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Festival nacional do teatro, 4º FestKaos abre inscrições para coletivos

Por Lincoln Spada

Cubatão será a capital nacional do teatro entre os dias 28 de junho e 7 de julho de 2019: vem aí o 4º FestKaos – Festival Teatro do Kaos. Companhias cênicas amadoras e profissionais de todo o Brasil já podem se inscrever virtualmente até 17 de maio no festival. O evento é uma realização do Teatro do Kaos com verba da Prefeitura Municipal de Cubatão via emenda parlamentar do vereador Rafael Tucla.

“Este evento visa fomentar a discussão do fazer teatral, valorizar a produção das artes cênicas, promover a troca de experiências e a formação de plateia”, destaca o idealizador e diretor do festival, Lourimar Vieira, que há décadas atua no cenário artístico e mantém o espaço cultural homônimo na Baixada Santista. Nas edições anteriores, realizadas entre 2012 e 2014, o FestKaos, de caráter competitivo, já contou com a participação de grupos da região, da Capital, outros municípios do estado de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

Para se inscrever, os artistas e produtores culturais encaminharão em arquivo único contendo: a ficha de inscrição, ficha técnica, currículos do grupo, da direção teatral, do espetáculo, e o link de vídeo da peça na íntegra. Os espetáculos serão apresentados em palco italiano, modalidade da sede do festival, o Teatro do Kaos.

As obras inscritas pelos grupos serão avaliadas por uma comissão, que selecionarão oito espetáculos na categoria adulto, sendo, no mínimo, um deles da Baixada Santista. Cada grupo selecionado receberá uma ajuda de custo. Interessados podem acessar o regulamento no site www.teatrodokaos.com.br. Mais informações: (13) 3361-1554 e (13) 99124-7470.

 

Vem aí o Festival Fluxxo com bandas independentes no Centro de Santos

Por Prefeitura de Santos

A itinerância do Festival Fluxxo chega a Santos para oferecer, entre os dias 18 e 23, programação gratuita com oficina sobre o mercado musical e encerramento com shows de artistas independentes. Contemplado pelo Programa de Ação Cultural (ProAC), o festival, que tem encerramento em Santos, promoveu uma turnê de 19 dias, com cinco novas bandas circulando por cidades paulistas: São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Sorocaba, São José dos Campos e São Paulo.

Um dos objetivos do Fluxxo é reunir profissionais do mercado musical como artistas, produtores, técnicos e comunicadores para se conhecer e trocar ideias e aprendizados. A agenda tem início na próxima segunda-feira (18) com a oficina ‘O Show como Espetáculo’, que traz ao palco do Teatro Guarany (Praça dos Andradas, 100, Centro Histórico) o músico Maurício Pereira, que fez dupla com André Abujamra no grupo Os Mulheres Negras. Exclusivo para as bandas selecionadas pelo festival, o painel segue até a sexta-feira (22).

No sábado (23), na Praça Mauá, no Centro Histórico, a partir das 20h, é a vez das apresentações do Obinrin Trio, com sua mistura de coco, maracatu e baião; Judas no Deserto, que faz um pop contemporâneo com letras que abordam problemas sociais; Suco de Lúcuma, que mescla nuances de hip hop, neo soul e rock psicodélico à retórica da literatura beatnik. Também tem Sujeito Coletivo, que busca unir letras politizadas e ácidas com uma pegada rítmica e melódica que passa por acid jazz, reggae e trap (vertente do hip hop), e Meire D’Origem, rapper que tem um extenso currículo na cultura de rua.

 

Chamamento artístico do Governo de SP e APAA segue até fevereiro

Informações da APAA

A Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e a Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA) abrem inscrições de propostas artísticas até 28/fev mediante envio de formulário eletrônico pelo link: http://omelhordaculturasp.com/formulario-chamamento-2019

O formulário permite a inscrição de uma proposta do artista ou coletivo em todos os programas, projetos e equipamentos simultaneamente geridos pela associação. A entidade é gestora do Teatro Sérgio Cardoso e Teatro Estadual de Araras, também realiza o Litoral Encena, a Semana Guiomar Novaes e o Festival Paulista de Circo.

Entre as atividades mais conhecidas ministradas pela APAA, a Virada Cultural Paulista, que percorre mais de duas dezenas de municípios, e o Circuito Cultural Paulista, que abrange mais de uma centena de cidades com programação artística mensal em espaços públicos. As propostas serão avaliadas conforme a demanda anual, seguindo o cronograma de projetos, programas e equipamentos.

