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Niver de Galpão Cultural inicia com A Bloco do Fim do Mundo; acesse a agenda

O apocalipse chegaria na virada do ano 2000, depois 2012, até profetizaram em 2018 e nada. A solução dos coletivos cênicos do Galpão Cultural? Criar ‘A Bloco do Fim do Mundo’, que em sua terceira edição será realizada na quarta-feira de cinzas (6/mar), com ou sem chuva. A ação está na programação de dois anos do Galpão.

O espaço no Parque Anilinas será o ponto de concentração das 12h às 14h. O aquecimento fica por conta dos Acadêmicos da Sopa de Letrinha, “a maior bateria de escola de samba formado por não-músicos regida pelo grande mestre e ex-músico Luiz Canarinho”, como descrevem os foliões. O cortejo segue da saída do parque até a praça em frente à UME Padre José de Anchieta (Jd. Costa e Silva).

Bem ali na praça Euclides Figueiredo, ocorre também o CarnaKids, em parceria com o lider comunitário do bairro, Guará. O bloco continuará com muito confete e serpentina, pipoca, algodão doce, refrigerante, pula-pula e discotecagem até o momento de um grande pagode. Cada um poderá levar a sua bebida e colaborar também com refrigerante. Por fim, o momento esperado do Caminhão Pipa ‘Ressuscita banho da Doroty II’.

Dois anos de Galpão

Comemorando o 2º aniversário, o Galpão Cultural contará com ampla programação gratuita em março. Além d’A Bloco do Fim do Mundo, haverá às quintas-feiras, 17h, o TQT com sarau (7/mar), sessão pirata ‘Filme Nacional’ (14/mar), ponto de encontro de artistas (21/mar) e Forró Pé de Lama (28/mar).

Às sextas-feiras, às 16h, aulas abertas de introdução ao italiano (de 8 a 29/mar). Às terças-feiras, às 14h, atividades de EcoTerça, com plantio de girassóis (12/mar), roda de reflexão sobre reciclagem (19/mar) e brincando de reciclar (26/mar).

A programação se diversifica aos sábados: Sarau das Minas (9/mar, 14h), oficina de origami Tsuru (16/mar, às 14h), CineTeatro ‘A última palavra é a penúltima’, com Teatro da Vertigem (23/mar) e Teatro no Parque ‘Eu, Migo e Meu Umbigo’, com a Cia Peronomucho (30/mar).

 

Versos de Patativa compõem novo Sarau Poetas Vivos

Informações do Sarau Poetas Vivos

O Sarau Poetas Vivos realiza tributo a Patativa do Assaré (1909-2002) nesta quinta-feira (20/dez), às 16h, na Rua Paraguai, 155/Santos, com entrada franca. A atividade será realizada pelas poetas Jaira Presa e Regina Azenha, acompanhadas de Sol Martines e Arcas, respectivamente na voz e no violão.

Os poemas escolhidos para esta edição ressaltam um pouco da vida simples do sertão brasileiro e das belezas naturais. Patativa foi um poeta e repentista que se tornou em um dos principais representantes da arte popular nordestina do século 20. Com uma linguagem simples, porém poética, retratava a vida sofrida e árida do povo do sertão.

Em Itanhaém, Praça Ladeira recebe a mostra ‘Arte na Praça’

Por Prefeitura de Itanhaém

Você sabia que em Itanhaém há uma ONG que visa integrar os jovens talentos no mundo artístico? Desde 2014, a ONG Utopus realiza eventos culturais com os jovens pela Cidade. E neste ano, os saraus promovidos pelo coletivo foram contemplados pelo Programa de Ação Cultural (ProAC), uma iniciativa do Governo do Estado.

O lançamento do projeto “Arte na Praça” acontecerá nesta sexta-feira (21), a partir das 18 horas, no palco da Praça Ladeira, no Centro Histórico. O tema do evento é a diversidade e terá apresentações de dança, canto, declamação de poesia e qualquer outro tipo de manifestação artística, pois o palco será aberto ao público.

A Academia Itanhaense de Letras e bandas de outras regiões também terão participação no sarau, que tem programação até às 23 horas desta sexta-feira. Além disso, o evento incluirá todos os públicos, pois uma intérprete de sinais comunitária estará à disposição. Ao todo, serão 15 saraus que rodarão as praças de Itanhaém distribuindo talento e cultura. Este é o primeiro e o último está previsto para agosto de 2019. Confira a programação:

>> 18h | Sarau multicultural aberto
>> 20h | Banda Elize
>> 20h20 | Garagem Sem Teto
>> 21h | RockSing
>> 21h30 | Performance Núcleo LGBTI de Peruíbe
>> 22h | Baobá de Malé (grupo do Quilombo de Peruíbe)
>> 23h | Encerramento com a banda Tripska

 

