximo dia 2 de junho, com chegada prevista às 9h40, na Base Aérea de Santos. O primeiro compromisso da agenda ocorre no Instituto Arte no Dique (Av. Brigadeiro Faria Lima, 1543, Rádio Clube), às 10h30.

Se antes previa que ele visitaria o local à tarde para a realização de uma edição regional de um debate com artistas e produtores na Caravana da Cultura, a atividade foi  reagendada às 16 horas para o Teatro Guarany (Praça dos Andradas, 100), onde ele finalizará sua agenda na Cidade.

Ainda na programação prevista, às 12h, Juca visita o CEU das Artes de Santos, na Praça da Paz Universal, na Zona Noroeste. Depois, às 13h, participa de almoço com prefeitos, secretários de Cultura e autoridades da Baixada Santista.

De acordo com informações do Ministério da Cultura, Juca estará acompanhado de Ivana Bentes (secretária da Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura), Guilherme Varella (secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura), pelo secretário de Cultura de Santos, Fábio Nunes, e autoridades da região.

*Com informações da Prefeitura de Santos

 

Ministro da Cultura vem a Santos no dia 2 de junho

Artistas, produtores, agentes culturais e interessados na área terão uma ótima oportunidade de discutir as ações e iniciativas culturais da região frente ao Ministro da Cultura, Juca Ferreira, no dia 2 de junho, terça-feira, das 14h às 17h, no Instituto Arte no Dique. Na ocasião, a instituição receberá o projeto Caravana da Cultura.

Juca cumprirá, com sua equipe, agenda na Cidade, se encontrando com representantes municipais da região e, à tarde, indo ao Instituto para conversar sobre as demandas da classe cultural santista.

O encontro será aberto ao público. O Instituto Arte no Dique fica à Rua Brigadeiro Faria Lima, 1349, Rádio Clube.

*Prefeitura de Santos