A APAA não se responsabiliza pelo não recebimento de inscrições por motivos de ordem técnica ou operacional, e o proponente será responsável por todas as informações prestadas. À medida em que for selecionado, o artista ou o coletivo serão contatados pela associação. A avaliação e a seleção dos projetos serão realizados por especialistas de cada área.

Tem início a exposição ‘Castelo Rá-Tim-Bum’ em Praia Grande

Por Acervo 21

Pela primeira vez, a exposição ‘Castelo Rá-Tim-Bum’ ficará em cartaz no litoral paulista. A partir deste sábado (19/jan), será a vez do Litoral Plaza Shopping (Av. Ayrton Senna, 1511, Praia Grande) receber a mostra que já circulou por Campinas, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, São José do Rio Preto e São Paulo. Mais de 1,1 mi de pessoas já visitaram a exposição produzida pelo Acervo 21 e co-realização da TV Cultura sobre a magia do famoso seriado dos anos 90.

A diversão já começa do lado de fora! Construído na praça de eventos do Litoral Plaza, o público poderá contemplar toda a fachada, a torre do Castelo e tirar várias fotos. Na entrada, cada um será recebido pelo querido Porteiro: ‘klift, kloft, still … a porta se abriu!’ Nos ambientes internos, a cobra Celeste espera os visitantes em sua árvore, junto com o Gato Pintado na biblioteca e os monstrinhos Mau e o Godofredo nos encanamentos. Terá também o incrível quarto do Nino e da feiticeira Morgana, os figurinos utilizados pelos atores nas gravações nos anos 90 e muito mais para conferir, tudo com o acervo original da TV Cultura.

O passeio fica ainda melhor! Crianças e adultos – por que não? – poderão brincar em um tobogã que reproduzirá os encanamentos por onde Mau e Godofredo corriam. O Ratinho, um dos personagens que faz mais sucesso no seriado, será reproduzido em escala gigante dentro de sua banheira. Na saída do evento, depois de conhecer todos os cenários, os visitantes também poderão adquirir produtos oficiais exclusivos na loja do Castelo, entre eles camisetas, chaveiros, canecas, almofadas e outros.

A venda de ingressos pela internet já está liberada pelo site oficial do evento: http://www.exposicaocasteloratimbum.com.br. Os valores são: R$ 20,00 (meia-entrada R$ 10) de terça a sexta-feira e R$ 24,00 (meia-entrada R$ 12) aos sábados, domingos e feriados. Crianças até 2 anos e 11 meses não pagam. No momento da compra, será possível escolher a data e o horário da sessão para visitar a exposição, assim, no dia bastará chegar com 30 minutos de antecedência.

Após a abertura da mostra, também funcionará uma bilheteria física na entrada do Castelo. As visitações serão de terça a sexta-feira, das 14h às 22h (última sessão às 21h30); sábados, das 10h às 22h (última sessão às 21h30); e domingo e feriados, das 14h às 21h (última sessão 20h30). O funcionamento da bilheteria física acompanhará o horário da exposição.

 

A ‘cara’ do Revelando SP: Conheça participantes do evento

Por Secretaria de Cultura de São Paulo
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Dona Lúcia, de Cruzeiro: “Não tem como mudar a história, porque a história não muda”
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Foi por causa do Revelando São Paulo que a dona Lúcia, de 64 anos, se “especializou” na produção do arroz vermelho com suã, comida típica de Cruzeiro. Em uma das primeiras edições do festival, há 20 anos, foi quando a culinarista ouviu falar do prato e começou a sua pesquisa para aprender a iguaria.
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“O suã é a coluna do porco. Eu e minha amiga fomos atrás dos mais velhos, perguntamos como que fazia. Aí um contava uma versão, outro contava outra e foi enriquecendo”, explica.
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Diz a história que o prato é uma herança dos tropeiros, que no Brasil colonial faziam o comércio entre o sul e sudeste. “Quando eles passavam na região, eles iam em uma fazendinha que tinha na época que plantava esse arroz e iam comer essa comida, porque ela dá sustância. E é verdade, se você almoçar o arroz vermelho, você não janta”.
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Produção local
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Todos os ingredientes que dona Lúcia utiliza no preparo do arroz vermelho com suã são adquiridos de produtores locais. “O produto tem mais qualidade, dura mais e não tem veneno”, diz.
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A primeira vez que dona Lúcia preparou o prato foi para a família. “Fizemos do jeitinho que a história conta, acompanhado de mandioca, couve e torresmo”. O próximo passo foi levar o arroz com suã para o Revelando. E o sucesso foi tanto que, quem for a Cruzeiro hoje, pode provar a iguaria aos domingos, no Bosque Municipal.

