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Direitos Humanos e Hip Hop pautam mostra na Vila Criativa

Por Lincoln Spada

Os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos pauta o evento do Muito Prazer! Meu Nome é Hip Hop (MPMNH2). A mostra ‘Direitos Humanos sob a ótica do Hip Hop’ será nestá neste sábado (8/dez), das 15h às 21h, na Vila Criativa da Vila Nova (Praça Rui Ribeiro Couto, s/nº/Santos), com apoio da Prefeitura. A entrada é franca.

O encontro visa ressaltar a importância dos quadros elementos da cultura de rua na luta pelas liberdades fundamentais, combate à discriminação racial e desigualdade social. A abertura contará com a performance ‘Girando o Mundo’, do rapper Pedrinho da Rima (15h), seguido de bate-papo sobre o tema do evento (15h30).

A programação também terá live paint com grafiteira convidada (16h), performance da dança ‘Direto ao Assunto’, do Mad Feeling Crew (16h30), tempo poético com Slam dos Andradas e convidados (17h), duelo de rimas com MCs da região e discotecagem de Mamuth DJ (18h). Ainda, batalha de Breaking 1 x 1 com DJ Dog (18h30) e pocket show com bandas do Festival de Juventude, Fragmentes, USREC e MOÇ, além da rapper Jordana Tostes (20h).

 

Vem aí o 1º Slam dos Andradas no Centro Histórico

Por Caio Cesar Slick

A Batalha do Mundão organiza o 1º Slam dos Andradas, evento gratuito a ser realizado neste sábado (28/out), às 19h, na Praça dos Andradas. O slam consiste em encontros de poesia falada e performática, em forma de competição, onde um júri popular, escolhido espontaneamente entre o público, dá nota aos ‘slammers’ (poetas), levando em consideração principalmente dois critérios: a poesia e o desempenho.

O evento tem três regras básicas: texto autoral; no máximo com três minutos de duração; não é permitido uso de instrumento musical e adereços. As inscrições para a batalha de poesia serão realizadas 10 minutos antes do início do evento. A sequencia de apresentação é definida por sorteio.

Cada poeta imprime ao seu texto cadências, ritmos e leituras próprios, que, sem sua voz, seriam decididos pelo leitor. É um poema que necessariamente terá ruído, barulho, vida própria – nada parecido com uma leitura silenciosa e calma, normalmente associada ao gênero poético.