Autoras brasileiras são homenageadas em sarau neste sábado

Por Clara Sznifer
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As autoras Adélia Prado, Alice Ruiz, Cecília Meireles, Cora Coralina e Hilda Hilst terão suas vidas e obras homenageadas no Sarau Um Autor na Ciranda Poética, que ocorre neste sábado (4/nov) de modo gratuito às 15h30, na Aliança Francesa de Santos (Rua Rio Grande do Norte, 98/Santos).
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O projeto é realizado mensalmente aos primeiros sábados do local, sempre em relação de pesquisa de vida e obra de um escritor consagrado. O evento tem a coordenação literária assinada por Clara Sznifer e a coordenação musical por parte de Roberto Soares, com apoio cultural da própria Aliança Francesa de Santos.
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Adélia Prado (1935) é uma escritora e poetisa brasileira. Recebeu da Câmara Brasileira do Livro, o Prêmio Jabuti de Literatura, com o livro “Coração Disparado”, escrito em 1978. Mineira de Divinópolis, sua obra recria numa linguagem despojada e direta, a vida e as preocupações dos personagens do interior mineiro.
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Já Alice Ruiz (1946) é uma poetisa e compositora brasileira. Com mais de 20 livros publicados, tem seus poemas traduzidos e publicados em diversos países. Por sua vez, Hilda Hilst foi uma poeta, ficcionista, cronista e dramaturga brasileira. É considerada pela crítica especializada como uma das maiores escritoras em língua portuguesa do século 20.
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Ainda, Cecília Meireles (1901-1964) foi poetisa, professora, jornalista e pintora brasileira. Foi a primeira voz feminina de grande expressão na literatura brasileira, com mais de 50 obras publicadas. Com 18 anos estreia na literatura com o livro “Espectros”. Participou do grupo literário da Revista Festa, grupo católico, conservador e anti-modernista. Dessa vinculação herdou a tendência espiritualista que percorre seus trabalhos com frequência.
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Por fim, Cora Coralina (1889-1985) nasceu na cidade de Goiás, no dia 20 de agosto de 1889. Seu nome de batismo era Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas. Tornou-se doceira, ofício que exerceu até os últimos dias de sua vida. Famosos eram os seus doces de abóbora e figo.

Sarau literário envolve linguagens artísticas na Biblioteca Central

Por Lincoln Spada
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Atividade gratuita será realizada na noite da próxima quinta-feira
Neste mês, a Biblioteca Central volta a receber as edições mensais da iniciativa Sarau Literário, a ser realizado nesta quinta-feira (dia 26), às 19h30, com entrada franca na Avenida Nove de Abril, 1977, Centro. Trata-se de uma iniciativa da Sociedade Amigos da Biblioteca Pública Municipal e Arquivo Histórico Professor João Rangel Simões, com apoio da Prefeitura de Cubatão, via Secretaria da Cultura.
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Já tradicional há anos no espaço municipal, o evento envolve autores e músicos locais que prestigiam e partilham suas obras junto ao público formado por estudantes e comunidade em geral. O sarau tem como objetivo ser um encontro aberto que se caracteriza pelo estímulo e reconhecimento da livre expressão artística do cidadão.
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Comumente estruturado a partir da literatura, com prosa e poesia, o evento também envolve diferentes manifestações artísticas vinculadas às diversas linguagens, buscando a promoção do interesse de uma comunidade pela criação nos diferentes campos das artes. Assim, os realizadores convidam a população em também se sentirem protagonistas desse encontro.

Mia Couto é homenageado em sarau poético em Santos

Por Clara Sznifer

O autor Mia Couto é o grande homenageado na nova edição do sarau ‘Um autor na ciranda poética’. O evento será neste sábado (dia 14), ás 15h30, na Aliança Francesa de Santos (R. Rio Grande do Norte, 98/Santos). Entrada franca.

Com coordenação literária de Clara Sznifer e musical de Roberto Soares, a iniciativa conta com apresentações de poemas, músicas, vídeos e comentários sobre a obra do escritor moçambicano. Antônio Emílio Leite Couto, mais conhecido por Mia Couto, nasceu em 5 de Julho de 1955 na cidade da Beira em Moçambique. É filho de uma família de emigrantes portugueses.

Mia Couto é um “escritor da terra”, escreve e descreve as próprias raízes do mundo, explorando a própria natureza humana na sua relação umbilical com a terra. É o único africano que é membro da Academia Brasileira de Letras, como sócio correspondente. Atualmente é o autor moçambicano mais traduzido e divulgado no exterior e um dos autores estrangeiros mais vendidos em Portugal.

As suas obras são traduzidas e publicadas em 24 países. Várias das suas obras têm sido adaptadas ao teatro e cinema. Tem recebido vários prêmios nacionais e internacionais, por vários dos seus livros e pelo conjunto da sua obra literária.

É, comparado a Gabriel Garcia Márquez e Guimarães Rosa. Seu romance Terra sonâmbula foi considerado um dos dez melhores livros africanos do século 20. Em 1999, o autor recebeu o prêmio Vergílio Ferreira pelo conjunto de sua obra e, em 2007 o prêmio União Latina de Literaturas Românicas.

 

Martins Fontes é o homenageado no Sarau Um Autor na Ciranda Poética

Por Clara Sznifer

O projeto Sarau ‘Um Autor na Ciranda Poética’ homenageia o escritor Martins Fontes neste sábado (dia 5), às 15h30, na Aliança Francesa de Santos (Rua Rio Grande do Norte, 98/Santos). O evento tem coordenação literária de Clara Sznifer e coordenação musical de Roberto Soares.

Curta-metragem

Um dos destaques é a exibição do filme ‘Como é Bom Ser Bom’. Trata-se de um curta-metragem que mostra um episódio da vida do médico e poeta santista José Martins Fontes (1884 – 1937). Com idealização do cineasta santista Carlos Oliveira e do ator Osvaldo Araújo, aborda o caso em que Martins Fontes realizou, em seu consultório particular, o tratamento de uma grave doença de uma senhora que não tinha condições financeiras de pagar as consultas.