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Vernissage e lançamento de livro no IHGSV neste sábado

Prefeitura de São Vicente

Lançamento de livro, exposição artística e, para acompanhar, o tão famoso café da Casa do Barão. Essas serão as atrações do Instituto Histórico e Geográfico de São Vicente (Rua Frei Gaspar, 280 – Centro), neste sábado (23/fev), a partir das 16h.

A primeira atividade será o lançamento do livro “Alma Persona In Utopia Condicional”, de Adílson Maraucci Pacheco: “No meu livro consta uma variedade de estilos literários, entre eles sonetos, poesias, poemas, pensamentos, prosas, letras de música e até desenhos. Todos com temas diferentes.”

Ele ainda ressalta que seu livro também pode ser classificado como de consciência política, ao escrever os sonetos ‘Sois Vos’ e ‘Os Capacetes de Aço’, que se referem a esse tema. Ao mesmo tempo, os visitantes podem conferir o vernissage do artista plástico Paulo Bernardes. A exibição segue até 27/fev, e conta com a exposição de quadros, tapetes e objetos de decoração.

Para acompanhar essas atrações, os visitantes poderão também desfrutar do café do Barão, com quatro opções diferentes: aromatizados de baunilha com nozes, creme brulee, chocolate e de amêndoas. Além da receita tradicional do cappuccino, que é servido quente, com chantilly, ou frio, e com uma bola de sorvete.

 

Em SV, vernissage de pintura, tapeçaria e objetos decorativos neste sábado

Por Prefeitura de São Vicente

Neste sábado (9/fev), às 16h, o Instituto Histórico e Geográfico de São Vicente (IHGSV, Rua Frei Gaspar, 280/Centro) oferece o Vernissage do artista plástico Paulo Bernardes. A exposição conta com quadros, tapetes e objetos de decoração, feitos sob a ótica artística do profissional. As obras estarão disponíveis, para visitação, até 28/fev, das 8h30 às 17h30, de segunda á sábado.

Os quadros, que enfeitarão a Galeria de Arte Cellula Mater, fazem parte de um lado da vida de Paulo Bernardes, professor aposentado, que viu na arte uma forma de expressão. O artista, que pinta há 20 anos desde criança, possuía inclinação para arte. Os desenhos e as cores sempre fizeram parte de sua vivência. Hoje, já sem espaço para armazenar tantas telas, enxergou na tapeçaria uma forma de continuar fazendo arte.