Dona Irene – Paraíbuna: “Eu amo fazer bolinho de chuva. E eu acho que uma pitadinha de amor acrescenta sabor”
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A família de Irene Fernandes Neves veio de Minas Gerais para São Paulo, em Paraíbuna, onde ela nasceu, há 62 anos. Original da roça, dona Irene é muito ligada às tradições passadas da avó para a mãe e, por fim, para ela. E, a principal delas, a arte de fazer bolinho de chuva.
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“As pessoas que trabalhavam na roça, quando voltavam cansadas para casa no final do dia, o que elas podiam fazer para comer? Tinha que ser uma coisa prática, rápida. E, principalmente, quando chegava na época da chuva, parecia que pedia o bolinho de chuva”, conta.
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Dona Irene cresceu, casou e, quando tinha 32 anos, se mudou para a cidade. A tradição permaneceu e ela continuou fazendo o doce para a família, amigos, vizinhos. E, apesar de afirmar que sua receita não leva nenhum ingrediente secreto, seus bolinhos fizeram tanto sucesso que logo ela foi convidada para participar de feiras regionais do Vale do Paraíba. “Eu amo fazer bolinho de chuva e eu acho que uma pitadinha de amor acrescenta sabor”.
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Foi por causa de seu bolinho, servido com café torrado, socado no pilão, coado no coador de pano e servido na canequinha de ágata que ela foi convidada para participar da primeira edição do Revelando São Paulo, representando a região, em 1997. “Mesmo morando na cidade, eu não perdi o jeito da roça. Eu uso todas as minhas panelas de ferro, minha chaleira de ágata. Você vai ver quando a gente estiver em São Paulo! Eu e meu marido conservamos tudo porque sempre soubemos que um dia nós iríamos usar. E nós usamos. Eu levo para todas as edições do Revelando”, diz.
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Kambuquira, de Guararema: “Se você for ao Revelando e não comer a minha galinhada, é como se você não tivesse ido”
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Há 30 anos quando conheceu Emília, hoje sua esposa, Denílson José Ferreira, 49, se mudou de Lagoinha, no Vale do Paraíba, para Guararema. A cidade, que fica aos pés da Serra da Bocaína, possui o único centro de peregrinação brasileiro de São Longuinho, santo popular “achador” das coisas e causas perdidas. Realizado uma vez por ano, devotos de todo o Brasil vão até a cidade pagar suas promessas e graças dando pulinhos e comendo a tradicional galinhada de São Longuinho.
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A relação de Denílson com a galinhada teve início há quase 13 anos. Ele, que foi dono de bar e de uma confecção de sapatos, teve um problema de saúde que o obrigou a ficar em casa. Foi aí que Kambuquira, como é conhecido, se interessou pelo prato típico. “Quando eu tive esse problema de saúde tive que ficar em casa de repouso. Para não ficar parado, eu fui até o restaurante de um amigo para aprender a fazer o prato. Falei com a minha esposa e começamos a fazer em casa”, conta Kambuquira.
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Aprovada pela família e amigos, a galinhada fez tanto sucesso que o casal abriu um restaurante. Além do carro chefe, eles fazem também a paella caipira.
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“A galinhada é uma só, mas cada um faz do seu jeito. Na minha receita eu uso só a sobrecoxa, sem pele para não ficar com muita gordura. A primeira parte é cozinhar o frango e tudo é feito no carvão, para ficar com aquele gostinho de feito no fogão à lenha. A gente usa a paellera aí vai azeite, cebola, tomate, pimentão e alho. Colocamos um tempero nosso caseiro que vai salsinha e cebolinha. Coloco a sobrecoxa sem pele e vai mais açafrão e coloral para dar aquela corzinha bonita. Aí já acrescenta o arroz e parmesão ralado. Por último faço a decoração”, explica.
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O sucesso foi tanto que Denílson foi convidado a representar Guararema e levar sua galinhada para o Revelando São Paulo. “Todo mundo que fala em galinhada em Guararema fala que a minha é a melhor que tem. Se você for ao Revelando e não comer a minha galinhada, é como se você não tivesse ido”, se orgulha.

Em SP, Memorial da Resistência aborda memória das ditaduras na América Latina

Por Gisele Turteltaub

A partir do dia 21 de outubro, o Memorial da Resistência, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, apresenta a exposição “Hiatus: a memória da violência ditatorial na América Latina”. Com curadoria de Marcio Seligmann-Silva, a mostra promove o encontro de oito artistas que vêm se dedicando de modo original e expressivo ao tema da memória, com pesquisas que emergem e dialogam com os resultados das Comissões da Verdade e a continuidade de violações semelhantes no mundo contemporâneo. A entrada é gratuita e a exposição fica em cartaz até 13 de março de 2018, no terceiro andar do Memorial (Largo General Osório, 66, 3º andar, Sala 1, Luz).

Participam da exposição os artistas Andreas Knitz, Clara Ianni, Fulvia Molina, Horst Hoheisel, Jaime Lauriano, Leila Danziger, Marcelo Brodsky e Rodrigo Yanes, com obras que passam por diversos suportes, pesquisas e exercícios: instalações (como as de Andreas Knitz, Clara Ianni, Horst Hoheisel Leila Danziger e Rodrigo Yanes), fotografias pessoais com intervenções (como as de Marcelo Brodsky), estruturas cilíndricas com as imagens de mortos e desaparecidos (como a obra de Fúlvia Molina) ou um impactante vídeo sobre um linchamento (obra de Jaime Lauriano). A produção apresentada em “Hiatus” aponta para os dias de hoje, numa memória continuamente atualizada pelo esquecimento e pela barbárie.

“Num momento político em que observamos o apagamento sistemático da memória da ditadura no Brasil e observamos a relativização da gravidade das violações cometidas nesse contexto, a exposição ‘Hiatus’ traz a potência da arte e da memória na luta pela democracia, justiça e verdade, nessa missão fundamental que o Memorial da Resistência tem de lembrar o que aconteceu para que não se repita”, diz Marilia Bonas, coordenadora do Memorial da Resistência.

“Hiato” é uma palavra derivada do latim “hiatus” que remete às noções de falta, lacuna, interrupção, abismo. Ao propor uma exposição voltada para a memória das ditaduras na América Latina, calcada nesse universo semântico, enfatiza-se tanto o fato de que essas ditaduras representaram rupturas históricas, como também que elas constituem uma “falta”, um vazio dificilmente simbolizável.

Se, durante o período ditatorial, alguns artistas brasileiros resistiram com muitas obras importantes, no tempo pós-ditadura eles, com raras exceções, voltaram-se mais para poéticas formalistas ou para outras agendas temáticas. No entanto, desde 2013-2014 essa paisagem tem se modificado. Uma nova linhagem de produção (pós relatório da Comissão Nacional da Verdade) tem abraçado o desafio de inscrever o passado ditatorial hoje. Pois a memória é ato, ação que se dá no presente e se articulada às políticas do agora.

“Hiatus: a memória da violência ditatorial na América Latina”conta com o apoio do Goethe Institut e do Instituto de Estudos Avançados da USP e é parte integrante do projeto “Hiatus”, que conta com seminários, palestras e a realização, também no dia 21 de outubro, de um “Sábado Resistente” sobre o tema em questão.

 

Centenário da Revolução Russa é tema de sarau e debate em Santos

Por Assoc. Cultural José Martí/BS
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O centenário da Revolução Russa pauta uma agenda especial nesta semana em Santos. Na sexta-feira (20/out), às 19h30, o Campus Silva Jardim da Unifesp (R. Silva Jardim, 136/Santos) sedia o debate ‘É posssível construir uma nova sociedade sem revolução social?’.
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Nesta noite, diversas entidades da Baixada Santista propõem esta reflexão, sendo as discussões realizadas com a participação de Breno Altmam, Marcelo Buzetto, João Guilherme e Mauro Iasi, com a mediação feita por Danilo Nunes.
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Por sua vez, no sábado (21/out), às 20 horas, acontece o Sarau Cultural, com música, teatro, dança e poesia com o Coletivo Manifesta. A iniciativa será na Associação Cultural José Martí da Baixada Santista, na Rua Joaquim Távora, 217/Santos.